quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Os Bantos e a Homossexualidade

«Uma vigilância muito estrita durante a noite e abundância de luz eléctrica em toda a parte, que ilumine os dormitórios a qualquer momento, serão medidas talvez recomendáveis e efectivas. Contudo, a conclusão que se impõe quando se estuda este doloroso assunto - a homossexualidade entre os bantos - é de que, como a civilização branca é responsável pela introdução e desenvolvimento terrível deste vício entre os indígenas, os Brancos não devem ser indiferentes à repressão do flagelo que é uma iniquidade que ameaça a própria vida da tribo do sul de África». (Henri A. Junod)
Os lideres dos países não ocidentais, nomeadamente Robert Mugabe, entregam-se irracionalmente ao processo de apagar as relações homossexuais da história das suas culturas, acusando os ocidentais pela introdução e desenvolvimento da homossexualidade entre as populações indígenas, mas a verdade é que a atracção homossexual é universal na condição humana. A colonização europeia pode ser acusada de tudo, menos de ter introduzido as relações homossexuais entre as populações indígenas colonizadas: a colonização das mentes levada a cabo pelos missionários consistiu em alterar as ideias indígenas sobre o sexo, a sexualidade e o género que não encaixavam nos modelos judaico-cristãos desenvolvidos na Europa Ocidental. Os missionários fizeram aquilo que já era feito na Europa Ocidental: reprimir e proibir todas as relações sexuais que não estivessem ao serviço da reprodução. As sexualidades não reprodutivas praticadas naturalmente nessas culturas africanas, americanas e asiáticas foram sujeitas à homofobia cristã. As sociedades africanas pré-coloniais foram sempre capazes de construir um espaço viável para as pessoas que diferiam da maioria, isto é, para as minorias eróticas, mas, aquando da colonização europeia, os missionários cristãos e os ocidentais julgaram ter adquirido o direito exclusivo de propagar a homofobia pelo mundo inteiro. Através da aceitação colonizada da hegemonia cultural e dos preconceitos sexuais ocidentais, as sociedades colonizadas foram forçadas a iniciar a erradicação dos seus nichos eróticos para os dissidentes sexuais. No mundo ocidental, os gregos e os romanos tinham construído nichos culturais para as diversas sexualidades (Amy Richlin), mas, com a adopção do cristianismo como religião oficial de Roma por parte do imperador Constantino I, o Grande, a situação alterou-se radicalmente: a terrível noção judaica do sexo-para-procriação substituiu a noção pagã do sexo-por-prazer. Esta mudança de concepção da sexualidade foi determinada pela passagem do politeísmo para o monoteísmo. O monoteísmo é, por definição, heterosexismo: um único Deus, uma única sexualidade - a heterossexualidade - colocada ao serviço da continuação da espécie humana, um único acto sexual permitido - o pénis na vagina, enfim a consagração exclusiva do casamento heterossexual e da família heteroparental. Em 342, Constante I (Ocidente) e Constâncio II (Oriente), filhos do primeiro imperador cristão de Roma, aboliram o reconhecimento de facto dos casamentos homossexuais. A lei imperial foi gradualmente cristianizada e o paganismo abolido. O primeiro castigo corporal por homossexualidade registou-se em 390, no reinado de Teodósio, o Grande. Embora a literatura e a filosofia continuassem a defender o carácter refinado e civilizado do amor entre homens, os primeiros padres da Igreja, a começar por São Justino, o Mártir, São João Crisóstomo e Santo Agostinho, estabeleceram uma terrível associação entre os actos homossexuais e o abuso sexual de menores, de modo a identificar o sexo com adolescentes como pedofilia e não como pederastia. Com o triunfo do cristianismo, o Ocidente entrou na era do terrorismo mono-sexual que julgou legítimo propagar pelo mundo no decorrer das Descobertas e da colonização europeia abençoada por um Deus Homofóbico. As sociedades colonizadas foram surpreendidas pela homofobia cristã e obrigadas a abdicar da inocência da polissexualidade e dos seus nichos eróticos socialmente reconhecidos: o que os ocidentais através dos missionários homofóbicos introduziram nos novos mundos descobertos não foi a homossexualidade, mas sim a homofobia.
A monografia do missionário Henri A. Junod - Usos e Costumes dos Bantos: A Vida duma Tribo do Sul de África - testemunha essa operação ideológica de apagar as relações homossexuais dos estudos antropológicos. Na mente dos missionários sedimenta-se o ódio dos ensinamentos e das mentiras da escola milenar da homofobia judaico-cristã: a realidade é desvirtuada, distorcida e moldada de modo a adaptar-se ideológica e praticamente à ideologia religiosa castradora. A evangelização é puro acto de violência: a palavra dos Evangelhos distorcida pelo ódio à carne e ao prazer reclama a exclusividade, confiscando e roubando a palavra aos e dos outros. A doutrina cristã propagada pelos missionários visa a mortificação do mundo. Junod não constitui excepção a esta regra cristã que sacrifica o certo - o mundo e a vida - em nome de uma outra vida absolutamente incerta, mas o mesmo já não pode ser dito de Evans-Pritchard que abraçou o caminho da ciência objectiva. Quando publicou pela primeira vez a sua monografia sobre os Zande, Evans-Pritchard omitiu as suas observações da homossexualidade entre os homens deste povo africano. Só no fim do seu percurso vital Evans-Pritchard resolveu partilhá-las, relatando o comportamento entre guerreiros e escudeiros. Os homens zande tinham relações sexuais com rapazes, pedindo a mão do rapaz com uma lança, tal como quando pediam a mão de uma rapariga aos pais desta. De modo semelhante aos samurais e seus aprendizes, os jovens guerreiros zande que viviam na corte tinham rapazes com os quais praticavam relações intercrurais. Embora aceitassem e tolerassem o sexo entre homens, pelo menos a pederastia, os zande tinham horror ao lesbianismo: as mulheres zande dos haréns fabricavam pénis artificiais a partir de tubérculos ou de bananas. Com a publicação destas observações, Evans-Pritchard redimiu-se do seu preconceito sexual, ajudando a compreender a homossexualidade entre os povos africanos pré-coloniais e modernos. A descrição etnográfica de Junod da tribo Tonga constitui um clássico dos estudos africanistas - elogiado por Evans-Pritchard e outros antropólogos - que não omite a sua vida sexual, apesar de reconduzir a homossexualidade tonga para o Apêndice III do primeiro volume, atribuindo-a erradamente à má influência da civilização branca. O título do Apêndice revela desde logo esse preconceito sexual: "Vícios contra a natureza nas casernas de Joanesburgo". Em vez de uma concepção objectiva e imparcial da homossexualidade, Junod defende o seu preconceito sexual homofóbico que condena todo o acto sexual que não seja potencialmente procriador, retomando do estoicismo a ideia do que é ou não natural (Boswell). Assim, segundo Clemente de Alexandria, ter relações sexuais com qualquer outro fim que não o de gerar filhos é violar a natureza. Santo Agostinho e Fílon de Alexandria defenderam ideias semelhantes: os actos que violam a natureza - a tradição ou a lei - são pecados.
Os Padres da Igreja, nomeadamente São Justino, associavam a homossexualidade à religião pagã e, como desejavam ser diferentes dos seus vizinhos pagãos, travaram uma luta sem tréguas contra a promiscuidade sexual, a prostituição, o adultério, a homossexualidade e o sexo com jovens. Para combater a polissexualidade do mundo pagão, os cristãos abraçaram a ideia de antinatural, afirmando que a finalidade do sexo era procriar. Qualquer outro uso do sexo era considerado antinatural. Porém, como demonstrou Ovídio, é muito difícil recorrer à natureza para fundamentar teologicamente os costumes sexuais, porque a natureza não considera vergonhoso que uma bezerra seja montada pelo pai, que a filha de um garanhão possa vir a tornar-se sua parceira de acasalamento ou que o bode entre nos rebanhos que gerou. São João Crisóstomo apresentou as regras de comportamento sexual, condenando os costumes sexuais pagãos em geral e os actos homossexuais em particular. O ataque contra a homossexualidade assenta na ideia de que esta forma de sexualidade do mesmo sexo produzia um terceiro tipo de sexo que não tinha sido criado por Deus. Ao assumir o papel passivo numa relação homossexual, o homem "transforma-se" numa mulher, deixando de conservar a sua natureza de homem sem no entanto se transformar completamente numa natureza feminina. Como disse São Bernardo de Clairvaux, o homem que praticasse actos homossexuais "estava a desonrar a sua masculinidade", tal como a hiena. Para Santo Agostinho, o corpo de um homem é tão superior ao de uma mulher como a alma é ao corpo. Um homem não pode assumir o papel sexual de uma mulher, porque a mulher é inferior ao homem: a homofobia caminha de mãos dadas com a misoginia. Agostinho, Jerónimo, Tertuliano, Enódio, Metódio, Ambrósio e Arnóbio consideravam que o sexo era impuro, repugnante, vergonhoso, imundo e degradante. O aporcalhamento da vida sexual, a homofobia, a misoginia e a condenação do prazer são traços estruturais marcantes que acompanham a ideologia oficial da Igreja Católica na sua tarefa missionária ao longo da história.
Henri Junod tomou conhecimento da homossexualidade da tribo do sul de África por intermédio de um colega missionário que, em Janeiro de 1905, passou perto de um dormitório de Joanesburgo. Um grande grupo de indígenas cantava, dirigindo-se para uma caserna, onde se realizava uma grande festa com dança. Surpreendido pela presença de mulheres nesse grupo, o missionário branco perguntou ao seu evangelista indígena como era possível haver tantas mulheres naquele lugar. O evangelista indígena respondeu-lhe que não eram mulheres: "São tincontchana, rapazes que ataram ao peito falsos seios de mulheres, cortados em madeira, e que vão à dança ocupar o lugar das mulheres". Quando regressarem aos dormitórios, os seus maridos devem pagar-lhes 10 xelins para que eles tirem os seus falsos seios e se submetam aos seus desejos masculinos. Junod chamou esse evangelista para o interrogar sobre tudo o que se passava no interior dos dormitórios. Esta prática homossexual - buncontchana - era uma instituição regular nas casernas dos menores indígenas: "O ncontchana é o rapaz que um outro homem emprega para satisfazer a sua paixão, e o homem é mesmo chamado o nuna dele, o marido. Quando um bando de novos trabalhadores chega a uma caserna, os polícias indígenas, que têm o seu quarto de dormir à entrada do pátio, vêm humutcha (fazer propostas) aos mais novos, não só aos rapazinhos (pois há lá alguns) mas também aos rapazes de vinte anos e mais. Se estes rapazes consentem em se tornarem os seus bancontchana, são tratados com mais indulgência que os outros. Os seus maridos dão-lhes 10 xelins para se casarem com eles (buta) e escolhem-lhes ocupações fáceis, como por exemplo varrer os dormitórios, enquanto os outros vão para o penoso trabalho subterrâneo (das minas). Os que foram escolhidos à chegada pelos polícias recebem provavelmente semelhantes propostas dos seus companheiros mais velhos, que os ajudam depois no trabalho das minas. Mas o marido não deve só ficar noivo desta mulher (nsáti), deve também lobolá-la, celebrando por vezes festas em que põem no chão até 25 libras, matam uma cabra e fazem um contrato pelo qual o ncontchana fica ligado ao seu patrão para todo o tempo que fique nas minas. O irmão mais novo do rapaz recebe o dinheiro nesta desprezível paródia do casamento banto". Alguns maridos pagam ao seu ncontchana de 1 a 10 libras por mês. Quando o contrato celebrado é quebrado, o marido reclama o dinheiro que entregou ao rapaz, mas, se este recusar restituí-lo, o queixoso pode recorrer à arbitragem do director da caserna que geralmente deixa o rapaz seguir a sua vida.
Junod foi um profundo conhecedor da vida social dos bantos e, neste caso da homossexualidade, estava na posse de todas as informações para fazer uma análise objectiva das suas práticas homossexuais regulares, mas a sua mente foi completamente obliterada pela homofobia mórbida. Diante da evidência empírica que lhe é exposta pelo evangelista indígena, a mente homofóbica de Junod deixa-se dominar por uma única preocupação missionária: "extirpar verdadeiramente este flagelo" que não só "destrói subitamente a sua força física", como também "corrompe as origens da (sua) energia moral", pondo "em perigo os próprios fundamentos da vida social banta". Porém, a tarefa missionária de extirpar o vício homossexual esbarra com o facto da "imensa maioria dos próprios indigenas" negar qualquer importância a esta prática homossexual, falando dela "sorrindo": "Os indunas e os polícias indígenas praticam a este respeito a conspiração do silêncio e, sendo os primeiros a exercer a prática indigna, são os maiores culpados". O sorriso dos Machanganas e a sua conspiração do silêncio significam que a prática de actos homossexuais não é estranha ou exterior à cultura banta, até porque "existe - como lembra o próprio Junod - uma canção tonga que diz: Acorda, ncontchana, os galos cantam, não te deixes surpreender pelo nascer do sol". Os Tongas conheciam e praticavam regularmente as relações homossexuais, mas Junod procura iludir esse facto atribuindo a "causa do mal" ao "paganismo grego" e à civilização dos brancos. A concepção da homossexualidade de Junod vacila entre duas noções diferentes: a de homossexualidade situacional e a de pederastia. A noção de homossexualidade situacional insinua-se quando Junod acusa os colonizadores de privarem os indígenas das suas mulheres ou mesmo de prostitutas, condenando-os a viver em condições de vida absolutamente "anormais" nesses enormes aglomerações que eram os dormitórios: a exibição de comportamentos homossexuais é explicada pela privação de mulheres. No entanto, se a homossexualidade tonga fosse meramente situacional, a estrutura normativa que regulava as relações homossexuais entre homens mais velhos e rapazes seria desnecessária. Junod tem consciência disso, porque logo a seguir responsabiliza o paganismo grego por esta "imoralidade". Sem conhecer os gregos, os tongas ritualizaram a pederastia que a mente doentia dos padres da Igreja identificou com a pedofilia, com o objectivo de combater a pederastia grega - um ritual de iniciação indo-europeu (Bernard Sergent, K.J. Dover) - elogiada por um poeta grego anónimo: "Todos os animais irracionais copulam apenas com as fêmeas, mas nós, animais racionais, /Somos superiores nesse aspecto a todos os outros animais: /Descobrimos o sexo entre homens. Os homens sob a influência das mulheres /Não passam de estúpidos animais". Em vez de escutar a sabedoria do poeta grego, o missionário Junod prefere acompanhar a velha estratégia anti-pagã dos padres da Igreja, animalizando a homossexualidade e identificando a pederastia com a pedofilia, o tal vício imoral supostamente introduzido pela cultura dos colonizadores brancos entre os indígenas. As relações homossexuais dos tongas são vistas como abuso sexual de rapazes adolescentes, que, segundo Junod, deve ser criminalizado. Na sociedade homofóbica, o homem que abusa de um rapaz menor é geralmente chamado pedófilo homossexual, enquanto o homem que abusa de uma rapariga é chamado pedófilo sem qualquer referência à sua heterossexualidade: o objectivo desta classificação é associar a pedofilia e a homossexualidade masculina. Mas as informações recolhidas no terreno desmentem esta classificação cristã: os rapazes adolescentes que se casavam com homens adultos nas casernas de Joanesburgo não eram coagidos a ter relações homossexuais com eles, desempenhando o papel de receptores anais. Sem o exercício de coerção sexual por parte do adulto, não há escravatura sexual ou abuso sexual: o sexo era consentido. A psicologia evolutiva demonstrou recentemente que, durante um certo período da adolescência, os rapazes envolvem-se em relações homossexuais, preferindo parceiros sexuais do mesmo sexo mais velhos, e que estas práticas não danificam o desenvolvimento psicossexual destes jovens. Além disso, os dados recolhidos por Junod obrigaram-no a reconhecer que nem todas as relações homossexuais tongas eram pederastas, porque muitas desses contactos homossexuais envolviam relações entre adultos e "rapazes de vinte anos e mais", relações entre jovens com idades próximas, e relações entre adultos, como sucedia nas prisões sul-africanas.
As duas noções de homossexualidade usadas por Junod desmentem as suas teses ideológicas e, ao mesmo tempo, ajudam a clarificar a homofobia que lhes é subjacente. A noção de homossexualidade situacional mostra que o homem heterossexual é potencialmente um omnívoro sexual e que a homossexualidade não é um "vício adquirido" susceptível de "contagiar" os outros através da prática. (:::) A vida sexual dos Tanalas de Madagáscar está liberta da homofobia: a homossexualidade masculina e o travestismo eram aceites (R. Linton). Muitos dos travestis eram homossexuais que podiam desempenhar o papel de esposa secundária. Outros não se casavam e alguns não eram realmente homossexuais activos. O travestismo funcionava como um refúgio habitual para o homem impotente, garantindo-lhe uma condição pessoal definida na comunidade tanala. Quer fossem jovens ou velhos, os travestis - recrutados geralmente do grupo dos filhos mais novos - podiam fazer tudo aquilo que as mulheres faziam e faziam-no muito melhor. Apesar de serem homossexuais, os bailarinos profissionais oscilavam entre práticas homossexuais e práticas heterossexuais. (:::) A homofobia é inimiga do comportamento homossocial e, neste aspecto, pode ser vista como uma estratégia feminina de controlar o comportamento sexual masculino. Ao criar distância e conflitos entre os homens, a homofobia funciona a favor do controlo feminino da sexualidade, deixando os homens vulneráveis diante das mulheres e contribuindo para o seu efeminamento: "Os homens sob a influência das mulheres não passam de estúpidos animais". O cristianismo é, no fundo, uma religião feita por homens-mulheres para mulheres-homens.
Anexo. Na caixa de comentários, o Raul descreveu uma situação que abona a favor da hipótese defendida neste post: "Em Moçambique, quando o tema homossexualidade vem a debate, logo surgem vozes de gente tida como esclarecida, dizendo tratar-se de uma prática introduzida pela cultura do colonizador, europeia. Porém, posso testemunhar a seguinte prática, entre recrutas, praças de 2ª, ou seja, indivíduos que não sabiam ler nem escrever, na Escola Militar de Boane: sempre que havia nova incorporação, alguns praças de 2ª, que já tinham feito a recruta (veteranos), recebiam os novos praças (caloiros) e procuravam escolher de entre estes o que passaria a ser sua “mulher”, com quem passavam a manter relacionamento sexual. Finda a recruta, as “mulheres” voltavam à sua condição de Homens e escolhiam “mulher” entre os novos praças. Tratava-se de uma prática aceite com naturalidade entre este grupo de indivíduos, maioritariamente, originários do Sul de Moçambique. Isto passou-se nos anos sessenta."
J Francisco Saraiva de Sousa

393 comentários:

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J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A actual cultura portuguesa é uma cultura da conversa maldosa: faz as coisas ser no modo de dizer e é, por isso, que nada muda; fora da conversa não existe nada, excepto as vidinhas escondidas de modo envergonhado. :P

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Para os tugas, conhecer é conversar e conversar é fingir ou mesmo mentir. Estudar é fingir que se estuda e saber é fingir que se sabe. O que sabem os portugueses? Nada, os tugas fingem que sabem fazendo as coisas ser no modo de dizer. A mente tuga é cativa da concepção mágica da linguagem!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Isto está cada vez mais divertido nas conversas via e-mail! Recebi um e-mail a contar que determinada figura gay pública não se inclui na classe dos homens. Para ele, um gay não é um homem = macho heterossexual. Ora, numa conversa da SIC, outra figura gay referia-se aos homens como se ele estivesse excluído do grupo: "Vós os homens...". E são ou dizem ser activistas gay da Ilga! :P

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Porém, este facto é tipicamente latino e penso que pode ser interpretado como uma sobrevivência de um aceitação espontanea da homossexualidade nas culturas latinas. Para o suposto "macho latino", comer um gay é prova de virilidade. Este é um comportamento corrente em Portugal. As culturas latinas apreciam o travestismo e o transexualismo: machismo e transexualismo caminham de mãos dadas. Seria interessante pesquisar este padrão cultural e saber se há algum mecanismo biológico que o explique. Este padrão ocorre nas culturas africanas e noutras regiões culturais.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Por exemplo, os açorianos tendem a ser muito mariquinhas, como dizia Natália Correia. Ora, açorianos e madeirenses são grupos arcaicos! Uma pista! Outra pista pode ser a mestiçagem oriunda do sul devido a escravatura!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Outros dois factores indicadores são:

1. A presença da pederastia como prática normalizada que leva os portugueses a ter dificuldade em aceitar a criminalização da pedofilia. Este facto de origem indo-europeia é relativamente bem conhecido.

2. Embora sejam sexualmente independentes, os homossexuais portugueses têm dificuldade em entender essa independência sexual, talvez porque em jovens tenham tido contactos sexuais consentidos com adultos. Este é outro facto bem conhecido.

Sr disse...

Outra pista pode ser a mestiçagem oriunda do sul devido a escravatura!




Ya! e depois ainda vêm com aquele sotaque afectado e cheio de vogais abertaaAAaAaas pra fingir q tem sangue azul como nozes, os daqui, os da Origem da naçom!!

Maldonado disse...

Cultura banto?! Uau, o teu post promete! :-o
Há séculos que não ouvia falar dessa cultura.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sr

Ya, a origem da nação está aqui no Porto: "made in Porto" é marca de alta qualidade! Os "andrades" pensam que já são campeões, tadinhos, são maluquinhos! :oh

Maldonado

Não vou tratar da cultura integral dos Tonga, mas apenas da sua cultura sexual, de modo a criticar a homofobia missionária cristã. :)

Manuel disse...

É necessário parar de estigmatizar o homossexualismo e integrá-lo numa vida familiar de valores católicos.

Refiro-me à inovação de que Portugal pode ser pioneiro: casais de quatro pessoas, com dois homens e duas mulheres, onde a fidelidade, o amor, o respeito e demais valores conservadores podem ser acarinhados.

Onde um homem possa usar um vestido de noiva da cor que mais gostar sem que lhe apontem o dedo.

Trata-se de uma estrutura familiar nuclear mais robusta, onde a possibilidade de combinação sexual é deveras interessante: cada membro do casal tem dois membros do sexo oposto, mais um do mesmo sexo para "experimentar" ao fim-de-semana.

A ideia e suas vantagens foram mais ou menos expostas num vídeo dos Cavalheiros do Apocalipse.

Acho que é altura de abrirmos os olhos!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Manuel

Penso que essa ideia não deve agradar aos homossexuais masculinos e tb femininos, mas pode seduzir pares heterossexuais, pelo menos durante algum tempo. Além disso, para ter esse menu, não é preciso criar essa família nuclear robusta.

Sr disse...

Blogger Manuel disse...



A ideia e suas vantagens foram mais ou menos expostas num vídeo dos Cavalheiros do Apocalipse.

Acho que é altura de abrirmos os olhos!



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LOL, por acaso, tem alguma afinidade pessoal com os Cavalheiros? :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Este era o título que queria dar a este post - uma canção tonga:

"Acorda, ncontchana, os galos cantam, não te deixes surpreender pelo nascer do sol". :)

Maldonado disse...

Então porque é que te referiste no título aos Banto? É que estes são o maior grupo étnico da África subsariana...
Além disso, fascinam imenso todos os especialistas de História de África e de Antropologia, dada a sua riqueza cultural.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, não dei o título da canção por causa da sua extensão... Porém, estou a tratar dos bantos, porque os moçambicanos - os quenianos, os sul-africanos, os tanzanianos, os zambianos, os congoleses, os zimbabwianos, os angolanos - também fazem parte desse grupo bantu, mas depois explico isso. A canção é tonga ou, se quiser, tsonga. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A Rita-Ferreira tem alguns livros sobre os povos ou grupos étnicos de Moçambique, embora neste post siga Junod. Mas, quando abordar outros povos africanos que falam línguas derivadas do bantu, isso vai ficar mais claro. Vou falar dos zulus para rebater a homofobia de Mugabe. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Deste extenso grupo estão excluídos os bosquímanos e os hotentotes que falam khoisan.

Maldonado disse...

Os bosquímanos ou khoi-san são povos pré-bantos, não são bantos.
Realmente a homofobia de Mugabe é doentia, pois, tanto quanto sei de fontes seguras, a homossexualidade sempre esteve presente na cultura tradicional africana.

Sr disse...

N se esqueça de pesquisar tb a extensa bibliografia da fraulein else sobre o tema*

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, a frau tem muitos livros sobre os povos bantos! :)

Maldonado disse...

Uau! Não sabia dessa particularidade da Fraulein! Estou impressionado! :-o

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, já na jovem nação sul-africana a constituição proibe a discriminação da orientação sexual, o que não sucede na Rodésia! Mugabe é um monstro... :(

Maldonado disse...

Mugabe é o Ian Smith negro, digam o que disserem...
Ontem vi na RTP 2 uma interessante entrevista a Christina Lamb acerca da sua mais recente obra traduzida para português que retrata o actual Zimbabué:

http://www.wook.pt/ficha/casa-de-pedra/a/id/1979071

Assim que puder, hei-de ler esse livro.

Fräulein Else disse...

N ligue Maldonado, os meninos estão a gozar cmg. :P

Sr.,

Já tou sacando o filme. A história é muito interessante, é um documentário de um antropólogo gay que vai visitar a tribo com quem esteve durante a juventude; essa tribo (q n me lembro o nome) tem práticas homossexuais antes de chegar à idd adulta e n entendiam q o seu amigo branco era adulto-homosseuxal e oferecem-lhe mulheres para ele se casar. É mais ou menos isto, mas depois de ver o filme, conto-lhe como deve de ser. :)

Maldonado disse...

@Fräulein Else:
A gozar?! Não me parece... :)
Seja como for, para quem aprecia culturas tradicionais, a cultura banto é um tema fascinante, sobretudo no que respeita à religiosidade, usos e costumes...
Sempre a considerar-te. ;)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Frau

O antropólogo só pode ser Tobias Schneebaum.

Maldonado

Os lideres islâmicos radicais, alguns radicados no Reino Unido, e indianos acusam o ocidente de ter introduzido a homossexualidade nos seus países. Ora, o que eles herdaram do ocidente foi a homofobia, porque a sua história e literatura estão repletas de amores gay. A homofobia deles é perseguição do Outro.

Maldonado disse...

Nem mais!
A homofobia também é resultante dos arquétipos judaico-cristãos: o judaísmo iniciou-a, o cristianismo desenvolveu-a e o islamismo concretizou-a da forma mais abjecta.

Sr disse...

Fraulein

okapa, fico à escuta, over 0/


___________________

Quando o F chegar à altura de fazer cruzamento de dados com os desfiles carnavalescos bantus da ilha da madeira eu volto cá pra ler 0/

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ai, a produção do homófobo sobre o desejo vai de mal a pior! Inventa, inventa e inventa, atribui as suas invenções a esquerda para depois a criticar!

Ilha da Madeira? Desconfio que o Sr apanhou muito sol na cuca! :)

Sr disse...

Eu??
entao nunca ouviu falar no celebre bantustão da madeira???
Ai co francisco anda-se a perder nas pesquisas dos annales e depois até se distrai com o q aqui se passa ao pé da porta... tsc tsc

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Então, como não conheço o carnaval da Madeira, não posso fazer cruzamento de dados, mas pela amostra virtual que tenho dos madeiragay eles são muito, muito, muito passivos, a tal ponto que me interrogo: Quem os monta lá na madeira do Jardim? Brinco um pouco... :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Um prof. catedrático que pensa que desprezei o envelhecimento gay na minha pesquisa perguntou-me pelo padrão de envelhecimento. Não me lembro da resposta completa, mas confesso que eles ficam cada vez mais passivos e muito bichas no sentido de se enfeitarem como as meninas bantu da foto! Preciso processar esses dados...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, é preciso dizer a verdade, tendo em conta o tal problema do sangue: há de facto um vastíssimo grupo de homossexuais masculinos, de contornos difíceis de especificar, que não merece confiança, e muitos deles entraram no ensino com efeitos negativos. São excessivamente promíscuos, badalhocos, perigosos, mentirosos, impulsivos e irresponsáveis. Eles andam todo o ano com cio, mas basta a temperatura começar a subir na primavera para ficarem descontrolados: andam pelos sítios de engate e pelas praias, quais cadelas histéricas com cio. Não se pode confiar num indivíduo deste tipo -- e pobre de quem confia numa pessoa deste tipo. Por isso, é preciso separar as águas e esta separação exige lei capaz de os identificar e de os responsabilizar pelos seus abusos. Sim, se estiverem contaminados com um pacote completo de virus, não se inibem em contagiar intencionalmente outros. A verdade é dura mas deve ser dita!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Com a morte dos pais, soltam-se e começam a ficar muito amulherados, isto é, travecas: o efeito da idade conjuga-se com outros factores - tais como a morte de um dos pais - para os abichanar. E um sector começa a interessar-se por jovens, de resto um impulso já presente, reforçado pela necessidade de continuar jovem indefinidamente que os afunda ainda mais nos comportamentos efeminados. Não se pode confiar neles! Incluindo aqueles - os namorados - que embarcam na sua cantiga: o final é sempre triste, feio e trágico.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Porque com o avançar da idade começam a ter problemas de erecção, associados ao desinteresse pelo papel activo: ou arranjam alguém mais jovem, oportunista e chulo-activo, ou entregam-se a práticas sexuais sadomasoquistas e de sexual bondage. Um indivíduo deste tipo não é um "amante" mas um carrasco: o sexo é violência e, como ficam soltos, procuram o perigo, mesmo que o neguem.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E, nessa altura do campeonato, eles têm o ânus e o recto completamente "estragados" e desfigurados: metem lá tudo, cabos de vassoura, pepinos, aboboras, dildos, vibradores, mãos, punhos, braços, correntes, embalagens de desodorizante ou de creme de barbear, uma infinidade de coisas. Comem tudo - e não comem nada - com o c*: são literalmente escravos de um anus esfomeado incapaz de ter prazer. Enfim, um horror!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, é claro que há madeiragay activos, mas, como têm as viagens subsidiadas, viajam até lisboa para concretizar encontros sexuais programados via webcam e e-mail. (Os açorianos preferem o porto.) A rede criou um vasto nicho erótico açoriano-madeirense-continental subsidiado - de algum modo que não vou especificar - pelo Estado. :)

Fräulein Else disse...

"E, nessa altura do campeonato, eles têm o ânus e o recto completamente "estragados" e desfigurados: metem lá tudo, cabos de vassoura, pepinos, aboboras, dildos, vibradores, mãos, punhos, braços, correntes, embalagens de desodorizante ou de creme de barbear, uma infinidade de coisas. Comem tudo - e não comem nada - com o c*: são literalmente escravos de um anus esfomeado incapaz de ter prazer. Enfim, um horror!"

Que doideira! Deus nos livre e nos cuide... ahahah :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E muitos deles trabalham para o ministério da saúde! Como seria de esperar, são profissionais irresponsáveis, tal como os professores e outros funcionários públicos. O Estado financia uma máfia erótica perigosa!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, que doideira e que perigo, mas não devo especificar mais! :)

Fräulein Else disse...

Sim, n especifique, que os nossos olhos (e imaginação) são quase imaculados e assim querem ficar.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, não me referia aos actos e aos comportamentos, mas sim ao funcionamento dessa mafia erótica perigosa. Não, não digo mais nada, até porque ainda tenho os canais de comunicação semi-abertos! :O

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Um desses canais chama-se sex phone acoriano-madeirense: quase estrago tudo com tanta vontade de rir!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Com a pesquisa tornei-me especialista em todas as tecnologias colocadas ao serviço da luxúria sexual! Mas sou muito profissional e sigo o script previamente estabelecido e planeado.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Olhos imaculados? Hmmmmmm... é difícil ter os olhos imaculados tal é a corrupção nacional! :P

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, se a frau fosse de confiança, arranjava-lhe um ingresso para um certo site, onde o meu perfil está a ser assediado. Até precisava de uma ajuda, mas como trabalho sozinho vou pensar numa saída sem ser trocar de identidade! :)

Fräulein Else disse...

"Bem, se a frau fosse de confiança"

Ahahah! Mas eu sou de confiança para os meus... aqui na net é selva. :)

Fräulein Else disse...

http://www.youtube.com/watch?v=2kJMWaOTMv8

bang bang **

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E uma pessoa gira pode ganhar dinheiro, desde que saiba seduzir e exibir-se on-line: o problema reside na marcação de encontros imediatos em hotéis. Sim, porque há gente com muito dinheiro que pagam tudo. Porém, tenho uma solução para esse obstáculo e ousada porque podemos ter o encontro caro sem sexo. Bem, depende do perfil do viajante americano ou japonês... A pesquisa é dura e implica riscos. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Oh, fraulein, com essa música de fundo - bang bang -, ficava as moscas: não dá tusa! :(

Fräulein Else disse...

Ya, o meu amigo moçambicano diz-me q se eu fosse para Moçambique, q lá para casarem cmg ofereciam-me o q eu quisesse e seria rica. É sempre uma hipótese de fuga deste pantanal.
Agora "prostituição virtual"... naaa

Fräulein Else disse...

Essa música é linda, F., e muito sedutora, n percebeu a letra :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, eles compram a noiva, usando mais cabeças de gado do que dinheiro. Refere-se a burguesia local!

Ah, pode ser mas não excita o membro masculino..., depois ouço melhor. :)

Fräulein Else disse...

http://www.youtube.com/watch?v=pUCqJ44LMaE

Ok, tome então uma para excitar o membro masculino. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, são músicas deslocadas do tempo, mas vejo que aprecia esse estilo - "Je t'aime...". Com um pouco de esforço chega-se lá... :)

Fräulein Else disse...

São músicas intemporais. Até porque, sou ignorante sobre o pop de hj. :P

Essa é um clássico: oh mon amour.....

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, mas são clássicos da era dos papás. São girinhas e Veneza lá está... :)

Fräulein Else disse...

Ai oh Francisco, q insensível, até eu fico excitada com os gemidos da Birkin! Amor amor amor! :)

Sr disse...

Chegay!!
fdx, tenho q levantar às 7.30 :S
Bueno, entao, so pra ajudar a fraulein nos seus vds preliminares:


http://www.youtube.com/watch?v=T5Xl0Qry-hA



uma versao do Je t'aime mais moderninha..
http://video.yahoo.com/watch/8652/1352620/watch?v=20tWDFxQq5A



e esta pro francisco ter umas ideias sobre como melhor organizar o seu arquivo durante o fds
http://www.youtube.com/watch?v=GR8jOJZERhs



;P

Sr disse...

zzzZZZz
Alternativa para esse 2º link

http://www.muzu.tv/theprodigy/smack-my-bitch-up-music-video/87956


o.o

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, hoje acordei sem ideias e sem inspiração, tal como ontem a Manuela Ferreira Leite na entrevista onde falou sem nada dizer. Este vazio de ideias parece ser contagioso. E nem as músicas catitas de Sr conseguiram repor ordem. :(

Fräulein Else disse...

Sr.,

Conhecia a versão da Nancy, mas prefiro a da Sheila. Qto ao outro vídeo, a ligação q dispôs n dá.

Maldonado disse...

Realmente aquele neo-nazi só diz patacoadas, as quais só convencem os pobres de espírito. Tristeza!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ya, o neo-nazi culpa o marxismo por tudo e por nada. Acho que ele é um ex-esquerda, segundo me disseram, que trocou um extremo por outro extremo: é encarnação de personalidade autoritária que necessita de enquadramentos colectivos - monarquia, conservadorismo, religião, etc. - para sentir que é alguma coisa. :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Quanto ao Obama, aquilo que ele diz é dito por alguns americanos. Desde que venceu as eleições, um amigo americano envia-me informação semelhante, o que parece significar que os brancos começam a estar preocupados.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A verdade é que o nosso mundo - tal como existe desde a II Guerra Mundial - começa a desmoronar, e as pessoas fechadas no seu egoísmo mesquinho ainda não perceberam que os seus "projectos" de vida têm os dias contados. Ilusões atrás de ilusões: esta sociedade nunca foi grande coisa!

Maldonado disse...

Sim, também reparei que o cromo é um anti-Obama e usa os sofismas comuns dos conservadores americanos.
Não me admiraria nada que o cromo também fosse simpatizante do KKK, pois já constatei laivos de racismo em alguns posts...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, é descaradamente racista e o que o move na crítica de Obama é o racismo.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E a Manuela Ferreira Leite ontem a justificar a sua escassez de competências cognitivas e linguísticas com os seus princípios de consciência! Um espanto, mas este tipo de campanha pode agradar aos portugueses que infelizmente esquecem de usar a cabeça esquecida no WC. Se esquerda não mudar a sua estratégia, as probabilidades do PSD vencer as eleições legislativas aumentam significativamente, porque os tugas gostam desse estilo burreco e mudo de fazer política. :(

Fräulein Else disse...

"Acho que ele é um ex-esquerda, segundo me disseram"

Ai! Pelo amor da santa! Agora anda a investigá-lo? Deixem o homem em paz! Ele tem direito à opinião dele, e se estivesse aberto à discussão convosco (F. e Maldonado), demonstrá-lo-ia. Vivemos numa democracia, ele não ofende ninguém em particular apenas expõe os seus pareceres, como o F. Sentem-se assim tão incomodados por ele ser homófobo e racista? Mas vivemos numa sociedade homófoba e racista! Vivemos numa sociedade medrosa e cobarde, e esses medos manifestos em preconceitos são o quotidiano.

Em todo o caso, ele, tal como vós, é livre e já chateia essa "perseguição".

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A Manuela Ferreira Leite faz tudo para esquecer que foi uma má ministra da educação, mas os professores - como temos visto - constituem uma classe de tudo menos da competência racional: ela está a seduzi-los. Ora, seduzir uma tal classe incompetente significa afundar mais o país. A política do PSD fomenta a corrupção e a ruína de Portugal.

A esquerda devia unir-se e entregar estes professores ao PSD, porque os partidos a esquerda do PS erram sempre que defendem a função pública. Este é o erro crasso da esquerda portuguesa: a função pública não é um bom aliado da luta política de esquerda, porque se corrompe e se vende facilmente. A esquerda que defende a função pública já não é realmente esquerda, mas faz parte do grupo de corruptos sediados em lisboa. A verdade é que há muito tempo não há esquerda em Portugal...

Frau

Ninguém lhe nega o direito de escrever mentiras, mas luta política é luta política!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Só espero que, na próxima entrevista, José Sócrates mude de estilo e de discurso, porque o PS está a sofrer as consequêncis desse estilo númerico, apologético e optimista, que deixa a corrupção e a democracia de lado. As encenações não conquistam votos; apenas dão emprego a acessores decadentes e medíocres. Bastam as pessoas medíocres da lista do PS; acrescentar mais porcaria afunda o navio. :(

Sr disse...

Chegay?

Por falar em função publica. viram no DN, de 4ªf, uma noticia sobre o FET, na qual tb eram revelados os vencimentos e premios chorudos de tds esses fdp?? Fdx, ate me dá vomitos cada vez q tenho q lidar directamente com esses crl, serio bleeerghhh


____________________


Fraulein,
mt estranho essa de preferir essa versao em vez da original da Nancy, lol
o link q n abriu é do Smack my bitch up! :) A seguir novo link.

Btw, no post anterior do francisco sobre os casais, viu o excerto do a.malraux q lá postei? Na entrevista ele n o revela, mas so pode tar a falar da Lou ;P


Well, vou postar City Center e deixo ag aqui as the pierces pro francisco ficar a pensar se é assim tão mau tar boring...

http://www.youtube.com/watch?v=GXbk3OL-t-s ,





uhu :P

Fräulein Else disse...

Engana-se. Quem primeiro gravou essa canção foi a Cher. :P

Fräulein Else disse...

Prefiro a da Sheila, pq é mais alegre e engraçada. :)
E é em franciu.

Fräulein Else disse...

"Bang Bang (My Baby Shot Me Down)" is the second single by singer-actress Cher from her second studio album The Sonny Side of Cher. The song was written by Sonny Bono and released in 1966. The song reached number three in the UK Singles Chart and number two on the Billboard Hot 100. The same year, the song was covered by Nancy Sinatra."

fonte: Wikipédia.

Só naquela de ter a certeza.

Sr disse...

tava convencido q era da nancy :O Se bem q tb n faz propriamente o meu estilolz :))
entao, tb deve adorar isto http://www.youtube.com/watch?v=918eHpl9_zc


ganda filme, btw ^^

Fräulein Else disse...

Sim, adoro a Mina!
Choro sempre com esta: http://www.youtube.com/watch?v=11mejVpT6Yg

A Carla Sem Voz Bruni tb fez versão.

Fräulein Else disse...

Sr.,

Já vi o doc, e aconselho vivamente fazer aquelas viagens com o Tobias Schneebaum: regressos aos lugares onde viveu como estudioso, mas sobretudo como homem que foi capaz de se integrar em culturas completamente diferentes da sua, de forma autêntica, sem snobismo intelectual- quem me dera a mim, ter essa sabedoria! A nós todos!
Uma lição. :)

Fräulein Else disse...

Ah, sim, já vi o "L'Eclisse" do Michelangelo Antonioni toda a tetralogia da "incomunicabilidade" dele. O meu preferido é o "Deserto Rosso", o último.

Sr disse...

Chora com a mina? ahahah q crocodilazinha q me saiu :P
tome la pra xorar à maneira http://www.youtube.com/watch?v=uu1Z2PoaE5I (maneirista mesmo, eu diria ;))

Gosto de tds os do antonioni - so pode - , mas axo q o meu fav é mesmo o Eclipse.

A copia do filme da L.Cvani q postei no meu forum é q ta mesmo mt má eishh. Se alguem tiver outro link q se chegue à frt, q eu n me apetece proc mais o.^

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Claro que o Tobias Schneebaum se integrou nas orgias sexuais: chegou a mamar 14 rapazes da tribo. :)

Fräulein Else disse...

Ya... "no fundo sou um(a) sentimental, herdei do espírito lusitano uma dose de lirismo, além da sífilis, é claro" :D

Fräulein Else disse...

Sim, ele no doc apresenta-nos o seu amante da tribo da Nova Guiné... e vê-se mesmo q há amor entre eles, mesmo depois de décadas separados. Muito belo. :)

Sr disse...

Hmmm, n sei se irei ver esse, ja tenho tanta coisa em fila de espera... :S Mas, se me garantirem q tb la entra uma tribo de funcionarios do estado a serem enrrabados, sou capaz de abrir uma excepçaozita..



:)


Melhor surpresa da semana http://www.myspace.com/citycenternyc

Logo q possa posto, e ele agradece 0/

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Funcionários do Estado enrabados? Hmmmm... isso é o que eles querem: eles merecem algo que não lhes dê prazer: suplício sofredor, tiros, facadas, porrada... :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Termino o dia "diamantino": só não ponho um diamante na pila porque não ando com ela a mostra! O restante está tudo marcado pela presença de... Vamos ver se acordo com outro horizonte!

Fräulein Else disse...

O F. precisa é de apanhar Sol. Eu tou pelos Algarves, q bem preciso.
:)

Sr disse...

No algarver? very nicer!
Se o vir, dê lá cumprimentos ao meu tio Quim e restante malta do rendimento social de inserção, catano!



\0/

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sr

Sim, Portugal é um país muito triste de pobreza envergonhada! Só espero que o seu tio não seja aquele que faleceu no tal acidente na praia do sul.

Frau

Sol já tenho há vários dias! :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Mais uma vitória do FCPorto por 3/0. O Rui Santos iniciou - na SICNotícias - a sua campanha de mentiras e de inverdades. Se fosse escutado, a sua "verdade desportiva" levava o futebol português à ruína. Quem precisa de mudar de mentalidade é o próprio Rui Santos, cujo veneno encarnado é frouxo. O árbitro procedeu bem, impondo disciplina e foi leve, porque os jogadores do Nacional estavam muito agressivos e indisciplinados: jogo é jogo, não é manha dos fracos. É assim que se conquista público - com jogo limpo sem veneno de jornalistas medíocres e clubistas.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Os benfiquistas vão chegar tarde à conclusão de que o seu treinador é bluff, além de ser inestético e explosivo. Daqui a uns jogos tem a cabeça em fumo e os jogadores estourados. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Rui Santos é mesmo ridículo... Triste figura!

Denise disse...

Está por cá e não diz nada?! Marota!

Fräulein Else disse...

"Sol já tenho há vários dias! :)"

É? N se nota, pela foto tem ar pálido, como as ideias, por vezes. ;P

Deni,

Fui a correr, despedir-me da família. Já tou cá em Lx.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, mais vale ser "pálido" do que não-branco, como a frau, que, além disso, adere ao efeito manada como se fosse um insecto. :P

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

O PS lidera as sondagens e, por isso, com o PSD e o BE em queda livre, pode pedir uma maioria absoluta reforçada: a Manuela Ferreira Leite e o Louçã são cartas facilmente descartáveis.

O PS deve tratá-los como zombies de Cavaco Silva! Votar no BE ou no PCP é desperdiçar votos, fazendo o jogo da direita reaccionária portuguesa. Votar no PSD da bruxa é votar em Cavaco Silva, cujos governos conduziram ao agravamento da crise estrutural do país. Cavaco e Manuela são dois seres destituídos de mente autónoma e de cultura: venceram sem nunca terem lido um bom livro. Por isso, odeiam a cultura.

O bom-voto é no PS. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Na sua entrevista na RTP1, a Manuela Ferreira Leite reconheceu as suas limitações linguísticas e cognitivas, mas, em vez de prometer aprofundar as suas habilidades, fez o elogia da ausência de ideias. A mulher é simplesmente um zombie e os simpatizantes do PSD devem votar no PS, sobretudo os que são do Norte e do Porto. Como instrumento de Cavaco, a Manuela não tolera a oposição: ou se canta com a mudez de Cavaco ou se vai para a rua, como sucedeu com o Coelho. Ela é uma figura salazarista! Um horror!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A entrevista da RTP1 é histórica: Manuela Ferreira Leite não percebe nada de nada e fala como se estivesse num mercado da mouraria. Votar nela é o mesmo que votar numa dessas galinhas que correm feitas tontas pelas ruas sujas da capital!

O voto desejado e desejável é no PS. Vamos todos votar no PS, até porque não queremos ver o zé-do-pipo chamado Alberto João Jardim. O fascismo está na raíz da crise estrutural portuguesa e votar nessas figuras é votar no fascismo. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

É preciso ter em conta estes factos:

1. O PCP e o BE não são alternativas de esquerda verdadeira, porque os seus programas são populistas: prometem o que não podem cumprir. Votar nessas forças políticas é o mesmo que votar na direita ladra e corrupta, porque dispersam os votos no espaço da esquerda sem ter possibilidade de vencer as eleições.

2. Votar no PSD é votar no abismo, isto é, na continuação da crise que os seus membros produziram. É votar em bancos laranjas que faliram. É socializar os prejuízos dessas laranjas gordas e corruptas. O PSD é a maldade portuguesa personificada numa força política.

3. O voto correcto e útil é no PS! Votar no PS é escolher a liberdade, a democracia e a justiça social. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, Paulo Portas? Ainda escutam o CDS? O destino de Paulo Portas é uma viagem sem regresso até a Disneylândia! :D

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

O nariz da frau Else cresce como o do Pinóquio, porque "frau" vem de "fraude"! A frau é muito tonta! :D

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

O PS e José Sócrates devem avançar com um projecto de futuro, de modo a iluminar os erros do passado cometidos pelo PSD e consolidados na corrupção laranja, e a construir um futuro inteiramente novo para Portugal. O facto de pessoas ligadas a Cavaco Silva não terem clarificado se colaboraram ou não na feitura do pseudo-programa do PSD mostra que q Manuela Ferreira Leite é um instrumento - sem ideiaas próprias, logo um zombie - usado por Belém para tomar conta do poder executivo. Daqui decorre que o PSD é um instrumento da presidência da república: um partido descaracterizado e sem projecto, profundamente envolvido no agravamento da crise estrutural de Portugal. Sem clarificação, a luta eleitoral é contra Cavaco Silva. Falar do futuro novo iluminando estes erros estruturais é a melhor estratégia para seduzir o eleitorado. A luta contra os zombies do PSD/Belém é um luta nobre! O país está cansado desses zombies laranjas e corruptos. É a partir do futuro que se fala do passado! O PS deve ser positivo na afirmação de um projecto de futuro; só deste modo pode criticar e denunciar o passado construído pelo PSD.

O voto certo é no PS. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Votar na Manuela Ferreira Leite é o mesmo que votar num zombie manipulado por Belém!

Votar no PS é optar pela mudança social qualitativa, pela inovação tecnológica e pela libertação do país dessas classes de feiticeiros que se apropriam do dinheiro público. Denunciar a corrupção é um dever de todos os portugueses, porque é na luta contra a corrupção que podemos ter esperança no futuro. A Manuela Ferreira Leite não fala da corrupção que envolve personalidades do PSD, porque a sua missão é silenciar e branquear a situação, de modo a perpetuar a própria corrupção das classes dirigentes. Os zombies não falam e não pensam, porque são meros instrumentos de poderes ocultos.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Votar no PSD é votar na crise e na corrupção neoliberal que lhe deu origem! Votar no neoliberlismo é suicídio! Votar no PSD é votar nos bancos laranjas que faliram, é votar contra a cultura e a educação, é votar contra os poderes reguladores do Estado, é votar contra a segurança social e o serviço nacional de saúde, é votar em múmias velhas que não sabem pensar e falar, é votar na ditadura desejada pela Manuela, enfim, é votar nas mesmas pessoas que nos conduziram a crise! Os portugueses não podem nem devem cometer esse erro atroz - votar no PSD, no PCP e no BE. O fluir do tempo não aconselha a cometer erros desse tipo, porque o tempo escasseia para Portugal.

O voto inteligente e libertador é no PS. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A tecnologia pode ajudar a campanha do PS se este souber usar imagens da Manuela a dizer disparates e a ansiar pela ditadura dos 6 meses e confrontá-las com contra-imagens libertadoras, logo dialécticas, que mostram membros do PSD ou estruturas laranjas envolvidas na corrupção nacional. Também se pode mostrar AJ Jardim a fazer macacada num zoo, por exemplo, ou a Manuela colocada num filme de terror: as imagens dialécticas libertam o espírito, revelando a verdadeira natureza das coisas sem os véus ideológicos da direita reaccionária.

O voto livre e responsável é no PS. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A imagem dialéctica deve mostrar que a Manuela Ferreira Leite não parece ser um zombie, mas é efectivamente um zombie, ou que AJ Jardim é um zé-do-pipo que bebe directamente da pipa de vinho, donde tira o seu aspecto ébrio!

A luta política deve mostrar a verdade! O PS deve assumir a verdade que denuncia as mentiras da Manuela, zombie sem ideias e sem dom da palavra. A democracia é o poder da palavra e quem não usa esse poder revela a sua nostalgia da violência fascista. Votar no PS é votar contra estas trevas salazaristas! :)

Aveugle.Papillon disse...

"O nariz da frau Else cresce como o do Pinóquio, porque "frau" vem de "fraude"! A frau é muito tonta! :D"

Tomara o F. ter um nariz lindo como o meu: pequenino, fino e arrebitado, à franciu. Mas como deve ter uma batata gorda e feia, faz "trocadalhos" com as palavras e ofende ou melhor tenta ofender: "não-branca" - o q é isso?

Enfim... muito pouca criatividade nessa cabeça "ariana".

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Pequenino e achatado! É um nariz não-branco! E é difícil um nariz arrebitado e fino, pequeno e achatado, ser bonito! :P

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Não-branca significa - pertencente a outra raça, sem a especificar! :O

Aveugle.Papillon disse...

N é nada achatado. Nunca viu o meu nariz. É muito perfeitinho! :P

Mas porquê agora essa mania de dizer que sou não-branca? Tá bem. Como queira. Vou jantar.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A frau faz cagalhões! :PPPTTTOFF

Fräulein Else disse...

Ai q pobrezinho. O Francisco anda de prisão de ventre mental, está dito...
Um cafézinho resolve o assunto.
;)

Ass. The Most Beautiful Nose.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ahahahahahah... A Else não sabe processar informação e depois rir: é insegura e superficial! :O

Aveugle.Papillon disse...

Hmmm... claro! Sou mulher!
Além disso a beleza n é assunto "superficial"; só para os feios! :)

Muito cansada, me despeço.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, esse assunto dos feios não me afecta, porque sou giro desde bebé! E não sou eu que o digo, nunca diria tal coisa de mim mesmo, mas sim os outros que me conhecem. Algumas dessas pessoas vão mais longe e dizem que, no meu caso, fui desenhado por Deus: form única e especial. Portanto, essa treta do feio não me toca nem me interessa. Aconselho-a a aguardar as reacções/opiniões dos outros, em vez de se auto-intitular bonita e perfeita, porque isso é feio e tolo! ;P

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Além disso, toda esta conversa da treta resultou de uma péssima interpretação que fez das minhas palavras: o nariz do pinóquio crescia quando ele mentia. Insinuei que a frau podia estar a lançar postas-de-pescada para o ar, nada mais! Como resultou dessa brincadeira a discussão da beleza não sei! A frau não sabe brincar! :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, e como sou educado, fico por aqui, porque podia lembrar-lhe que uma pessoa deveras bonita tem uma inclinação quase-fatal por pessoas menos bonitas ou mesmo feias. E isto devido à interiorização do estigma da beleza: um ser bonito é, por definição, um ser que intimida os outros que não lhe perdoam a sua beleza. Sempre foi assim na história da humanidade...

Fräulein Else disse...

Ahahahah...

Tanto discurso... Só balelas! Eu n o chamei "feio", nunca o vi nem tenho intenções. Se lhe serviu a carapuça, o F. é q sabe.
Ah e n se preocupe com a minha beleza, tenho para dar e vender... :D
Ah e quem n sabe brincar é o F. Isso é nítido. É muito inteligente e culto, mas sentido de humor... ui ui.

Fräulein Else disse...

Mas tb n se preocupe pq sentido de humor ou se tem ou n se tem; é um pouco com a beleza, por acaso. N vale a pena nos esforçarmos. Aliás, qd nos esforçamos é q estragamos tudo...

Fräulein Else disse...

"uma pessoa deveras bonita tem uma inclinação quase-fatal por pessoas menos bonitas ou mesmo feias"

Confirma-se! Sempre andei com pessoas menos bonitas, mas feias, n digo, sobretudo de corpo q é o q importa. :)

Obg, senhor cientista!

Fräulein Else disse...

E, sim, o estigma sente-se. Os homens intimidam-se e as mulheres invejam...mas é a vida. A beleza é, por vezes, bendita, por vezes, maldita. :(

Sr disse...

Bom dia!



n me apeteceu ler td pra trás, pelo q n sei se percebi bem:
a fraulein axa-se bela mas com o nariz horrivel e daí ir brevemente ao estrangeiro pra se fazer operar.
Sabendo disso, o francisco, por sua vez, fustiga-a pq continua a querer ignorar o grau de sucesso e satisfação q a politica de maquilhagem do PS sempre deu provas.
É isso, né?

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A frau comporta-se como Cavaco Silva, cuja homofobia vetou a lei do enquadramento jurídico das uniões de facto. Além de ser um figura triste e feia, este presidente dos reccionários é mesmo venenoso, medíocre e inculto.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

De todos os presidentes da república, Cavaco Silva é o mais pardacento: a sua imagem não traz prestígio a Portugal. O PS deve combater este presidente da direita reaccionária. :(

Espero que Mário Soares e Jorge Sampaio ajudem a desmistificar este homem das cavernas. Uma jornalista já disse umas verdades: a do Eixo do Mal (SICNotícias).

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sr

Entre axar e ser há uma diferença abismal, mas, como não quero conhecer a frau, nunca irei medir essa diferença. :AH

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Nietzsche explica o comportamento do PR: uma figura habitada pelo ressentimento e pelo ódio dirigido contra a cultura superior! Um horror! Que Deus nos livre da sua acção maléfica!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Frau

Esse estigma da beleza produz muita maldade e violência. E não disse que era feia, porque não a conheço nem estou interessado em conhecê-la. :)

Maldonado disse...

@J. Francisco Saraiva de Sousa e Fräulein Else:
Façam as pazes e fumem o cachimbo da paz (com aquela erva que alegra a malta). Não há necessidade de se estar na necessidade... :)

Sr disse...

LOL, imaginar o nietzsche a analisar o cavaco é de uma crueldade atróz.


Por falar em crueldade. Tou pra aqui a aprofundar o Sade e, aqui num txt em q um seu comentador refere q freud e seus discipulos associaram a sua obsessão pela "enumeração" ao onanismo e o gosto pelos suplicios à meticulosidade...
Axo q entendo a associação da 1ª, mas, ainda assim, pode ser q me ilumine com a sua interpretação ;P

Sr disse...

atroz*
dass a minha gata é pior co cavaco

Sr disse...

lol, lembrei-me q tinha aqui um gif antigo pra comprovar todo o meu sofrimento http://i204.photobucket.com/albums/bb106/iso101/Picture36-1.gif


A gaja é simplesmente TARADA POR TECLAS!!!


LOL, ate me faz trocar links e faz com q o comp apague palavras*

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, essas associações não são estatísticas: a sua obsessão pela "enumeração" ao onanismo e o gosto pelos suplicios à meticulosidade. Mas a última pode ser operacionalizada, até porque existem homicidas que são brutalmente racionais - racionalidade estreita - e meticulosos no modo de operar o homicídio. Tudo muito bem planeado e dotado de uma certa lógica. Onanismo e enumeração pode parecer evidente, mas deve ser uma relação remota.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

O suplício é uma arte que exige conhecimento; caso contrário, é pura brutalidade e violência.

Sr disse...

lol, claro q n sao estatisticos, a ciencia nem existia à epoca.

"Onanismo e enumeração pode parecer evidente, mas deve ser uma relação remota."
mesmo remota conte lá entao o q pensa sobre essa relação, plz

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E essa arte permite distinguir entre os sádicos verdadeiros e os pseudo-sádicos. O sadismo sexual não é necessariamente violento, porque, se o fosse, seria homicídio sexual.

A ligação entre onanismo e enumeração pode ser explicitada a partir das palavras usadas para designar o onanismo, mas esta não é uma ligação estrutural...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, para explicitar essa ligação, seria necessário analisar os campos lexicais relativos ao onanismo e as suas ligações internas. Os dedos, a contagem, os trabalhos, etc., são termos que dominam esses campos semânticos. Seguia esta via porque não sou pansexualista como certos freudianos. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

No entanto, se seguisse essa via mediada pela linguagem, muitos fenómenos poderiam ser iluminados e a relação evidenciada a diversos níveis, em especial ao nível do cérebro masculino e do papel organizacional da testosterona, mesmo no que diz respeito a dominancia hemisférica. O modo de planear os estudos sempre molda os resultados...

Aveugle.Papillon disse...

Ahahah!

O Francisco é tão tonto q nem percebe as piadas do Sr.

Sr.,

Não vale a pena. ;)
E estou quase a ir.............. :D

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ora, os neuroestudos sobre as habilidades cognitivas revelam já essa ligação entre o cérebro masculino e certas habilidades matemáticas. O sexo está sempre presente, mas liberto do pansexualismo freudiano. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ou a frau é tão tonta que não percebe o meu estilo de gozar com conhecimento, distribuindo atestados de burrice on-line. Tonta!

Aveugle.Papillon disse...

Maldonado,

Eu estou sempre em paz.´
Mas podemos combinar fumar na mesma ervinha boa! :D

Aveugle.Papillon disse...

"o meu estilo de gozar com conhecimento"

Cada tiro, cada melro.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, a frau é cognitivamente limitada e, como não percebe das coisas, diz fazer humor... Enfim, cada macaco com os seus traumas cerebrais... :O

Sr disse...

Hmmm n é por aí.. Mas axo q ja sei.
Se sabemos q a fase anal(masturbaçao etc) é associada à auto-determinação, dominio e tal, então, a enumeração-onanismo deverá ser interp como a desmultiplicação e verificação(n contemplação) do proprio prazer na sua soma. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, mas esse modo de ver é metafórico... :)

Aveugle.Papillon disse...

Ahahahah!

O F. é mais tonto do q o q parece.

Sr disse...

o livro fundamental(e mais visionario) pra entender estas coisas é mesmo o Sade-Masoch, do Deleuze. Pena q n o tenho aqui agora :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A frau é um peido engarrafado e já cheia mal. :O

Sr disse...

lol , sim, parece meio hegeliana, mas, n, tds estes mecanismos foram bem explicitados pela pesquisa freudiana, nao?


brb

Aveugle.Papillon disse...

"A frau é um peido engarrafado e já cheia mal"

Q tonto. Era o q lhe diziam na escolinha, era?

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A teoria freudiana do desenvolvimento psicossexual já não é levada a sério, sobretudo depois de conhecermos a genética da determinação e da diferenciação sexual. Com tempo teremos uma alternativa forte e, mesmo no domínio da psicologia, já existem outros modelos. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

"Escolinha": que linguagem saloia e ultrapassada! Enfim, a frau é uma fraude demente... :(

Aveugle.Papillon disse...

«"Escolinha": que linguagem saloia e ultrapassada! Enfim, a frau é uma fraude demente... :(»

Já percebemos q não tem mesmo estofo. Por isso, n o vou fazer enterrar-se mais. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, já percebemos que a frau é parola e venenosa no sentido nietzschiano do termo: quer mandar bocas sem receber troco. Ora, cresça mentalmente e torne-se um pessoa agradável. Tal como se revela, é uma pessoa virtual desagradável e mesquinha.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, e quem não tem estofo intelectual é a frau que desvia as conversas para temas menores e medíocres. O uso do plural significa - "nós os lisboetas"? Se é lisboeta, é uma excepção a regra... Enfim, tontice mais tontice sobre tontice. :P

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ou pensou que a levava a sério? Mais outra - sua - ilusão fraudulenta!

Aveugle.Papillon disse...

Mas que troco, De Sousa?

Ainda n se apercebeu q aquilo q diz é pateta e non-sense? Se o provoco é com graça; o seu "troco" é ofender como um menino da primária!

Mas diga o que queira, aliás, qt mais disser mais demonstra o q é.

Aveugle.Papillon disse...

E depois sempre a mesma conversa dos "lisboetas"... enfim. The same over the same. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ahahah... agora recorre a estratégia da vitimização, como se fosse inocente!

Aveugle.Papillon disse...

Vitimização? Nunca. Eu sou lisboeta, mas n me sinto ofendida com aquilo q vomita sobre os lisboetas. :)

Aveugle.Papillon disse...

E n me vitimizei: admito q o provoco, mas n tem estofo para me responder à altura e dispara, ofendendo sem causa. Assim n dá pica. Fraquinho. :)

Aveugle.Papillon disse...

Mas n o irrito mais, don't worry!

Vou fazer uma massinha com salmão. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bah... falta de imaginação! Como não tem autonomia de ser um indivíduo, esconde-se atrás de um rótulo - sou lisboeta! Francamente, ganhe juízo e perceba aquilo que é dito: criticr o poder central não é o mesmo que criticar os lisboetas ou pseudo-lisboetas. Aliás, quem está sempre a tentar sujar a imagem dos portuenses é a frau que já chamou ordinárias as mulheres do norte. Enfim... ainda não percebeu que o Porto dispensa as suas opiniões estereotipadas. Sim, a frau é pura reificação e sedimentação geológica de preconceitos: não pensa, repete...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, não dá pica teclar com uma lisboeta (?) que se auto-ilude e que desvia a conversa para assuntos fora da agenda. Bem, talvez o salmão ajude o seu coração a funcionar a um outro ritmo. :O

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Salmão e massinha não é um bom casamento gastronómico! :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

De facto, Lisboa nunca teve boa cozinha! Todas as regiões têm os seus pratos e receitas consagradas; Lisboa não tem cozinha! Outro facto... :)

Sr disse...

Lisboa n tem cozinha, xiii temo q ag é q a frau n volte mais a este blog... :S

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sr

Ainda outro dia estavamos a discutir a culinária nacional e ninguém se lembrou de um prato regional lisboeta, para além dos caracóis! Eu que conheço bem lisboa não me lembro de comer alguma coisa boa que seja feita na capital. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, vou arranjar energia para concluir o post e serenar longe da frau e das suas intriguinhas africanas. :)

Aveugle.Papillon disse...

Por acaso, n sei qual é a cozinha lisboeta, mas posso consultar a minha mãe q é especialista.
Sim, aqui só se come bem, caro.

Francisco,

liga bem, sim. É à italiana. Massa de um lado a cozer al dente; posta do salmão do outro a cozer e frigideira com muito alho, bom azeite e tomates madurinhos descascados. Desfia-se o peixe, mistura-se tudo e, como sou gulosa, junto queijo roquefort, para ficar picante. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E não fica pesado? O salmão comido em quantidade pesa. Mas cozido é diferente, pensava em grelhado.

Sim, diga se há um prato regional lisboeta, porque não conheço ou, se conheço, não o ligo a lisboa. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, para não dizerem que sou um portuense egoísta, vou dar uma receita de um bolo gelado a minha moda portista.

Façam um pão de ló bem feito, pelo menos com cinco a seis ovos e as respectivas quantidades de farinha e de açucar. Deixem ficar frio e cortem as fatias.

Precisam de uma forma redonda sem aquela coisa no meio.

Um lata de pessego cortado aos pedaços e algumas cerejas.

Cinco ou quatro pacotes de natas bem batidas e açucaradas.

A forma deve ser coberta com papel vegetal. No fundo, começam por colocar o pessego e as cerejas, fazendo desenhos geométricos. Depois colocam natas qb e, por cima, uma rodada de fatias de pão de ló. Depois novamente pessego, por cima natas e assim sucessivamente até esgotarem os ingredientes. O bolo deve ir ao frigorífico ou geleira e ser serviço geladinho.

Faço outras variações, mas esta é a mais simples: Bolo gelaado a la Francisco!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A última camada deve ser de natas. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, o bolo deve ficar consistente; por isso, as camadas de pão de ló devem ser calcadas e não regadas com a calda do pessego. É um bolo gelado e não ensopado. Depois de sair da geleira é desenformado e o papel vegetal sacado. Fica um bolo grande e bonito e é deveras bom como eu. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Em vez das natas, podem ser utilizados outros tipos de leite: os sabores são ligeiramente diferentes, mas, como Portugal não é tropical, aconselho as natas. :)

Aveugle.Papillon disse...

Não fica pesado. Ou se fica, n sei. Sou mulher de alimento, preciso de comer muito. :)

Aveugle.Papillon disse...

A minha cunhada indiana, ou melhor a sua tia, presentou-nos uma vez com uma receita parecida, mas levava gelatina. Muito fresquinho e bom. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, depois de comer uma, duas, 3 fatias do meu bolo gelado, bebam um calice de vinho do Porto gelado! Bom apetite! :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, podemos recriar versões fantasiadas a partir da massa do pão de ló! Sim, é bom... :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, eu já disse diversas vezes que não tenho tempo para responder a e-mails provenientes ou associados aos meus blogues. Um caso ou outro até posso trocar algumas impressões, mas fornecer bibliografias não faço, porque isso faz parte da própria avaliação da investigação.

A maior parte das obras que uso não está traduzida em português. É escusado responder a questões desse tipo, porque basta fazer um googleada!

Lamento, mas não faço esse jeito bibliográfico ou ligado a hipótese de trabalho, porque acho isso desonesto. Os autores devem ser referidos e não apropriados como se não existissem.

Porém, sugiro que, em vez de e-mail, deixem comentários aqui no blogue, onde outras pessoas podem participar ou ajudar se assim o entenderem. Além disso, estou de férias!

Raul disse...

Excelente análise! Em Moçambique, quando o tema homossexualidade vem a debate, logo surgem vozes de gente tida como esclarecida, dizendo tratar-se de uma prática introduzida pela cultura do colonizador, europeia.
Porém, posso testemunhar a seguinte prática, entre recrutas, praças de 2ª, ou seja, indivíduos que não sabiam ler nem escrever, na Escola Militar de Boane: sempre que havia nova incorporação, alguns praças de 2ª, que já tinham feito a recruta (veteranos), recebiam os novos praças (caloiros) e procuravam escolher de entre estes o que passaria a ser sua “mulher”, com quem passavam a manter relacionamento sexual.
Finda a recruta, as “mulheres” voltavam à sua condição de Homens e escolhiam “mulher” entre os novos praças.
Tratava-se de uma prática aceite com naturalidade entre este grupo de indivíduos, maioritariamente, originários do Sul de Moçambique. Isto passou-se nos anos sessenta.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Por exemplo, e respondendo por esta via aberta a um e-mail de um colega simpático, sobre James Burnham não há uma única obra em português de Portugal: usei os livros em inglês e suspeito que não estejam disponíveis novas edições, dado o predomínio da bibliografia neoliberal e das suas tretas. No entanto, há uma editora on-line que pode ver uma ou outra obra deste autor em segunda mão. E sobre as elites o melhor é procurar em inglês!

Mas não sou eu que preciso fazer essa pesquisa, porque tenho os livros. Quem precisa das obras é que deve pesquisar. Agradeço a confiança depositada em mim. Porém, lamento, porque é preciso esforço honesto para merecer aplauso! :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Raul

Obrigado pela prova que fornece, porque essa é a imagem que a antropologia fornece desses povos. Mugabe herdou a homofobia cristã e atribui aos colonizadores aquilo que é uma prática comum no seu povo. Já escutei um militar português a dizer isso que acaba de partilhar connosco. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Raul

Boane fica em Moçambique e, se assim for, Junod foi missionário em Lourenço Marques - Maputo - antes de partir para a África do Sul. Os indígenas que trabalhavam nas minas eram provenientes de Moçambique.

Aquilo que disse mostra a naturalidade das relações homossexuais nestes povos africanos e desmente o carácter "contagioso" da homossexualidade, porque os que foram sodomizados em jovens sodomizam depois em adultos. O que está em debate é o tipo de acto praticado, embora o sexo anal seja claramente praticado.

Já agora acrescento outro dado: em Portugal os indivíduos negros fazem sexo com homossexuais portugueses, sem que essa prática os perturbe ou lhes vede o acesso a mulheres. Mais outro sinal ou prova da naturalidade da homossexualidade banto.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Peço desculpa pelo meu lapso. Claro... trata-se de Moçambique, um país e um povo a quem desejo muitas felicidades e sucesso! :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, com este post

http://espectivas.wordpress.com/2009/08/24/o-feminismo-a-maripili-e-o-manolo/

o Orlando Braga revela falta de bom-senso, confusão mental e degradação cognitiva total: o cérebro homófobo está completamente danificado. O seu texto é um cozinhado de mentiras, falsidades e abusos, que, como resultado, cede a tal figura de maripili. E a biologia da reprodução sexual revela diversidade total, mas nem todas as espécies são sexuais. O homem é mesmo tarado da cuca! :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Quer ser um manolo, mas não escapa ao poder da maripili: o Orlando Braga é uma maripili que produz prejuízos na empresa masculina! :O

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Estou farto da estupidez deste falso-homem - Orlando Braga - que envergonha o género masculino:

1. Fala da Escola de Frankfurt que liga ao darwinismo social. Já reparou neste casamento disparatado! As obras da teoria crítica combateram o darwinismo social sem tréguas e, se a teoria crítica fosse culturalista, o que não é, não poderia dar apoio a uma teoria racista. A noção de O. Braga da biologia é claramente nazi. A biologia da reprodução não revela uma única estratégia de acasalamento mas uma multiplicidade delas que pode coexistir na mesma espécie.

2. A teoria crítica nunca desprezou a dimensão biológica, mas não cedeu ao darwinismo e muito menos ao darwinismo social. Sim, basta ler Marcuse que numa das suas obras critica o efeminamento dos homens e Adorno é neste aspecto mais duro, mas - é certo - não defendem o seu manolo.

3. A ligação entre marxismo, feminismo e nietzschianismo não é pacífica: Marx e Engels nunca negaram as diferenças biológicas e sexuais.

4. Enfim, deixe a filosofia e a ciência em paz, tome uma boa dose de droga e morra sozinho. A sua presença começa a ser desagradável.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Homófobo: Vá até uma estação de serviço, a de Viseu, por ex., e satisfaça a sua curiosidade: enrabe ou deixe que os camionistas o enrabem. Faça o que quiser mas desapareça de vez: é um pessoa desagradável, falsa, mentirosa e mesquinha. :-(

Aveugle.Papillon disse...

"Vá até uma estação de serviço, a de Viseu, por ex., e satisfaça a sua curiosidade"

O Francisco conhece todos os spots.
lol

Deixe-o em paz! Ele tem direito à opinião dele!!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, ele tem direito, mas eu também tenho o direito de defender os mestres dessas difamações mentirosas. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, o homófobo quer guerra, mas ele já está metido numa guerra, como diz a letra de Lily Allen.

Agora citou - VOEGELIN, Eric, "Karl Marx" (Tradução de Mendo Castro Henriques, professor na Universidade Católica de Lisboa), para combater aquilo a que chama o marxismo cultural.

Voegelin é um reaccionário que, para criticar Marx, precisa de recorrer a Marx. Claro, nas Teses sobre Feuerbach, Marx rejeita categoricamente a noção cristã do homem como criatura de Deus, de modo a explicitar um humanismo integral. (Sim, porque o cristianismo não é um humanismo, nem sequer um humanismo teórico.) Não existem ordens sociais sagradas: as sociedades podem e devem ser transformadas e, para levar a cabo essa transformação, é necessário transformar o homem e a sua consciência. Marx defende a humanidade do homem. O cristianismo do homófobo é inquisitorial: matança dos homossexuais, a subserviência das mulheres e a exploração dos não-brancos. Os judeus têm razão: a Igreja Católica tomou posição a favor do nazismo. Ah, ... e o actual papa é gay!

A referência à Universidade Católica já é um programa político reaccionário: o homófobo procura refúgio no seio da instituição homofóbica, embora esteja bem recheada de gays envergonhados e venenosos. As criaturas homofóbicas são doentes, como testemunha este caso de um padre católico:

Um padre casou um par heterossexual, mas antes disso comeu a noiva. E continuou a comê-la depois de casada, levando ao divórcio. Depois ficou com ela e como professor nesse refúgio do pecado. Quer mais estudos de caso, muitos dos quais envolvendo actividade homossexual compulsiva, realização secreta de casamentos gay, pedofilia e abuso de seminaristas menores? A sua noção de Deus é terrorista: um deus fodilhão e badalhoco que despede as pessoas que desconfia serem homossexuais, embora as continue a comer.

Aliás, acho que fiz uma conferência, onde estava presente esse tradutor, mas não estou seguro. Se for a mesma pessoa, a análise de Voegelin foi deveras pobre, porque a sua filosofia política pode ser facilmente subvertida a partir do seu interior, tal é a força da presença de Marx. A ligação entre Voegelin e Marx é complexa, porque diante da maior filosofia dos dois últimos séculos os outros pensamentos são subservientes ou, como diz Sartre, ideológicos.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Orlando Braga

Quer que lhe dê nomes de professores gay da UCP, de padres gay e de casos tristes e imorais? E chama a isso moral, dando-lhe a velha justificação ideológica de lei natural! Ora, a sua religião (IC) é porca e imoral!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E não conhece nenhuma congregação religiosa portuguesa constituída por religiosos católicos gay, cuja vida sexual depende da tusa do garanhão da capela? Não queira ser mais moralista do que o papa!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ou quer fotografias de padres em acção sexual ou documentos assinados por bispos para abafar casos imorais? Ou quer nomes de secretários de bispos em acção traveca ou a meter prostitutos nos carros e consumar o acto noutra zona? Chama a isto lei natural?

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Não queira ser mais "kiko" do que os "kikos" exploradores da pobreza de espírito dos outros...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ou costuma ir a procissão gay em Fátima?

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

É fácil mentir, mas mais difícil é tomar partido pela verdade, pela justiça e pela transparência: deixe os outros existirem ao seu modo; não os queira castrar.

Aveugle.Papillon disse...

Por falar em UCP, o prof. Adriano Moreira esteve ha pouco numa entrevista brilhante, como sempre. :)
Bom, mas quase todas as universidades, mesmo q não católicas no nome, estão eivadas do seu sangue - venoso ou não.

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