terça-feira, 1 de setembro de 2009

Foto de Família de Manuela Ferreira Leite


A fotomontagem vale mais do que um discurso político: o seu objectivo não é retratar as três gerações de uma família real - no centro os pais, atrás os filhos e os netos no colo dos avós -, mas sim retratar com humor uma família política - a família cavaquista - que pretende perpetuar-se no poder ao longo de três gerações de clones degenerados. A família cavaquista teme o riso, porque sabe que a gargalhada sonora denuncia o seu estilo de vida. Segundo Henri Bergson, a âmbito do cómico é determinado pela esfera humana: "não há comicidade fora do que é proprimente humano". As figuras vegetais e animais ou as formações naturais e os objectos só são formas cómicas quando nos lembram algum aspecto mecânico do corpo humano. O riso é desencadeado não por essas formas em si, independentemente do universo humano, mas pela rebeldia do corpo humano que se subtrai à lei da vida. A comicidade extra-humana é idêntica à comicidade humana em geral e às comicidades de situações, de palavras e de carácter em particular: "as atitudes, os gestos e os movimentos do corpo humano são cómicos na medida em que esse corpo nos leva a pensar num mero mecanismo". O cómico existe sempre que uma pessoa nos parece uma coisa ou que a nossa atenção se dirija à natureza física de um homem envolvido em situações em que o seu espírito está em primeiro plano, porque, nestas situações de desvio e de abuso da liberdade, os humanos defendem o instinto social. O nosso riso é sempre o riso de um grupo: "O riso é, antes de tudo, um castigo. Feito para humilhar, deve causar à sua vítima uma impressão penosa. A sociedade vinga-se através do riso das liberdades que se tomaram com ela. Ele não atingiria o seu objectivo se carregasse a marca da solidariedade e da bondade". A função social do riso é reprimir as tendências separatistas, corrigindo a rigidez e convertendo-a em maleabilidade. Qualquer aspecto da nossa pessoa que se furta à nossa consciência torna-nos risíveis. O riso cala a sensibilidade e exerce a inteligência, de modo a reajustar cada um dos membros do grupo a todos e a abrandar as angulosidades e as assimetrias. Rir da família cavaquista, em especial de Manuela Ferreita Leite, é castigá-la.
Uma família de clones. A família cavaquista não é dotada de grandes recursos biológicos: a unidade conjugal formada por Cavaco Silva - o marido - e Manuela Ferreira Leite - a esposa - é velha demais para se reproduzir com sucesso e eficácia através da reprodução sexual, sendo obrigada a confiar nas biotecnologias (financeiras) da clonagem. Do ponto de vista bio-ideológico, os filhos e o neto são clones do pai e as filhas e a neta são clones da mãe. Cada cônjuge protege os seus filhos clonados precocemente envelhecidos e feios. A idiotice dos netos torna visível uma síndrome familiar: a Síndrome de Down - ou trissomia do cromossoma 21 - causada pela presença de um cromossoma 21 extra. Da geração dos pais até à geração dos netos, passando pela geração dos filhos, há uma aceleração do retardamento mental: a vida política portuguesa é retratada como um processo acelerado de atrofia dos órgãos mentais e de indigência cognitiva das figuras públicas nacionais que gravitam em torno do casal cavaquista.
Uma família ideológica. A família cavaquista é uma velha família que se formou numa Escola de Economia de Lisboa, onde aprendeu a arte de apropriação ilícita e de gestão da propriedade alheia em benefício próprio, e, anos mais tarde, conquistou o poder político português, especializando-se na gestão dos fundos europeus e nas privatizações. A Escola de Economia não dotou o casal bio-ideológico de recursos culturais e linguístico-cognitivos: Cavaco Silva e Manuela Ferreira Leite só aprenderam a conjugar um único verbo - privatizar. O marido autoritário diz: "Eu privatizado para mim e para os meus clones descendentes. Tu privatizas para ti e para os teus clones descendentes. Nós privatizamos para a família alargada laranja. Eles - os do povo - que se lixem!" O tique autoritário do marido revela-se na mulher: Manuela Ferreira Leite defende a suspensão da democracia durante seis meses para pôr o país em ordem. Além disso, os membros do casal cavaquista unem-se compactamente em torno da ideia homofóbica de que a finalidade exclusiva da família é a procriação, mais precisamente a multiplicação de clones que secaram o sector financeiro do Porto e do Norte. Para os clones cavaquistas, privatizar significa antes de tudo centralizar e concentrar toda a riqueza nacional e todos os serviços e centros de decisão em Lisboa. A liberalização cavaquista é contrária ao liberalismo económico: a riqueza privada foi sistematicamente desviada para Lisboa e entregue à gestão dos clones ideológicos da família alargada cavaquista. A liberalização cavaquista é contrária à social-democracia: a centralização cavaquista criou assimetrias regionais e empobreceu o país. O cavaquismo converteu Lisboa numa Tenochtitlán portuguesa, onde todos os poderes se concentram e se confundem sob o domínio de uma classe dirigente político-empresarial e financeira inculta, imoral, irresponsável e corrupta.
Na história recente de Portugal, o cavaquismo significa corrupção generalizada e sistemática, conservadorismo moral, centralismo doentio que engordou à custa do saque do sector económico e financeiro do Norte, morte da alta cultura, degradação acelerada do sistema de ensino e de educação, instrumentalização da política, triunfo do pensamento único, congelamento ideológico do PSD, enfim, modo de produção asiático. O cavaquismo é a versão actual do salazarismo: o controle centralizado, burocrático e administrativo da riqueza das regiões de Portugal. Karl Wittfogel analisou a sociedade asiática, retomando, articulando-as, a noção liberal de despotismo oriental - no nosso caso, o centralismo cavaquista - e a noção marxista de modo de produção asiático. A tese fundamental de Wittfogel afirma a existência de formas pré-industriais de sistemas de Estado totalitário. As formas de Estado despótico - o despotismo oriental de Locke e de Montesquieu - surgiram, no passado remoto, como resultado da tentativa de controlar os recursos hidráulicos e as necessidades da agricultura de irrigação. O despotismo oriental é uma forma de dominação total, cuja essência reside no controle burocrático e administrativo de todas as instituições e actividades sociais, económicas, jurídico-políticas e culturais. A forma de governo predominante é altamente centralizada, burocrática e arbitrária: a burocracia não só calcula e coordena, como também comanda, bloqueando o surgimento de associações civis e de grupos sociais independentes que possam limitar e contrair o poder político. Nas sociedades asiáticas, as classes dirigentes - e os seus partidos políticos - são completamente fechadas e a burocracia instalada monopoliza o acesso aos meios de administração e aos centros de decisão. Este controle monopolista dos aparelhos de Estado, tanto dos aparelhos repressivos como dos aparelhos ideológicos - públicos ou privados, significa o monopólio do poder social real - político, jurídico, económico e ideológico, que não decorre da propriedade privada, mas do acesso aos meios burocráticos de controle centralizado e de apropriação corrupta. A sociedade asiática constitui um sistema sob controle total de um staff administrativo - as classes dirigentes cavaquistas -, que existe por causa do sistema de Estado. A teoria de Wittfogel relaciona o totalitarismo soviético com o seu fundamento agro-despótico pré-capitalista herdado da Rússia czarista, e, nesta perspectiva, permite-nos apreender as semelhanças desse totalitarismo com o totalitarismo neoliberal, tematizado como o fim da História por Francis Fukuyama ou como o choque de civilizações por Samuel Huntington. A chamada era da aldeia global (MacLuhan) caracteriza-se por uma tripla-revolução - tecnológica, económica e sociológica, cuja articulação impulsiona e dinamiza a mundialização da economia - a economia global e as suas empresas em rede (Manuel Castells), justificada e legitimada pela ideologia do pensamento único. A queda de Muro de Berlim e o colapso do comunismo fortaleceram o pensamento único, levando-o a reclamar a exclusividade ideológica. Doravante, conforme rezam a teologia de mercado (Marx), o fundamentalismo de mercado (Soros) ou a ideologia cavaquista economicista de cunho fatalista desmentida pela actual crise financeira e económica, só é possível uma única política económica codificada nos manuais neoliberais de economia assimilados nas universidades pelos novos usurpadores subnutridos culturalmente do poder político: as sociedades que queiram sobreviver num planeta entregue à selva da concorrência devem submeter-se aos critérios do mercado e do neoliberalismo, nomeadamente os da competitividade, da produtividade, do livre comércio ou da rentabilidade.
Uma família portuguesa. Portugal é um país pequeno, atrasado, badalhoco, feio, ignorante, covarde, histérico, e profundamente corrupto, dominado e governado por famílias bio-ideológicas sediadas em Lisboa que funcionam em rede de malha apertada, estreita e fechada. O conhecimento económico e financeiro é usado como uma espécie de privilégio das classes dirigentes que lhes permite gerir tudo em nome do interesse geral. Aparentemente, o seu lema afirma que o poder é conhecimento e que a riqueza é conhecimento. Mas, quando observadas de perto, as novas classes dirigentes não têm ideologia e não sentem necessidade de a ter, porque o seu domínio é conseguido sem ideias e a sua manipulação não precisa de qualquer tipo de justificação: a imoralidade absoluta reside precisamente nesta indiferença ideológica dos homens poderosos associada à irresponsabilidade organizada. A política é fatalmente substituída pela administração e pela gestão económica. A ascensão maligna do perito cavaquista implica necessariamente a abdicação do debate racional e o colapso da oposições: a argumentação racional é sistematicamente substituída pelas relações públicas e pela propaganda. Os novos dirigentes políticos substituiram o pensamento pelo lugar-comum, e os dogmas economicistas que legitimam as suas acções são de tal modo aceites que invalidam qualquer oposição: não existem alternativas fora da cartilha economicista dominante. A democracia é substituída pela cleptocracia: os líderes políticos já não são homens de pensamento e o público já não está informado. Seduzidos pelo fetiche do êxito, os clones cavaquistas são homens intelectualmente medíocres, cuja posições não resultam de virtudes morais e cujo êxito não depende de qualquer habilidade cognitiva meritória. Embora façam constantemente apelos ao conhecimento e às qualificações, os clones cavaquistas açambarcam o poder, mas carecem de conhecimento e de experiência: a sua sensibilidade é restringida às ideias resumidas e vulgarizadas, pré-digeridas e tendenciosas. Actualmente, os homens políticos - os clones ideológicos de Cavaco Silva - são uma espécie de lugares-tenentes técnicos que governam através de telefonemas, e-mails, memorandos, enfim, resumos estatísticos manipulados. São criaturas de tal modo irracionais e vulgares que despertam a desconfiança do público.
Portugal entrou plenamente na era do capitalismo organizado depois do 25 de Abril de 1974, em especial após a entrada na União Europeia e as reformas implementadas pelos governos de maioria absoluta do PSD. A liberalização promovida pelo PSD contribuiu decisivamente para o fortalecimento da nova classe média portuguesa, mais precisamente para a ascensão das novas classes dirigentes e a generalização da imoralidade que favorece a corrupção: a imoralidade instalada e institucionalizada permitiu usar os cargos políticos para proveito pessoal, o que quer dizer que a corrupção política constitui apenas um aspecto da imoralidade absoluta. A corrupção faz parte do esforço para enriquecer e ficar mais rico, porque, na ausência de uma ordem moral, o dinheiro é o único valor soberano que não foi eclipsado: o dinheiro funciona como o único critério de êxito. Ter dinheiro permite comprar coisas e pessoas. Geralmente, os homens corruptos são afáveis, bons ouvintes e muito sorridentes, fingem preocupar-se com os outros e procuram transmitir a imagem de que subiram na vida por mérito próprio, como se tivessem feito por conta própria e à custa de trabalho árduo. Porém, esta auto-imagem é absolutamente falsa: eles são carreiristas escolhidos entre pessoas que frequentam o mesmo círculo social. Aliás, eles filiam-se nos partidos políticos ou ligam-se a determinados círculos sociais e pseudoculturais com o objectivo premeditado de obter êxito, porque, numa sociedade de sucesso movida pela imoralidade do triunfo, o que é realmente relevante não é "o que se sabe", mas "quem se conhece". O cinismo cavaquista é a única atitude que se coaduna com este estado de consciência moral reduzida: os elos entre o mérito e a mobilidade social, entre a virtude e o êxito, foram quebrados, predominando o embrutecimento generalizado. Cavaco Silva e Manuela Ferreira Leite, bem como os seus clones ideológicos, sofrem activamente de ratiofobia (Veja aqui a pseudo-cultura homofóbica e salazarenta de Manuela Ferreira Leite).
Quando utilizada pelos clones cavaquistas, a noção de economia do conhecimento é um oxímoro: os homens embrutecidos não têm projectos de vida e são incapazes de protagonizar qualquer tipo de transcendência privada e pública. No entanto, eles pensam que possuem a receita tecnológica para resolver todos os problemas sociais: a mentalidade de engenheiro manipula toda a realidade de modo a adaptá-la e a submetê-la aos imperativos de uma economia do lucro colocada ao serviço dos interesses pessoais dos membros das classes dirigentes nacionais e das suas famílias biológicas e ideológicas. Esta mentalidade foi aplicada à educação e à comunicação social, com resultados absolutamente regressivos. Ambas as instituições funcionam como ideologias de adaptação a um estilo de vida consumista e medíocre que, em vez de estimular o pleno desenvolvimento das capacidades cognitivas e do espírito crítico, fomenta a apologia da ordem social estabelecida. A profissionalização e a burocratização da escola estimularam a mediocridade intelectual e a abertura de novos canais privados de televisão fez emergir as chamadas celebridades como figuras bombásticas que monopolizam o cenário da visibilidade pública. A frivolidade destes ídolos ocos seduz o público desinformado, dependente, apático e impotente: o seu poder é o da distracção e a distracção funciona, neste universo de ignorância activa, como uma forma de desviar a atenção, obscurecendo-a, das acções ilícitas dos homens do poder. A massificação e a liberalização cavaquista não são processos contrários, mas sim momentos de uma mesma estratégia económica: a colonização económica da sociedade, da cultura e do mundo da vida. A esfera pública portuguesa tornou-se frívola e sombria, totalmente superficial, substancialmente oca e absolutamente estupidificante e avessa à cultura superior. A fórmula que lhe dá unidade não está destinada ao pleno desenvolvimento do ser humano: a esfera pública portuguesa é um pseudomundo, inventado e mantido por celebridades medíocres cujas expressões fazem lembrar os automatismos exibidos pelos animais, bobos e palhaços dos circos.
À luz dos acontecimentos despoletados pela crise financeira no sector bancário privado português, podemos definir a essência da liberalização cavaquista como uma espécie de processo de acumulação corrupta de capital, no decorrer do qual os negócios penetraram em todos os sectores da vida social, degradando a política, o partido no poder, neste caso, o próprio PSD, a educação e o ensino, a saúde, a cultura e a comunicação social. Usando uma figura retórica: no Terreiro do Paço, os políticos concederam favores financeiros aos homens da economia dispostos a aceitá-los e os homens da economia encontraram nos políticos a disposição de oferecer favores políticos em troca de favores financeiros. O vai-vem entre a política, as grandes empresas e o sector financeiro solidificou-se ao abrigo da ideologia do crescimento económico e os cargos públicos começaram a ser descaradamente usados para proveito pessoal. Em Portugal, o poder está nas mãos de um triunvirato que liga entre si três áreas do conhecimento técnico: a Economia, a Engenharia e o Direito. Este triunvirato gere a "coisa pública" de modo a facilitar o seu próprio enriquecimento privado, não só mediante a remuneração elevada e os benefícios sociais auto-atribuídos, mas também e sobretudo através da aquisição burlesca de propriedade. Os economistas estabelecem o modelo geral da governação e de desenvolvimento, que os engenheiros aplicam tecnologicamente a todos os sectores da vida social e que os juristas normalizam mediante manipulações das leis e o seu uso pessoal. Os conhecimentos destes peritos tornados políticos acomodam-se inconsciente ou premeditadamente aos imperativos da organização tecnoburocrática do mundo moderno, de modo que a criminalidade de colarinho-branco, se for bem organizada, em bases comerciais e jurídicas, compensa: o sentimento de "quanto maior o ladrão, menor a probabilidade de ser preso", invade toda a sociedade. Neste clima de desconfiança pública e de descrédito da política, muito sensível ao agravamento das desigualdades sociais, das assimetrias de poder e dos conflitos sociais, o medo dos portugueses justifica-se. Tal como o resto da Europa, Portugal está realmente sem líderes políticos. O futuro dos portugueses está de tal modo comprometido que nem sequer o seu passado está a salvo da destruição do esquecimento e da alienação bolsista.
J Francisco Saraiva de Sousa

35 comentários:

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sr

Os cartazes devem ser feitos, de modo a poupar as pessoas da tarefa de pensar muito: o casamento - bem como os clones resultantes de tal cópula incestuosa - é de tal modo feio que ninguém vai votar no zombie e sua família feia. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Não é necessário ler o programa minimalista do PSD para não votar na Manuela Ferreira Leite. Basta olhar para a sua família da foto para não votar nos mesmos clones. O critério estético impõe-se: a fealdade aliada a velhice não cativa o voto dos portugueses que recusam votar em clones.

Abaixo a clonagem cavaquista do PSD. Vota na renovação. Vota PS.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Vota PS e compra uma mulher nova. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Manuela Ferreira Leite só sabe conjugar um verbo -- privatizar. Eu privatizo para mim. Tu privatizas para ti. Nós privatizamos para a família laranja. O povo que se lixe!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sr

Não encontro o blogue que publicou esta foto. :(

Maldonado disse...

É a nossa família Adams de direita. :)))
Quanto ao blog que publicou esta caricutura, tendo em conta a marca de água da mesma, só pode ser este:

http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com/

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Obrigado, Maldonado. Depois vou ver para fazer o link.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, o blogue donde deve ter saido a foto é deveras crítico generalizado e cheio de publicidade. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

O meu antivirus bloqueou tudo e não vi grande coisa. :(

Maldonado disse...

Bloqueou?! Então deve ser reaccionário... :)))
O tal blog é crítico qb da nossa política e publica umas caricaturas fantabulosas. ;)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

This photomontage worth more than a political speech: its aim is not to portray a royal family of three generations - the parents in the center behind the children and grandparents in the lap of the grandchildren - but one report family policy - The family Cavaco - Which seeks to perpetuate itself in power for generations. This is an old family who graduated from the college and that, years later, won the Portuguese political power, specializing in the management of European funds and privatization. It is a family endowed with large resources, cultural and linguistic-cognitive. From a biological standpoint, the children and grandchildren are clones of their parents. (:::) Manuela Ferreira Leite - a woman - and Cavaco Silva - the husband - only know how to conjugate a single verb: to privatize. The husband says, "I privatized for me. You privatize for you. We privatized to the family orange. The people who the hell!"

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

estou impressionado com o aumento da prostituição masculina e, olhando para a foto, vejo os rostos responsáveis por isso. portugal não tem futuro enquanto for governado por gente corrupta. e há corruptos por todo o lado. o programa do psd é uma vergonha, aumenta a despesa e o défice, copia o do ps e favorece as classes corruptas, tais como os juizes. isto está mesmo mal e só a luta contra a mediocridade da classe política pode salvar alguma coisa deste país miserável. o ocidente prostitui-se em todas as frentes por causa da burrice dos corruptos.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

O FCPorto venceu a Naval por 3-1, como era de esperar: a equipa cresce e está cada vez mais forte e poderosa, enquanto os diabos encarnados de cabeça de fumo declinam sob o comando da proveta esquentada. Os reforços integram-se bem na mecanica triunfal do FCPorto. Viva o FCPorto.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

José Sócrates entrou bem na campanha eleitoral, afirmando a diferença fundamental entre

o PS progressista e defensor de um mundo aberto e o PSD reaccionário e apologista de um mundo fechado e retrógrado.

A diferença entre a esquerda progressista (PS) e a direita perigosa e ultraconservadora (PSD): Manuela Ferreira Leite é um instrumento de Cavaco Silva que vetou a lei das uniões de facto. Dar-lhes - aos cavaquistas - a vitória seria regressar ao passado fascista e autocrático: este PSD não ama a vida, ama a morte; não deseja um país aberto e progressista, quer um país de pé-descalço e pobre. O PSD cavaquista quer privatizar as reformas e a saúde dos portugueses, isto é, quer empobrecer e deixar morrer os tugas.

Abaixo o PSD de MFLeite. Vota no PS.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Já imaginaram o que seria ver Cavaco Silva ser presidente e, ao mesmo tempo, primeiro-ministro de facto? Seria uma desgraça nacional entregar o futuro de Portugal a um único homem velho, ressentido e conservador.

Só há uma maneira para evitar esta catástrofe nacional: é votar no PS.

Votar no PS é impedir que um país pobre seja governado pela Direita reaccionária e conservadora que quer toda a riqueza para si própria. Vota PS.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

The choice of Marcus Aurelius is unfortunate, because the philosopher lived hot sex adventuresBut idea of the promontory acquires in the eyes of the homophobic phallic significance of resistance against gayzismo (derived from his homophobia), the feminism (derived from its misogyny) and the Multiculturalism (derived from its xenophobia and its racism). Paradoxically, the scribe is very homophobic little creative, using the so-called weapons Cultural Marxism to combat their culture (Marxist) resistance against fascism And Nazi totalitarianism. However, the homophobic culture of resistance involves element phallocratic - The promontory erected plumb, Its repressed sexual fantasy -- retrograde of violence that is not exceeded in the direction of future human: Incitement to killing of homosexuals, The misogyny and xenophobia. Violence retrograde for resisting the draft building a better world - The concrete utopia (Bloch) and not negative utopia that wrongly attributes to Marxism - by blocking future freed of humanity in a global world. A experience of the Holocaust and deaths in camps Nazi strongly marked Western Marxism and Philosophy: the question of meaning of life was discredited by the brutal horror death planned those who dared to confront and combat totalitarian system.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Karl Wittfogel examined Asiatic SocietyTaking on, articulating them, the liberal notion of oriental despotism and the Marxist concept of Asiatic mode of production. The basic thesis of Wittfogel asserts the existence of forms pre-industrial systems Totalitarian state. Forms of Despotic state - The oriental despotism of Locke and Montesquieu - emerged in the past, as a result of controlling water resources and the needs of irrigated agriculture. Oriental despotism is a form of total dominationWhose essence lies in the bureaucratic and administrative control of all institutions and social, economic, political, legal and cultural. The predominant form of government is highly centralized, bureaucratic and arbitrary: a burocracia not only calculate and coordinate, as well as commands, blocking the emergence of associations and social groups that may limit independent contracting and political power. In Asian societies, such as Contemporary Portugal, The ruling classes - and their political - Are completely closed installed and bureaucracy monopolizes access to the means of administration and decision-making. This monopoly control of State apparatusBoth of repressive as the ideologicalPublic or private, means a monopoly power real social - Political, legal, economic and ideological, not necessitated by ownedBut access to the means of bureaucratic centralized control and ownership corrupt. Asiatic Society is a system under control of an staff administrative - The ruling classes - Which exists because of the state system.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Portugal is in a sense, a boat which is sinking because of the holes that are national leaders in its shell: the Portuguese public figures find their own way in the wreck and leave the boat after they had served him . Classes national leaders have sacrificed and continue to sacrifice the future of Portugal to the satisfaction of their own private interests and, unfortunately, with the help of the Portuguese sold the dream of consumption and display of false wealth. This can not be understood solely from the past, but also and mainly from the future, as demonstrated by Marx. Now media displays a weekly parade of national figures who have nothing to say about the future of Portugal, but to entrust it to the drift history. Its anti-utopianism is the most visible proof of degradation of political and the Portuguese government.

Votar PS é evitar o afundamento do barco nacional. Vota PS. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

The timeless time resulting from the vengeance of the space is a internal oppressor: Its internalization makes the body and mind obedient to the interests of global capital and, as to annihilate the culture, makes man a mere human animal obedient and passive. Clarifying the global capital requires a return to critique of dominant economic textbook: the economism is brutality! With these provisional figures, beginning a critique of the ideology of globalization - The ideology of single thoughtResponsible for the current financial crisis and economic, seeking to show that it implies a return to Ancien Régime, Touched by traces reproduced from Asian production methods and feudal and acclimatized by the new scribes communicational tyranny called journalists.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Manuela Ferreira Leite, by failing to diligently participated in the campaign, should not have taken this delusional speech, as if he had won the election because his "discourse of truth"Has not been confirmed by its position in relation to the involvement of elements of the PSD, many of whom participated in the government of Cavaco Silva, the mismanagement BPN in degradation accelerated the quality of education, with the proliferation of private universities, and isolation of high culture. Portugal has dried completely during this period: the idea of future draft was abolished from the vocabulary official orange. The termrobbery"Used by the Socialist candidate should not have shocked the leaders of the PSD, for the simple reason of being a fact mediately recognized and discussed. If you want to make a speech of truth, the PSD should take some responsibility for this case dark Corruption and the structural deficit in Portugal, because their governments have been subject to many persons, including unlawful. If the PSD was the party of power and truth, and claims to be, its governance should have released his Portugal structural gap and corruptionBut, as this was not the case, it is best to remain silent. The PSD is not a victim but an active part of the national problem: This is the discourse of truth that must be made by all political parties.

Votar PS é votar contra a corrupção da banca laranja. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Teixeira Pascoaes, the eternal father referred to in intra-poetic work of Fernando Pessoa, let these words of caution hermeneutics"Being sincere is to be, is to have a full presence, such as trees and rocks. The lie is unclear points, failures of our people that we want to hide. But sincerity is the very light of souls. So she seduces and dazzles the eyes that love light. Analyzing the poetry of others, especially parents urge that poetic murder, Fernando Pessoa uses, said in Hegelian language, the psychological mediation and sociological mediation to understand works of art and, in the case referred to misinterpret the poems precursors. The abundant use of mediation psychological aims denigrate the so-calledmystic poets"- Teixeira Pascoaes, Guerra Junqueiro and Jaime Wolf, among others - and, as an extra-poetic, contrary to section two of the methodology of literary criticism by the proposal Fernando Pessoa: a spell"central explanation of the artist". The aliases or masks Individual - Alberto Caeiro, Alvaro de Campos and Ricardo Reis, in addition to its semi-heteronym ACIM - each of which equipped with a deeper concept of life and marked by its own poetic influences and preferences, foreign and domestic, while all them "disciples of Caeiro, including yourself Fernando Pessoa, are characters that Person uses to misinterpret these national poets, so opening up the space where I could say without a blemish to its original imaginative. A drama and the creation of these masks happen within the person's own poetry, or as he prefers to say, within himself, which shows the intensity of the anxiety of influence suffered continuously per person, you need to usurp others and live them as his creations and internal private within himself. The compilation of biographies of each of the aliases shows that, during their trip, Pessoa eventually kill each of them, in order to discover their original unit. An attitude of contempt for his contemporaries and predecessors, Person says that its mental crisis is the crisis "to find only" because it was more of the early "fellow travelers". Now, say that is ahead of the poet-parents is to recognize the success of its task to overcome them or improve them. However, overcoming this successful is not clear, because Person is limited to replace nostalgia Pascoaes by Futurism absolutely mystical: the mythology of the Fifth EmpireStrongly beholden to the teachings of hermetic Sampaio Bruno, but deprived of his anthropological reading of Overcast. ACIM has to recognize that failure poetic "My soul is weak for even more to have the force of his own enthusiasm. I done ruins of the unfinished and is landscape withdrawal that define my being. / Digress, if I concentrate, everything in me is decorative and uncertain, as a spectacle in the haze. / Write with a great intensity of expression, which I do not know what it is. I am half sleeper and the other party anything. /The woman I am when I know. Meet the woman who is or, as Prado Coelho, its passive pederastyIs to acknowledge that his ambition, even of being awarded the Nobel Prize for Literature, was not enough to make it a strong poetAs Shakespeare, Goethe or Whitman: his super-Camões that parodies the Superman of Nietzsche was only a daydream that failed to carry out and complete.

Se desejas ser um gay saído do armário, vota PS. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A Porto reception of Nietzsche not unrelated to Pascoaes: Zarathustra announced to the crowd that "Man is a rope tied between beast and superman - A rope over an abyss. A dangerous move to the other side, a dangerous shudder and stand still. "The greatness of man lies in the fact that a bridge and not an end: "what we can be like the man is that he is a crossing and collapse. Pascoaes retains the concept of bridge or crossing: man is a bridge between the ape and the Sacred, a bridge that stands in the "bottomless pit" and that man must go through to find the meaning of life.

Se amas o Porto, vota PS nas legislativas e vota Elisa Ferreira nas autarquicas. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

The poem by Mário de Sá-Carneiro, quoted in epigraph, is entitled "Women"And in it the poet himself" a secret desireMário de Sá-Carneiro "wanted to be a woman"Not any woman, but a certain kind of woman, femme that excites all men who looked and had many lovers, deceiving them all, even the beloved mistress. But the poet, being male and living in a given society, and they know their "entanglement" and "ghosts" can not be excused in a man: the social concepts of man and masculinity embodied by the poet forbid him access public real secret of this desire, which all his poetry is a beautiful poeticization. Although not named, the company is present in this "dispersion"Inside the poetic self that reveals the inner conflictThe antagonism between the desire to be a woman and company acquired internalized and prohibiting their expressions and their implementation: the great missing, the company amputated, he speaks from within the self, as his conscience, whispering to him: "Your desire can not be excused in the man who you are." The conflict I can not even reflected in the maze inside, blue soul, the antagonism of the individual and society, in which dialectic is played identity. If socialization was completely triumphant and successful, the identity problemThe emergence into consciousness of the question "Who am I?"Does not exist: the identity would be dissolved in complete symmetry between objective reality and subjective reality, I would be the society and the society, the self, which is a anthropological impossibility. Socialization is never completely successful, and in all societies emerge asymmetries and breaks between objective reality and subjective reality, which allow people to conceive themselves in terms of "hidden depthsOr a game identitiesWithout which the individualism and innovation would not be possible. Any human being is potentially a traitor himselfIn order to be able to betray, at some point in life, one of its multiple selves, public or Private. Emidio thought this betrayal of himself as crime: The crime is not only the act of betraying the self that is socially assigned by the primary socialization - "You are a man and you must behave as a man in all the circumstances of your life" - and confirmed by significant other and generalized (G. H. Mead) during the everyday conversationBut also and fundamentally betray his "innermost self", that which can not be established colonize the world, with which disagrees. I accept the socially assigned and act in accordance with the appropriate roles is to betray the secret self, and listen to the latter and open the doors of life is betraying the "public self" in any of these circumstances and choice, man is always a traitor to himselfAnd, therefore, Mário de Sa-Carneiro is taken from the poems of youth, to define the man as a "criminal" "I want to be a criminal, / If having love is a crime. In the eyes of society heterosexism, having love is not a crime, provided that the individual is consistent with sex roles and gender attributed to him, identifying with them, but when no such identification, due to an accident biographical, social or biological, the love you want and demand deviates from the "tyranny of normality"(Spinoza), making it a crime in a double-event: on the one hand, for proving that love is a crime against the social standards that regulate sexual relations, and on the other hand, if not reveal, a crime committed against the individual "Another one that I can not chain" ( "Angle"), Its subjectively real identity. The crimes are differentiated by the "distance( "Distant Melody") In relation to this" Other ", the closest to himself and more hidden from others, that in the poem"Shelter"Want to be a woman in Paris:" Paris - wolf and my friend ... / - I wish to sleep with you, /Be all your wife.

Deixa de ser um animal enjaulado. Vota PS e conquista os teus direitos sociais. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Mapplethorpe rescued several taboos of hiding, The last of which was the sex-leather. Mainstream gay culture, represented by the effeminate homosexuals AdvocateHad no esteem for the leather fetish and sadomasochistic sex, glorified by "Drummer"- The international magazine of the leather S & M based in San Francisco because it confounded the whips, the whips, chains and ropes of psychodrama ritual with real violence. Mapplethorpe fight valiantly against dominant cultureBoth heterosexual and the gay: the perception of danger - given by the dominant culture of sadomasochism - helps to give prestige to fetishisms leather. His photographic work touched and sexed male affection for things masculine. Thanks to his vision of the universe male, heterosexual men have learned to look differently for men and gay men have learned to cherish and show plus their own masculinity. Mapplethorpe's photographs have been severely criticized, even by the effeminate gay fraternity, but all these slimy creatures should kneel and give thanks gays and lesbians not to procreate, for having invented a recreational sexuality and beautify the world with all things poetic in which "we differ from animals" (Tennessee Williams). Homosexuals have always been the outcasts of society and heterosexism at the same time, the vanguard of artistic and intellectual world. Mapplethorpe died produced a media sensation and more universal than Mapplethorpe vivo: a person who was turned into symbol of liberation and the fight against homophobia and heterophobia. The heterosexism homophobic eventually surrender to the greatness of his work, arguing that, had he lived longer, Mapplethorpe would have abandoned this "misconception" that his homosexuality was married to Patti Smith, moreover, their alter ego. In the tomb, Mapplethorpe shudders of horror and recited these verses from a heteronomous to Fernando Pessoa:
"They wanted me married, futile, and daily taxable?
I wanted the opposite of this, the opposite of anything?
If I were someone else, made them at all, the will.
So, as I am, have patience!
Go to hell without me,
Or let me go alone to the devil!
For that we go together?
"Do not get me in the arm!
I do not like that get me in the arm. I want to be alone.
I said I am alone!
Ah, what a bore I want to be pet! "(Alvaro de Campos)

Se admiras a obra de Mapplethorpe, vota PS, vota sempre PS. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

bem, tenho recebido e-mails de estudantes e de graduados de filosofia que me colocam questões interessantes. um desses e-mails manifestou-me a angústia face a este enunciado que escrevi algures:

"Heidegger fracassou na captação da essência da imagem fotográfica que pensa como reprodução do ente, condenando-a por não ser arte: a revelação do Ser."

bem, a frase não é uma citação de heidegger mas sim uma interpretação, que pode ser desenvolvida a partir da origem da obra de arte de heidegger, embora nesse post tenha recorrido a outras obras, nomeadamente aos textos após a viragem. se tiver tempo, respondo a essa angústia. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

ah, fui confirmar a minha frase que foi tirada deste post que enuncia outra via para analisar a imagem:

http://cyberdemocracia.blogspot.com/2009/06/filosofia-da-fotografia.html

o texto não foi intencionalmente concluído e, nesse caso específico, o colega que me escreveu deve consultar kant e o problema da metafísica de heidegger, mas, como disse, nesse post, apontei outro caminho: isso é evidente e outros autores são referidos no post. portanto, a ajuda que me é pedida está lá dada. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

bem, pode também estudar o antigo testamento, enfim é um mundo muito vasto o da imagem. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

eis a minha ideia de base:

Guideline Idea of the Theory of Photography. The philosophy of photography is both a philosophy of technology and a philosophy of history. We live in a magical world, ie, in a world magicizado for photography and film: the world of imaging techniques. This the post-historical is dominated by the hegemony of images, which necessarily involves collapse of texts - Or word crisis (Steiner) - which were made possible by invention of writingWith which emerges history. If this reading is true, we need to rethink the status of theoretical critical: Critical as desmagicização? The old notion of criticism as exorcism exorcism, of which I am unaware, is still relevant? The question is relevant to the preparation of cyberfilosofia: live in a world programmed and are employees of technical devices, which are black boxes. The world of imaging techniques is absurd (Flusser): the philosophy of photography should be a philosophy of freedom in a world programmed by technical devices.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

estou a reescrever o post... :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

actualizei a primeira barra de vídeo com materiais da campanha eleitoral...

Sr disse...

Wassup, dude! :)
Nos seus blogs ha alguma coisinha assim mais virada pra fil do objecto, tecnocracia, massas, sedução etc? Assim algo entre Baudrillard, Virilio, Vattimo e tal... :) Tou ja um cado entediado e insatisfeito(pelo viciamento) com a maioria de perspectivas focadas na fil do sujeito*



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J Francisco Saraiva de Sousa disse...

ria com os vídeos da manuela ferreira leite e o tédio passa. :O

Sr disse...

fdx, no way, aí ia passar do tedio pra insonia!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

na entrevista da rtp1 dada a judite de sousa, josé sócrates arrasou manuela ferreira leite, a velhota tonta. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

mudei a data deste post de 28 de agosto para 1 de setembro de 2009. :)