quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Os Bantos e a Homossexualidade

«Uma vigilância muito estrita durante a noite e abundância de luz eléctrica em toda a parte, que ilumine os dormitórios a qualquer momento, serão medidas talvez recomendáveis e efectivas. Contudo, a conclusão que se impõe quando se estuda este doloroso assunto - a homossexualidade entre os bantos - é de que, como a civilização branca é responsável pela introdução e desenvolvimento terrível deste vício entre os indígenas, os Brancos não devem ser indiferentes à repressão do flagelo que é uma iniquidade que ameaça a própria vida da tribo do sul de África». (Henri A. Junod)
Os lideres dos países não ocidentais, nomeadamente Robert Mugabe, entregam-se irracionalmente ao processo de apagar as relações homossexuais da história das suas culturas, acusando os ocidentais pela introdução e desenvolvimento da homossexualidade entre as populações indígenas, mas a verdade é que a atracção homossexual é universal na condição humana. A colonização europeia pode ser acusada de tudo, menos de ter introduzido as relações homossexuais entre as populações indígenas colonizadas: a colonização das mentes levada a cabo pelos missionários consistiu em alterar as ideias indígenas sobre o sexo, a sexualidade e o género que não encaixavam nos modelos judaico-cristãos desenvolvidos na Europa Ocidental. Os missionários fizeram aquilo que já era feito na Europa Ocidental: reprimir e proibir todas as relações sexuais que não estivessem ao serviço da reprodução. As sexualidades não reprodutivas praticadas naturalmente nessas culturas africanas, americanas e asiáticas foram sujeitas à homofobia cristã. As sociedades africanas pré-coloniais foram sempre capazes de construir um espaço viável para as pessoas que diferiam da maioria, isto é, para as minorias eróticas, mas, aquando da colonização europeia, os missionários cristãos e os ocidentais julgaram ter adquirido o direito exclusivo de propagar a homofobia pelo mundo inteiro. Através da aceitação colonizada da hegemonia cultural e dos preconceitos sexuais ocidentais, as sociedades colonizadas foram forçadas a iniciar a erradicação dos seus nichos eróticos para os dissidentes sexuais. No mundo ocidental, os gregos e os romanos tinham construído nichos culturais para as diversas sexualidades (Amy Richlin), mas, com a adopção do cristianismo como religião oficial de Roma por parte do imperador Constantino I, o Grande, a situação alterou-se radicalmente: a terrível noção judaica do sexo-para-procriação substituiu a noção pagã do sexo-por-prazer. Esta mudança de concepção da sexualidade foi determinada pela passagem do politeísmo para o monoteísmo. O monoteísmo é, por definição, heterosexismo: um único Deus, uma única sexualidade - a heterossexualidade - colocada ao serviço da continuação da espécie humana, um único acto sexual permitido - o pénis na vagina, enfim a consagração exclusiva do casamento heterossexual e da família heteroparental. Em 342, Constante I (Ocidente) e Constâncio II (Oriente), filhos do primeiro imperador cristão de Roma, aboliram o reconhecimento de facto dos casamentos homossexuais. A lei imperial foi gradualmente cristianizada e o paganismo abolido. O primeiro castigo corporal por homossexualidade registou-se em 390, no reinado de Teodósio, o Grande. Embora a literatura e a filosofia continuassem a defender o carácter refinado e civilizado do amor entre homens, os primeiros padres da Igreja, a começar por São Justino, o Mártir, São João Crisóstomo e Santo Agostinho, estabeleceram uma terrível associação entre os actos homossexuais e o abuso sexual de menores, de modo a identificar o sexo com adolescentes como pedofilia e não como pederastia. Com o triunfo do cristianismo, o Ocidente entrou na era do terrorismo mono-sexual que julgou legítimo propagar pelo mundo no decorrer das Descobertas e da colonização europeia abençoada por um Deus Homofóbico. As sociedades colonizadas foram surpreendidas pela homofobia cristã e obrigadas a abdicar da inocência da polissexualidade e dos seus nichos eróticos socialmente reconhecidos: o que os ocidentais através dos missionários homofóbicos introduziram nos novos mundos descobertos não foi a homossexualidade, mas sim a homofobia.
A monografia do missionário Henri A. Junod - Usos e Costumes dos Bantos: A Vida duma Tribo do Sul de África - testemunha essa operação ideológica de apagar as relações homossexuais dos estudos antropológicos. Na mente dos missionários sedimenta-se o ódio dos ensinamentos e das mentiras da escola milenar da homofobia judaico-cristã: a realidade é desvirtuada, distorcida e moldada de modo a adaptar-se ideológica e praticamente à ideologia religiosa castradora. A evangelização é puro acto de violência: a palavra dos Evangelhos distorcida pelo ódio à carne e ao prazer reclama a exclusividade, confiscando e roubando a palavra aos e dos outros. A doutrina cristã propagada pelos missionários visa a mortificação do mundo. Junod não constitui excepção a esta regra cristã que sacrifica o certo - o mundo e a vida - em nome de uma outra vida absolutamente incerta, mas o mesmo já não pode ser dito de Evans-Pritchard que abraçou o caminho da ciência objectiva. Quando publicou pela primeira vez a sua monografia sobre os Zande, Evans-Pritchard omitiu as suas observações da homossexualidade entre os homens deste povo africano. Só no fim do seu percurso vital Evans-Pritchard resolveu partilhá-las, relatando o comportamento entre guerreiros e escudeiros. Os homens zande tinham relações sexuais com rapazes, pedindo a mão do rapaz com uma lança, tal como quando pediam a mão de uma rapariga aos pais desta. De modo semelhante aos samurais e seus aprendizes, os jovens guerreiros zande que viviam na corte tinham rapazes com os quais praticavam relações intercrurais. Embora aceitassem e tolerassem o sexo entre homens, pelo menos a pederastia, os zande tinham horror ao lesbianismo: as mulheres zande dos haréns fabricavam pénis artificiais a partir de tubérculos ou de bananas. Com a publicação destas observações, Evans-Pritchard redimiu-se do seu preconceito sexual, ajudando a compreender a homossexualidade entre os povos africanos pré-coloniais e modernos. A descrição etnográfica de Junod da tribo Tonga constitui um clássico dos estudos africanistas - elogiado por Evans-Pritchard e outros antropólogos - que não omite a sua vida sexual, apesar de reconduzir a homossexualidade tonga para o Apêndice III do primeiro volume, atribuindo-a erradamente à má influência da civilização branca. O título do Apêndice revela desde logo esse preconceito sexual: "Vícios contra a natureza nas casernas de Joanesburgo". Em vez de uma concepção objectiva e imparcial da homossexualidade, Junod defende o seu preconceito sexual homofóbico que condena todo o acto sexual que não seja potencialmente procriador, retomando do estoicismo a ideia do que é ou não natural (Boswell). Assim, segundo Clemente de Alexandria, ter relações sexuais com qualquer outro fim que não o de gerar filhos é violar a natureza. Santo Agostinho e Fílon de Alexandria defenderam ideias semelhantes: os actos que violam a natureza - a tradição ou a lei - são pecados.
Os Padres da Igreja, nomeadamente São Justino, associavam a homossexualidade à religião pagã e, como desejavam ser diferentes dos seus vizinhos pagãos, travaram uma luta sem tréguas contra a promiscuidade sexual, a prostituição, o adultério, a homossexualidade e o sexo com jovens. Para combater a polissexualidade do mundo pagão, os cristãos abraçaram a ideia de antinatural, afirmando que a finalidade do sexo era procriar. Qualquer outro uso do sexo era considerado antinatural. Porém, como demonstrou Ovídio, é muito difícil recorrer à natureza para fundamentar teologicamente os costumes sexuais, porque a natureza não considera vergonhoso que uma bezerra seja montada pelo pai, que a filha de um garanhão possa vir a tornar-se sua parceira de acasalamento ou que o bode entre nos rebanhos que gerou. São João Crisóstomo apresentou as regras de comportamento sexual, condenando os costumes sexuais pagãos em geral e os actos homossexuais em particular. O ataque contra a homossexualidade assenta na ideia de que esta forma de sexualidade do mesmo sexo produzia um terceiro tipo de sexo que não tinha sido criado por Deus. Ao assumir o papel passivo numa relação homossexual, o homem "transforma-se" numa mulher, deixando de conservar a sua natureza de homem sem no entanto se transformar completamente numa natureza feminina. Como disse São Bernardo de Clairvaux, o homem que praticasse actos homossexuais "estava a desonrar a sua masculinidade", tal como a hiena. Para Santo Agostinho, o corpo de um homem é tão superior ao de uma mulher como a alma é ao corpo. Um homem não pode assumir o papel sexual de uma mulher, porque a mulher é inferior ao homem: a homofobia caminha de mãos dadas com a misoginia. Agostinho, Jerónimo, Tertuliano, Enódio, Metódio, Ambrósio e Arnóbio consideravam que o sexo era impuro, repugnante, vergonhoso, imundo e degradante. O aporcalhamento da vida sexual, a homofobia, a misoginia e a condenação do prazer são traços estruturais marcantes que acompanham a ideologia oficial da Igreja Católica na sua tarefa missionária ao longo da história.
Henri Junod tomou conhecimento da homossexualidade da tribo do sul de África por intermédio de um colega missionário que, em Janeiro de 1905, passou perto de um dormitório de Joanesburgo. Um grande grupo de indígenas cantava, dirigindo-se para uma caserna, onde se realizava uma grande festa com dança. Surpreendido pela presença de mulheres nesse grupo, o missionário branco perguntou ao seu evangelista indígena como era possível haver tantas mulheres naquele lugar. O evangelista indígena respondeu-lhe que não eram mulheres: "São tincontchana, rapazes que ataram ao peito falsos seios de mulheres, cortados em madeira, e que vão à dança ocupar o lugar das mulheres". Quando regressarem aos dormitórios, os seus maridos devem pagar-lhes 10 xelins para que eles tirem os seus falsos seios e se submetam aos seus desejos masculinos. Junod chamou esse evangelista para o interrogar sobre tudo o que se passava no interior dos dormitórios. Esta prática homossexual - buncontchana - era uma instituição regular nas casernas dos menores indígenas: "O ncontchana é o rapaz que um outro homem emprega para satisfazer a sua paixão, e o homem é mesmo chamado o nuna dele, o marido. Quando um bando de novos trabalhadores chega a uma caserna, os polícias indígenas, que têm o seu quarto de dormir à entrada do pátio, vêm humutcha (fazer propostas) aos mais novos, não só aos rapazinhos (pois há lá alguns) mas também aos rapazes de vinte anos e mais. Se estes rapazes consentem em se tornarem os seus bancontchana, são tratados com mais indulgência que os outros. Os seus maridos dão-lhes 10 xelins para se casarem com eles (buta) e escolhem-lhes ocupações fáceis, como por exemplo varrer os dormitórios, enquanto os outros vão para o penoso trabalho subterrâneo (das minas). Os que foram escolhidos à chegada pelos polícias recebem provavelmente semelhantes propostas dos seus companheiros mais velhos, que os ajudam depois no trabalho das minas. Mas o marido não deve só ficar noivo desta mulher (nsáti), deve também lobolá-la, celebrando por vezes festas em que põem no chão até 25 libras, matam uma cabra e fazem um contrato pelo qual o ncontchana fica ligado ao seu patrão para todo o tempo que fique nas minas. O irmão mais novo do rapaz recebe o dinheiro nesta desprezível paródia do casamento banto". Alguns maridos pagam ao seu ncontchana de 1 a 10 libras por mês. Quando o contrato celebrado é quebrado, o marido reclama o dinheiro que entregou ao rapaz, mas, se este recusar restituí-lo, o queixoso pode recorrer à arbitragem do director da caserna que geralmente deixa o rapaz seguir a sua vida.
Junod foi um profundo conhecedor da vida social dos bantos e, neste caso da homossexualidade, estava na posse de todas as informações para fazer uma análise objectiva das suas práticas homossexuais regulares, mas a sua mente foi completamente obliterada pela homofobia mórbida. Diante da evidência empírica que lhe é exposta pelo evangelista indígena, a mente homofóbica de Junod deixa-se dominar por uma única preocupação missionária: "extirpar verdadeiramente este flagelo" que não só "destrói subitamente a sua força física", como também "corrompe as origens da (sua) energia moral", pondo "em perigo os próprios fundamentos da vida social banta". Porém, a tarefa missionária de extirpar o vício homossexual esbarra com o facto da "imensa maioria dos próprios indigenas" negar qualquer importância a esta prática homossexual, falando dela "sorrindo": "Os indunas e os polícias indígenas praticam a este respeito a conspiração do silêncio e, sendo os primeiros a exercer a prática indigna, são os maiores culpados". O sorriso dos Machanganas e a sua conspiração do silêncio significam que a prática de actos homossexuais não é estranha ou exterior à cultura banta, até porque "existe - como lembra o próprio Junod - uma canção tonga que diz: Acorda, ncontchana, os galos cantam, não te deixes surpreender pelo nascer do sol". Os Tongas conheciam e praticavam regularmente as relações homossexuais, mas Junod procura iludir esse facto atribuindo a "causa do mal" ao "paganismo grego" e à civilização dos brancos. A concepção da homossexualidade de Junod vacila entre duas noções diferentes: a de homossexualidade situacional e a de pederastia. A noção de homossexualidade situacional insinua-se quando Junod acusa os colonizadores de privarem os indígenas das suas mulheres ou mesmo de prostitutas, condenando-os a viver em condições de vida absolutamente "anormais" nesses enormes aglomerações que eram os dormitórios: a exibição de comportamentos homossexuais é explicada pela privação de mulheres. No entanto, se a homossexualidade tonga fosse meramente situacional, a estrutura normativa que regulava as relações homossexuais entre homens mais velhos e rapazes seria desnecessária. Junod tem consciência disso, porque logo a seguir responsabiliza o paganismo grego por esta "imoralidade". Sem conhecer os gregos, os tongas ritualizaram a pederastia que a mente doentia dos padres da Igreja identificou com a pedofilia, com o objectivo de combater a pederastia grega - um ritual de iniciação indo-europeu (Bernard Sergent, K.J. Dover) - elogiada por um poeta grego anónimo: "Todos os animais irracionais copulam apenas com as fêmeas, mas nós, animais racionais, /Somos superiores nesse aspecto a todos os outros animais: /Descobrimos o sexo entre homens. Os homens sob a influência das mulheres /Não passam de estúpidos animais". Em vez de escutar a sabedoria do poeta grego, o missionário Junod prefere acompanhar a velha estratégia anti-pagã dos padres da Igreja, animalizando a homossexualidade e identificando a pederastia com a pedofilia, o tal vício imoral supostamente introduzido pela cultura dos colonizadores brancos entre os indígenas. As relações homossexuais dos tongas são vistas como abuso sexual de rapazes adolescentes, que, segundo Junod, deve ser criminalizado. Na sociedade homofóbica, o homem que abusa de um rapaz menor é geralmente chamado pedófilo homossexual, enquanto o homem que abusa de uma rapariga é chamado pedófilo sem qualquer referência à sua heterossexualidade: o objectivo desta classificação é associar a pedofilia e a homossexualidade masculina. Mas as informações recolhidas no terreno desmentem esta classificação cristã: os rapazes adolescentes que se casavam com homens adultos nas casernas de Joanesburgo não eram coagidos a ter relações homossexuais com eles, desempenhando o papel de receptores anais. Sem o exercício de coerção sexual por parte do adulto, não há escravatura sexual ou abuso sexual: o sexo era consentido. A psicologia evolutiva demonstrou recentemente que, durante um certo período da adolescência, os rapazes envolvem-se em relações homossexuais, preferindo parceiros sexuais do mesmo sexo mais velhos, e que estas práticas não danificam o desenvolvimento psicossexual destes jovens. Além disso, os dados recolhidos por Junod obrigaram-no a reconhecer que nem todas as relações homossexuais tongas eram pederastas, porque muitas desses contactos homossexuais envolviam relações entre adultos e "rapazes de vinte anos e mais", relações entre jovens com idades próximas, e relações entre adultos, como sucedia nas prisões sul-africanas.
As duas noções de homossexualidade usadas por Junod desmentem as suas teses ideológicas e, ao mesmo tempo, ajudam a clarificar a homofobia que lhes é subjacente. A noção de homossexualidade situacional mostra que o homem heterossexual é potencialmente um omnívoro sexual e que a homossexualidade não é um "vício adquirido" susceptível de "contagiar" os outros através da prática. (:::) A vida sexual dos Tanalas de Madagáscar está liberta da homofobia: a homossexualidade masculina e o travestismo eram aceites (R. Linton). Muitos dos travestis eram homossexuais que podiam desempenhar o papel de esposa secundária. Outros não se casavam e alguns não eram realmente homossexuais activos. O travestismo funcionava como um refúgio habitual para o homem impotente, garantindo-lhe uma condição pessoal definida na comunidade tanala. Quer fossem jovens ou velhos, os travestis - recrutados geralmente do grupo dos filhos mais novos - podiam fazer tudo aquilo que as mulheres faziam e faziam-no muito melhor. Apesar de serem homossexuais, os bailarinos profissionais oscilavam entre práticas homossexuais e práticas heterossexuais. (:::) A homofobia é inimiga do comportamento homossocial e, neste aspecto, pode ser vista como uma estratégia feminina de controlar o comportamento sexual masculino. Ao criar distância e conflitos entre os homens, a homofobia funciona a favor do controlo feminino da sexualidade, deixando os homens vulneráveis diante das mulheres e contribuindo para o seu efeminamento: "Os homens sob a influência das mulheres não passam de estúpidos animais". O cristianismo é, no fundo, uma religião feita por homens-mulheres para mulheres-homens.
Anexo. Na caixa de comentários, o Raul descreveu uma situação que abona a favor da hipótese defendida neste post: "Em Moçambique, quando o tema homossexualidade vem a debate, logo surgem vozes de gente tida como esclarecida, dizendo tratar-se de uma prática introduzida pela cultura do colonizador, europeia. Porém, posso testemunhar a seguinte prática, entre recrutas, praças de 2ª, ou seja, indivíduos que não sabiam ler nem escrever, na Escola Militar de Boane: sempre que havia nova incorporação, alguns praças de 2ª, que já tinham feito a recruta (veteranos), recebiam os novos praças (caloiros) e procuravam escolher de entre estes o que passaria a ser sua “mulher”, com quem passavam a manter relacionamento sexual. Finda a recruta, as “mulheres” voltavam à sua condição de Homens e escolhiam “mulher” entre os novos praças. Tratava-se de uma prática aceite com naturalidade entre este grupo de indivíduos, maioritariamente, originários do Sul de Moçambique. Isto passou-se nos anos sessenta."
J Francisco Saraiva de Sousa

393 comentários:

«O mais antigo   ‹Mais antiga   201 – 393 de 393
Aveugle.Papillon disse...

A Igreja tem muita poder no nosso país; e engane-se quem pensa o contrário! É uma comunidade muito forte e influente, de extremo compadrio.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ouvi de longe o Adriano Moreira. Sim, a Igreja tem o poder da mentira. :(

Denise disse...

Bem, depois de ir às lágrimas de tanto rir com as impressões de miss Fräulein e o nosso F, permita-me discordar da última frase do seu post:
Sou cristã e nada homófoba. Aliás, o cristianismo não casa com a homofobia. O catolicismo sim. E outras doutrinas ditas cristãs. Mas o cristianismo não. A relação entre homossexualidade e pedofilia não é também ela originária do cristianismo, mas sim da estupidez das pessoas. Equiparar essa confusão com o cristianismo é tão grave como equiparar homossexualidade e pedofilia. Proponho a alteração da frase para " a mente doentia de alguns cristãos" ou " a mente de alguns cristãos doentios".

Denise disse...

Eu gosto do Adriano Moreira :-)

Sr disse...

http://www.youtube.com/watch?v=40adXDaMWDg

Por isso q é importante reler Sade ^^



btw, convem lembrar q este filme vai para além do "sadismo=fascismo" e é, sobretudo, uma critica desencantada e apocaliptica sobre a sociedade capitalista-consumista italiana à epoca*

Aveugle.Papillon disse...

À época? Agora ainda está pior.
Eu sou uma pasoliniana. :) Mas o meu preferido dele é o "Evangelho segundo Mateus".

Sr disse...

Aveugle.Papillon disse...

A Igreja tem muita poder no nosso país; e engane-se quem pensa o contrário! É uma comunidade muito forte e influente, de extremo compadrio.



De extrema unção!
ora sistematizando estes elementos segundo a escola critica franciscana, poderiamos já avançar com um esboço de fluxograma:

clero => extrema unção => pulsão de morte => sexo => o. braga /bom jesus.



LOL, o adriano limitou-se a apontar o q ja se sabe. Ainda por cima no seu habitual estilo professoral, q tao bons resultados lhe trouxe enquanto ministeriavel... ui!

Aveugle.Papillon disse...

N é franciscana, é francisquina. Já a tinha baptizado antes do Sr. :P

Sr disse...

pardonnez moi :O

Aveugle.Papillon disse...

Pulsão para a morte é contrária ao sexo - pulsão para a vida. Algo me escapou nessa cadeia.

Sr disse...

Aveugle.Papillon disse...

Pulsão para a morte é contrária ao sexo - pulsão para a vida. Algo me escapou nessa cadeia.



lol, sim, dá pra ver q lhe escapou gente de quem ja aqui introduzi ao barulho, como: sade, bataille, deleuze etc

Sr disse...

well, bou ali e ja venho, mas antes deixo este e dedico ao francz_frau

http://www.youtube.com/watch?v=ddvSrL_39OM

Aveugle.Papillon disse...

Eu tb meu bou!

Obg e gostei muito do som, mto divertido! :)

Sr disse...

Frau, ja q é tao espertinha, veja se entende a relação com esse pasolini...

http://www.youtube.com/watch?v=t6KT8X8s27w



o.Ô

Aveugle.Papillon disse...

Não sei. Mas como o Sr. é um espertalhão, talvez tenha a amabilidade e generosidade de nos explicar. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Estava a pensar em Bataille e no uso que Christian Duverger fez da sua economia para explicar as guerras floridas e o canibalismo dos astecas, mas a aplicação parece ser muito metafórica quando comparada com outras teorias. Enfim, embora seja interessado no canibalismo, prefiro pensar a sexualidade asteca, mais outra facada na homofobia do pseudo-bom jesus. :)

Sr disse...

Duverger? n conheço. Ele usou q parte da economia do Bataille? a part maudite? :O




espertinha:

obviamente, a estrutura sadiana de ambas. É isso q maioria dos nerds cinefilos nacionais n percebe No j.cesar :P

Aveugle.Papillon disse...

Ah! Uau. Deveras impressionada. ;)

Aveugle.Papillon disse...

N tem mais cromos para trocar, não??

Sr disse...

Cromos? claro!!
Por ex, o cromo do seu pasolinizinho q, nesse filme, pensou q era mais q os outros e teve q se render à evidencia desviando-se da estetica puramente sadiana pra uma outra coisa... :P

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Está quase concluído: vou relaxar. :)

Sim, é essa obra. Trocar cromos? hummm... :)

Sr disse...

Francisco,


va comer um prato de massa com salmão geladinho, nd mais laxante



:))

Aveugle.Papillon disse...

Arrogante é o Sr., por isso fique com os cromos e cole-os na testa. :P
Pasolini entendeu Sade, deu a ver a sua pertinência na nossa época, a relação entre dominadores e dominados, controlo e resistência, crueldade e compaixão e tudo isso em espectáculo como apanágio da sociedade capitalista. A última cena do filme é das mais impressionantes na história do cinema, aquela enquanto os jovens são escalpelados e outros dois dançam. Não sei o q quer dizer, portanto. Se for mais específico, talvez perceba. :)

Sr disse...

Aveugle.Papillon disse...

Arrogante é o Sr., por isso fique com os cromos e cole-os na testa. :P

LOL, mas esse "arrogante" vem no decurso de q post?
Ja viu, francisco, fale-se mal da massa com salmão e a frau abre-se toda ao dominio do inconsciente.


Qt ao pasolini, lol, começa logo por essa politização. Em sade, nao ha nada disso, os libertinos são puramente criminaiS.
Por isso tb falei no j cesar, um anarquista do mais radical q se conhece :P

Aveugle.Papillon disse...

Sim, ele era de esquerda e à "esquerda dos malditos", como li certa vez.
Disse arrogante, pq disse q Pasolini era arrogante. Ele tinha consciência política. No entanto, n creio q Sade n a tivesse, afinal era republicano.

Aveugle.Papillon disse...

Acho mais claro o pensamento de Pasolini do que o de J. César Monteiro. Mas é interessante a hipótese de relacioná-los.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ya... eu fui comer ao café e fui supreendido por muitos olhares, ficando a pensar qual a razão de ser de tanta atenção. Depois de descobrir fiquei desapontado pelo facto de não estar com a cueca indicada para as calças! Daqui a pouco, quando sair novamente, troco de boxers. Sim, estou sadico e exibicionista sexual hoje... a la Sade. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Também está calor e não convém andar muito coberto de roupa... Bom andar despido ou semi-nu. :)

Sr disse...

O Sade n era republicano, dear* Qd mt, so como disfarce. Obviamente q, alguem como ele, so pode ser inscrito no despotismo e num anarquismo maximamente niilista .
Well, por acaso, ontem tive a ler e, acredite, à epoca, desde barthes a foucault, todos desancaram na abordagem.
Isto ja pra n falar q os pp exegetas sadianos q ele cita no filme(klossowski, bataille, blanchot) concordam no caracter irrepresentacional(pq fantasmatico) da obra do marquês.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

O marquês não tinha boas, fortes e duras erecções... daí que procurasse animação extra... :)

Aveugle.Papillon disse...

Sim, o que quer dizer com isso, dear? Não sei pq Barthes e Foucault possam ser autoridades interessantes para compreender o filme do Pasolini. A sua representação literal de Sade tem uma intenção: a crítica da sociedade capitalista de consumo.
Bom, acho q perceber Sade como niilista ou anarquista, é menos produtivo do que a interpretação pasoliniana. Ele claramente supera a recepção filosófica francesa de Sade. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Barthes e Foucault: suspeito da qualidade das suas erecções. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Tusas de mijo... :---)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Olhos de peixe estragado...

Aveugle.Papillon disse...

Sr., n saia de casa, pq se vir o sexy-francisco e os seus boxers a condizer com as calças..., n vai conseguir resistir! :)

Sr disse...

Como ja insinuei atrás, tds convergem na impossibilidade estetica.
Veja esta citação do Barthe e talvez entenda melhor:
"Sade n'ést aucunemnet figurable(...)"pq o seu imaginário releva do fantasma e não do sonho e tal. Depois"(...)le fantasme ne peut que s'écrire, pas se décrire. C'est pourquoi Sade ne passera jamais au cinéma, et, d'un point de vue sadien,(...)Pasolini ne pouvait que se tromper - ce qu'il a fait avec entêtement(suive la lettre c'est se entêter)»

:)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bah... Tretas de Barthes: Sade e o seu imaginário estão bem figurados nos filmes pornográficos. Os fantasmas podem ser figurados, mais difícil é escrevê-los. Os franceses gostam de brincar com a língua, mas esta é traiçoeira e vira esfregona... :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E na cama - segundo dizem os parceiros/as - ficam sem imaginação: sexo é sexo...

Sr disse...

Xii o francisco hj ta insuportavel e demasiado iconolatrinático!
Vou bazar e fazer a minha massa com favas, irra!!



0/

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Deve ter ficado com caganeira e bazou... para a latrina. :ah...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Hoje sou uma figura deleuziana em devir... E depois fingem que não entendem o sentido deleuziano do que disse em linguagem simples sem fantasmas sadianos por realizar. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Enfim, a borboleta que se torna frau compreende o ser em devir e a noção prática de erotismo como acto e não como letra. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Hummmm... deleuze gostava de bergson e fui um pouco bergsoniano. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, lá por isso deixo aqui uma localidade onde a fantasia sadiana se torna acto: H2O's Santas. :)

Aveugle.Papillon disse...

Bom o que me cita é um ponto de vista, como outro qualquer. Acho q Pasolini tinha bem em mente o que queria fazer e acho q foi bem conseguido: Sade n é pornografia, mas tb n quer dizer que seja irrealizável - segundo Pasolini Sade foi realizado no cúmulo do romantismo nietzscheano com o nazismo e o fascismo, entende Sr.?
Nesse aspecto, concordo com o F.: os franceses, por vezes, estorvam à compreensão fundamental das coisas, com os seus rodeios retóricos e brincadeiras lexicais.
Mas eu n sou dogmática, n defendo Pasolini passivamente; sou apenas uma admiradora da sua obra enquanto poeta e pensador. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, também posso indicar algumas pessoas que vivem adorando Sade. :)

Aveugle.Papillon disse...

Ah eu gosto do francisco assim... muito mais adorável e desejável! :)

O Sporting vai jogar, espero q ganhe!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Boa sorte para o Sporting: vou ver. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, a frau tem pertinência nesta frase:

"Segundo Pasolini, Sade foi realizado no cúmulo do romantismo nietzscheano com o nazismo e o fascismo, entende Sr.?"

Ora, somos reconduzidos a leitura que Adorno faz de Sade e podemos meter ao barulho Benjamin e a sua concepção do poder - a tal estetização do poder, uma ideia pouco de esquerda. De certo modo, o fracasso político da actual esquerda reside algures aqui na recepção de certas obras, em especial a de Nietzsche: anarquismo e niilismo não são boas companhias para o homem. E a tal estética aqui referida pode tornar-se numa estética do horror, como viu a frau.

Nenhum dos filósofos franceses aqui referidos prestaram bons serviços a causa da emancipação das trevas; pelo contrário, na sua vontade de ser originais deixaram escapar o terror que estava a ser cozinhado nas macro-estruturas do poder. Serviram mais o triunfo do neoliberalismo que a causa da esquerda democrática...

Bem, lamento, o Sporting empatou e saiu da taça. :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Diz Adorno a propósito de Sade:

"Todo o gozo deixa transparecer uma idolatria: ele é o abandono de si mesmo a uma outra coisa".

"Na sociedade industrial, o amor é facturado. (...) Os adolescentes não têm mais a família como seu horizonte, a autonomia do pai desaparece e com ela a resistência a sua autoridade".

A divisão cartesiana é "a destruição do amor romantico", visto como "disfarce, racionalização do instinto físico."

"A dominação da natureza reproduz-se no interior da humanidade". "O desamparo da mulher é a justificação legal da sua opressão". "O capitalismo sem sujeito leva a cabo cegamente a destruição". E, a seguir, desmonta a cópula Sade/Nietzsche, mostrando que não apreenderam que a negação de Deus nega a própria ciência e o amor em geral e que o esclarecimento leva ao ídolo - mitologia.

Ora, nenhum dos franceses alcança o brilho de Adorno! E dizem secundá-lo, como afirmou Foucault.

Fräulein Else disse...

"E, a seguir, desmonta a cópula Sade/Nietzsche, mostrando que não apreenderam que a negação de Deus nega a própria ciência e o amor em geral e que o esclarecimento leva ao ídolo - mitologia"

Exactamente. È essa a "lição" que Pasolini passa em Salò: o perigo de escarnecer de Deus. No entanto, n considero que Nietzsche negue Deus, mas isso seria uma conversa mais longa...

Sr.,

Disse bem que Klossowski e outros são citados no filme do Paso, mas pense cmg, quem os declama? Os "ditadores" sádicos, ou seja, os representantes da pequena-burguesia. A filosofia francesa como degenerescência, nas bocas dos carrascos.

Fräulein Else disse...

Ya, o Sporting é uma desilusão, um fado ser do Sporting! :(

Tiago r disse...

Foi por isso que abdiquei do futebol: eu era do Sporting! Menos uma preocupação :D

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Oh, até simpatizo com o Paulo Bento e fizeram um bom jogo na primeira parte e isto dentro das limitações orçamentais impostas; depois descontrolaram-se muito na segunda parte, atirando as bolas para a frente sem nexo. Não devem perder a confiança... :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Mas tem razão: ser adepto ou sócio de um clube dá muita preocupação e nervos e luta e sofrimento..., enfim dói muito quando vemos as coisas correr mal. Com o FCPorto, chateio-me mais com alguns adeptos e jornalistas do que com o clube, a equipa, a direcção ou o treinador. :)

Tiago r disse...

Por acaso até estava a exagerar, mas sei q é assim. Nunca cheguei a esse ponto de sofrer pelo clube, talvez porque a música e a literatural (e a minha maneira de ser) se sobrepuseram de um modo firme, na adolescência. Mas claro, qd era puto ia ser futebolista, do Sporting, cheguei a andar em clubes lá do sítio :) É um jogo porreiro (à parte toda a palermice envolvida), e de vez em qd na praia ainda se dá uns toques.

Sr disse...

Diz Adorno a propósito de Sade:

"Todo o gozo deixa transparecer uma idolatria: ele é o abandono de si mesmo a uma outra coisa".

"Na sociedade industrial, o amor é facturado. (...) Os adolescentes não têm mais a família como seu horizonte, a autonomia do pai desaparece e com ela a resistência a sua autoridade".

A divisão cartesiana é "a destruição do amor romantico", visto como "disfarce, racionalização do instinto físico."

"A dominação da natureza reproduz-se no interior da humanidade". "O desamparo da mulher é a justificação legal da sua opressão". "O capitalismo sem sujeito leva a cabo cegamente a destruição". E, a seguir, desmonta a cópula Sade/Nietzsche, mostrando que não apreenderam que a negação de Deus nega a própria ciência e o amor em geral e que o esclarecimento leva ao ídolo - mitologia.

Ora, nenhum dos franceses alcança o brilho de Adorno! E dizem secundá-lo, como afirmou Foucault.

Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009 22H35m WEST
Blogger Fräulein Else disse...

"E, a seguir, desmonta a cópula Sade/Nietzsche, mostrando que não apreenderam que a negação de Deus nega a própria ciência e o amor em geral e que o esclarecimento leva ao ídolo - mitologia"

Exactamente. È essa a "lição" que Pasolini passa em Salò: o perigo de escarnecer de Deus. No entanto, n considero que Nietzsche negue Deus, mas isso seria uma conversa mais longa...

Sr.,

Disse bem que Klossowski e outros são citados no filme do Paso, mas pense cmg, quem os declama? Os "ditadores" sádicos, ou seja, os representantes da pequena-burguesia. A filosofia francesa como degenerescência, nas bocas dos carrascos.



ahaha boa tentativa, mas tb tou a lembrar, q la aparecem, por ex, citaçoes de baudelaire, dada...

Tb essa tal "nostalgia" de Deus n me parece nada estar presente na ideia de exposiçao da obra e nem sequer nietzsche. Não, a ideia base é o binomio sade-fascismo, mas como metáfora(o seu lado de escritor), daí o Barthes e Foucault assinalarem isso mesmo, q Sade tá do lado do fantasma e nao da representação escrita/cinematografica. Ie, para além do Pasolini ser marxista e por isso ter a questao de deus mais ou menos arrumada, não é mesmo a questão filosofica q ele visa, mas sim o sadismo como "binoculo" do fascismo e capitalismo.O




Qt ao dizerem q os franceses sao retoricos e blabla, xiiii, relativamente a gajos como o Barthes ainda va lá, agora klossowski, bataille, blanchot, leiris, artaaaauuuuuddddddddd????????????????
dgeeezzzz, frauzita, pela sua rica saude, nunca expresse isto em publico se se pretende, simultaneamente, assumir nietzschiniana!!! :P



Vou aqui proc uma entrevista do pasolini e ja bolto*

Sr disse...

lol, o anterior era so pra resp à Fraulein, mas foi copy a mais :P



Ainda assim, aproveito tb pra dizer mais ou menos o mesmo sobre o Adorno:
tb gosto mt do Adorno(do pasolini tb, ja agora:), mas, tenham dó, nunca pensador alemão algum saberá falar sobre erotismo e sexo como os franceses hihihi É q nem sequer na estetica do erotismo, dá pra ver q o adorno, na pratica, era assim pro elitismo burgues-ilustrado*



Frau:
que cultura/povo o nietzsche mais glosava como sendo aquela com q mais se identificava e o mereceria?
É...

Sr disse...

Et voilá :)

«Il n'y a pas, dans ce filme, la moindre place pour l'image construite, non fonctionelle.[O filme deve ser] un tout formel, qui me sert pour enfermer comme dans une espèce d'enveloppe les chose terribles de Sade et du fascisme»
Pasolini em entrevista (lol espero q n pensem q sou a inventar ahahah)
Ok, ha aqui uma clara assumpçao inicial de um proposito de fuga pra frente da estetica sadiana, o que, quanto a mim, n deixa tb de ser já uma especie de reconhecimento/concordancia quanto à tal impossibilidade formal da representação da obra sadiana*




Encontrei ainda este excerto delicioso do René Char(por sinal, vizinho de Sade :)
« Sade, l'amour enfim sauvé de la boue du ciel, l'hypocrisie passé par les armes et par les yeux, cet héritage suffira aux hommes contre la famine, leurs belles mains d'étrangleur sorties des poches...»


^^

Aveugle.Papillon disse...

ahah... 1º: não sou nietzschena, sou amante da sabedoria, logo, afirmo o que eu quiser em público.
2º tb n sou pasoliniana, mas lhe digo q n é mesmo nada claro q Pasolini tenha a questão de Deus "arrumada", por ser marxista, isso é tão simplista q até me arrepia. Aconselho-o a atentar na sua obra, e a perceber q um dos seus grandes conflitos é precisamente esse: o deus católico e a sua cosnciência política.

E, pronto, agora vou para festas de despedida em minha honra!

Sr disse...

festa de despedida? vai pra praia, é?


:)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Hmmmmm... Também queria uma festa para mim: uma despedida de solteiro com muito sexo e pornografia em directo. :) :) :)

Tiago r disse...

despedida de solteiro, Francisco, vai-se casar? :D (ou, pela fantasia, parece desejá-lo :)

Tiago r disse...

mas ya, eu tb já era todo lambido! devia ter entrado para o mundo do porno em vez de ter ido tirar o curso :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A vida é casar e descasar, mas uma despedida de solteiro seria gira..., porque podemos ser "sadianos" sem ser no sentido figurado. (Brinco.) :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, apaguei essa parte do ser lambido e mamado: o porno dá mais dinheiro do que as licenciaturas. :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

...E andam a enganar a malta com essa treta das habilitções e qualificações, porque na hora certa o que conta é a cunha e não o saber.

Tiago r disse...

lol, apagou? de qq forma quem tem os comments a receber na caixa de correio, leu. mas, tb, q importa! :)

ya. nem Sade era sadiano, provavelmente. Por mais q não seja por ter passado a vida preso...

o sadianismo de Sade foi, segundo um tal Paulo Furtado, numa espécie de conferência em que vários comunicadores apresentavam as suas comunicações, na Uni de Letras, terminou a sua (q era sobre Sade) dizendo: «Sade vingou-se». Para mim fez todo o sentido. O exagero salúbre de Sade foi uma sã vingança...

Sim, dinheiro é o q as licenciaturas ñ dão; mas aumentam-nos a frustração, o que já é alguma coisa! (ironia)

Tiago r disse...

xiii, ñ devia ter apagado, F, agora fico para ali eu a dizer q era lambido e ninguém sabe por quê lol :D

Tiago r disse...

sadeanismo*

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Estava a ver o livro de Deleuze sobre sade/masoch e acho-o muito pouco próximo da realidade, embora faça distinções importantes.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E não se liberta de Freud e da sua metapsicologia.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

É sadeanismo que se escreve? Isso como momento literario; o resto é sadismo sexual.

Tiago r disse...

sadeanismo/sadeano (filosofia de Sade) por oposição a sadismo/sádico (termo psiquiátrico inventado por um tal americano q ñ sei o nome). os primeiros termos, portanto, ao pensador; os segundos, aos comportamentos associados.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E o Sr baralhou as teses dos diversos autores, porque entre eles não há necessariamente concordancia.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A linguagem de sade é a linguagem da vitima, diz bataille, mas, para chegar aqui, foi preciso operar um certo jogo de linguagem e joga-lo não muda a realidade... a ligação entre erotismo e santidade é deveras enganosa... hmmmm... o bataille brinca em excesso com as palavras... mas não estou com tempo para brincar com ele e desmonta-lo... :)

Tiago r disse...

ya, e eu vou ver um Ingmar Bergman ;)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

ah, eu estava a ler blogues fascistas e integralistas... :(

Maldonado disse...

Como já disse no meu tasco, a Reacção está confortavelmente instalada na blogo. E cada vez mais constato que os blogueiros conservadores (de direita e de extrema-direita) não são flexíveis, preferindo fechar a caixa de comentários ou insultar...
Representam o lado mais baixo da maneira de ser e de estar tuga...
Se a direita ganhar nas eleições, o país irá regredir muito, pois ela quererá eliminar todos os vestígios da governação anterior...

Sr disse...

Ora, ca tou em mais uma semi-directa :)


Blogger J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A linguagem de sade é a linguagem da vitima, diz bataille, mas, para chegar aqui, foi preciso operar um certo jogo de linguagem e joga-lo não muda a realidade... a ligação entre erotismo e santidade é deveras enganosa


_________


blah, mas qual jogo de linguagem qual quê, abstraia-se do seu processo mental anglofono e ajoelhe-se qd fala de misticos dessa estirpe!


:P


Oremos irmãos


«La mesure de l'amour, c'ést d'aimer sains mesure»


St Augustin



zZzZzZzZZZZZZZZZ

Sr disse...

Aveuglezinha,


ja q gosta tt de cinema, hj passei por um script do Godard, onde ele faz citaçoes wunderbar dum livrinho do Robert Bresson, de nome "Notas sobre o cinematografo"_(algo assim)
Dá mm vontade de cuscar o raio do livrito
o.O

Aveugle.Papillon disse...

Ahahah!
Tb quis em tempos de adolescente ser artista porno, mas depois percebi que n teria muito estofo físico para isso. Com um namorado q tive de enorme "coração", só no dia seguinte estava apta a receber mais "generosidade". Acho q é desejo de todos os jovens com muita energia. :)

Sr.,

Não conheço esse livro.

Aveugle.Papillon disse...

Tiago,

o Francisco casar? Com quem? Ninguém o aturaria. Só se for com uma noiva virtual, a morar algures numa província da Rússia, e que, com dinheiro, a convencesse a vir beber uma vodka, olhando a Ribeira. :D

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

... não me posso casar duplamente... :(

bem, não vou discutir bataille, porque não sei o que esta a ser debatido aqui. bah...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

alem disso, ha uma historia que não foi contada sobre ele e as suas ligações com outros autores, mas a citação que fiz dele é puro jogo retorico assente numa confusão dos planos: dizer a violencia numa situação de prisão não faz dessa linguagem a da vítima. por outro lado, o erotismo como experiencia interior solitaria não é erotismo.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

estas coisas da rede são fabulosas: o ingles domina tudo e o meu blogue em ingles é giro; pelo menos, livro-me d pseudo-ironia tuga. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

devo ser lido em ingles - a minha pátria. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

heterosexism: one God, one sexuality - heterosexuality - put to use for continuation of the human species, a single sexual act allowed - the penis into the vagina, finally the consecration of exclusive heterosexual marriage and family hetero. :)

Aveugle.Papillon disse...

ahahah...
Ao Francisco escapa-lhe a pseudo-ironia tuga e o fantástico humor inglês..., mas c'est la vie. :D

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

o humor ingles n me escapa, frau ...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

quanto a pseudo-ironia tuga n lhe ligo, pk é mesquinha e estupidificante. :(

Aveugle.Papillon disse...

Ahahah! Então, mas por que é que n escreve só em inglês? Eu acho q deveria pensar nisso. Afinal, vivemos num mundo globalizado!

Aveugle.Papillon disse...

O Francisco nem sabe o que é pseudo-ironia, portanto é normal q nem lhe ligue, pois n a reconhece para a ignorar. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

a diferença é esta - n sou malcriado ou complexado. por isso, n preciso fingir ser espertalhao. sou claro e frontal, n ando a simular. enfim sou seguro e amo a vida. sou livre e estou liberto da mediocridade tuga. a minha lingua é limpa, n é suja. a boa ironia escapa aos espertinhos, bem como o pensamento.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

a frau esta a falar de si? ok

Aveugle.Papillon disse...

Ahahah! Que lindo! "Eu sou tão puro e limpo", mas sabe que "enganar parvos é fazer a vingança do espírito"... ;)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

tretas sobre tretas. por isso, a terra tuga n tem futuro. mas ja tou em ingles... :)

Aveugle.Papillon disse...

Eu falo da vida!

Bom dia q tenho muita coisa para arrumar! :)

Aveugle.Papillon disse...

Sim, eu tb já vou emigrar. Emigre tb!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

a frau deve tar na menopausa. perdeu a presença de espírito...

Aveugle.Papillon disse...

E não são "tretas" - leia Casanova, um grande sábio que amava a vida! :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

ah tanta mitologia gasta e fora de prazo. sou um homem de hoje...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

o meu blogue ta em ingles tb... esta... ta ta

Aveugle.Papillon disse...

Fora de prazo? Fora de prazo andam os fracos: Casanova era forte de espírito e só temos a aprender com ele. Com os fortes, perspicazes e ousados!

Coragem, é a palavra de ordem! E como precisarei dela! :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

pk precisa coragem... emigre...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

The Portuguese are completely addicted to the issue of sick and pathetic view, coated paper wrapping homemade pseudo-scientific matters are unfamiliar. Opine without knowingly and therefore are naturally inclined to discuss matters in terms of values, although they are unable to define the values and delineate its theoretical issues in case they are challenged in that regard.

Sr disse...

Francisco

n sei se está apenas a expressar-se mal mas, quando o bataille diz q a linguagem do carrasco é da vitima, isso n é pra ser assumido na generalidade. A personagem-carrasco (e a sua expressividade) dos contos e romances é q deve ser interpretada como sendo A DO PROPRIO SADE, dele como VITIMA concreta e sofrida dum poder q o oprime absolutamente. A inversao é esta e so mesmo visonarios como o bataille(na linha do nietzsche) o poderiam notar, praise de lord. o.O

N entendo tb essa do erotismo como experiencia interior solitária em bataille, já q todo o seu pensamento vai, precisamente, na direcção oposta disso: erotismo é penetração/transgressão do interdito.


gud moaning!

Aveugle.Papillon disse...

ai os "portugueses", os "lisboetas", os "ingleses", os "ciganos". Estou fooooooora disso! I am a citizen of the world! Sou desterrada: sou francesa e italiana e grega e holandesa e moçambicana e carioca. Sou tudo isso, pq sou inteligente e, logo, adaptável, fluida como o rio que dança pela encosta. :)

Sr disse...

Outra coisa.
O Casanova é dos mais destestados e ridicularizado entre os seus pares libertinos*
Por inveja? Não, pq cede aos desmandos da paixao e da razao ^^

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

fazem bem emigrar e ir para o mundo não-ocidental, onde serão cidadãos do mundo da transgressão, se tiverem coragem para quebrar as proibições desse mundo. ate qq dia.

Aveugle.Papillon disse...

Oh Sr. e que tal ler por si mesmo e deixar as opiniões alheias? ah? :)

Aveugle.Papillon disse...

Francisqinho, por acaso, vou para um país Ocidental. :)

Até qq dia!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

portugal precisa de nova gente vinda da europa do norte. lugar vago, lugar bem ocupado por pessoas bonitas. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

adeus borboleta italiana. adeus... :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

mas será que estes franceses estão mesmo na linha de nietzsche? e de que nietzsche? a-deus

Sr disse...

LOVE LOVE LOVE LOVE


http://www.youtube.com/watch?v=1P3Wc-37pC4



<3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3



^^

Sr disse...

Eu Eu Eu Eu eheheh
yo muthafucka!
Caso n saibam, esse vd ta considerado por mts como o melhor de toda a histª dos vdclips.
Cunningham, of course*

Sr disse...

aquele calao todo é conhecido como "ebonics" ;)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

eu penso de modo autonomo e estou a renovar a critica do cristianismo. a cultura de esquerda é pagã. :)

Tiago r disse...

Sim, Else, sou do tipo enérgico (emobra ñ o pareça), mas acho que ñ dava para porno, tenho os meus limites... :) Além do mais sou cultista da razão, a par da dedicação ao dionisíaco

Já vais mudar de terra, Elsa? Uma boa viagem e estadia and all in between ;) Ciao!
Eu conto seguir o mesmo rumo - o estrangeiro - algures no próximo mês...

Aveugle.Papillon disse...

Sim, já me vou Tiago. Prox. 3ª, tou fazendo as malas...

Boa viagem para ti tb e boa estadia. Vamos para cidades diferentes: eu espero sobreviver para contar... lol

E porque dizes q n pareces enérgico? Há pessoas mais sexuais que outras e isso n aparece escrito na cara. Mas, ya, o porno é como a violência, pode haver tentação, mas a razão deve valer sempre mais. :)

Abraço!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

The affirmative culture is culture of right, but in Portugal - perhaps due to Salazar - any culture - whether right or left - it is so in a way sui generis: The regime of scarcity predominantly promotes a radical evil that causes the Portuguese reject the change for a system of poor achievement of guaranteed employment, regardless of skills. Besides being poor, this system generates all kinds of corruption blocking the society, culture, economy, the state education system, the media and the national future. The Portuguese easily sell their silence and complicity and compromising your body in exchange for a job or a job for which were not cognitively carved: A illegitimate occupation positions does not produce capital gains, rather it reproduces mediocrity establishedWhose closed loop goes from journalism to politics and political journalism. Newspapers and magazines that feed mediocrity: the culture of pseudo-national elites and the ruling classes is a culture of newspaper and TV.

adeus a todos... :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

The concept of situational homosexuality shows that heterosexual man is potentially a sexual omnivore and that homosexuality is not a "habit strength" may "infect" others through practice.

adeus, adeus, adeus...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

The "fag shame"Becomes a murderer: refusal to grant homosexuals the status of human beings in order to encourage hate crimes and killing of homosexuals, but this denial of humanity of the Other, the homophobic forbids itself the status of human. Their texts against homosexuality, civil marriage between same sex and adoption of children by gay couples, work in a small economy such as mental acts of suicide: its homophobia became necrophilia.

adeus adeus adeus...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

The mind is connected to the brain, but may not be the brain, as the physicalist claim that, however despite their efforts, have failed to refute the other possibility: the mind can be something other than the brain and mind as embodied in a body situation, be given the capacity to act causally in the world.

adeus adeus adeus :D

Sr disse...

francisco, assim com tudo a bazar pra estranja, corre-se serio risco da manuela f leite ganhar as eleiçoes.
Melhor escrever um post sobre a ilusão e a desilusão humanas :)


Btw, ainda a proposito do carrasco e do bataille, lembrei-me de outra sua observação importantissima, a qual, afinal, tá até na origem daqueles q negam a associação sade-fascismo.
É que ele diz que a linguagem do carrasco so pode ser a duma vitima porque, se esta fosse, realmente, uma figura do poder/violência, a discursividade não surgiria com tamanho grau expositivo e demonstrativo, pois a linguagem do poder é essencialmente eufemistica e até obscurantista o.O



Relativamente a este seu post, lembrei ainda da figura do andrógino do Sade e..... veja........................

http://aquileana.wordpress.com/2008/07/21/filosofia-jean-libis-interpretaciones-sobre-la-androginia-del-dios-cristiano/


;)



Hot in herre 0/

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

sim, a bruxa velha e malvada pode vencer as eleições, mas vou atacar o seu minimalismo cognitivo e linguistico... :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

se a direita vencer portugal fica quilhado e pobre... :(

Tiago r disse...

O que eu queria dizer, Elsa, era que sou enérgico (e de uma forma geral, ñ só sexual) embora possa ñ parecer, isto é, aos olhos, por que sou calmo, ou inspiro isso aos outros, segundo me dizem. E já se têm virado para mim admiradas dp do acto sexual :P Juro q ñ é para me gabar, nunca me senti tentado a esse tipo de medições másculas, q só evidenciam medos, nem na adolescência.

Eu tb conto poder contar! Porque ainda ñ tive a certeza certezinha de q vou, mas como já está tudo tratado para ir... Mas eu será só no fim do mês próximo. Mas sim, correrá tudo bem! Ñ sejamos portugueses!... :)

Outro abraço, se já ñ nos cruzarmos por aqui ;)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

In the remarks, the Raul described a situation that reflects well on the hypothesis advocated in this post: "In MozambiqueWhen the subject of homosexuality comes to debate, soon come voices of people regarded as unclear, saying that it was a practice introduced by culture of the colonizerEuropean. However, I can testify to the following practice among recruits, squares, 2 nd, ie individuals who could not read or write, in Military School Boane: Whenever there was new hiring, some squares in the 2nd, who had made the soldier (veterans), received the new squares (freshmen) and tried to choose among these what would be his "woman" with whom he began to keep sexual relationship. After his recruits, "women" were returning to their status as men and chose "woman" among the new squares. It was an accepted practice with ease among this group of individuals, mostly originating in southern Mozambique. This happened in the Sixties. "

deus deus deus meu onde estou? :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

The Berdache effeminate man or the Crow Indians gave their sexual favors to the great warriors of the tribe without diminishing its status, instead, be sexually satisfied by a Berdache was proof of virility. Among the Azande of Sudan, men belonging to the age of unmarried warriors, who were separated from women for years, had homosexual relations with boys belonging to the age of warrior apprentices. These experiences with boys-wives allowed the warriors rise to the status of next age, marrying and producing children. Many societies of New Guinea and Melanesia some form of ritualized male homosexuality and its ideological justification contrasts with Western notions of sexuality: homosexuality was not treated as a personal preferenceBut as a social obligation. The men were classified as homosexual, heterosexual or bisexual, they were all required to be bisexual by sacred duty and practical necessity. Among etoro of Papua New Guinea, the concept of homosexuality revolves around the belief that the semen is not only the source whence proceed the children, but also the life of man. As Hindus, etoro believed that each man has limited supplies of sperm and when they eventually died. To prevent excessive A decrease of population, intercourse with their wives was necessary, but the sexual relationship between husband and wife was taboo for two hundred days a year. Women who wanted to break this taboo were viewed by husbands as witches. Furthermore, reserves semen not something that comes with the man, they can only be obtained from another man, the boys buy their stocks of semen through the practice of oral sex with older men. Young people can not have sex with each other and boys most ardent or overly sexual are seen as Witches and convicted of stealing the reserves of semen of their peers. The fact grow faster than other normal guys to identify them as thieves semen. A ritualized homosexuality these societies war lovers (Herdt, 1984) is strongly associated with a high level of sexual antagonism between men and women, fear of menstrual blood, The rituals of male virility and homes men: The war is closely associated with competition for scarce resources and / or exhausted and the sex ratios show an imbalance in favor of men (Herdt, 1984).

deus deus deus é homem... :)

Sr disse...

pere q ja volto com uma foto de familia, pra substituir os q agora se vão.
Vai ver q ainda fica a ganhar*

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

m f leite é...

Women who wanted to break this taboo were viewed by husbands as witches.

a deus, a deus, a deus... m f leite bruxa ...

Aveugle.Papillon disse...

Ai é, Tiago? Amanhã é a minha última festa de despedida, n queres aparecer para eu me admirar tb? ;)

ahah... tou a brincar ctg. :)

Ya, Sr., n vou poder votar legislativas nem autárquicas, por isso vai ser o descalabre. :)

Sr disse...

http://4.bp.blogspot.com/_ooyfHJnZdhk/SHPGMpfw2LI/AAAAAAAAAzk/IL7XVdloPe0/s400/manuelaferreiraleitefamkb5.jpg




\m/

Tiago r disse...

Mas, sim, não aparece escrito na cara :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

In the minds of the missionaries in the sediments of the teachings of hatred and lies of the school of ancient Judeo-Christian homophobia: the reality is warped, twisted and shaped so as to adapt to the ideological and practically castrating religious ideology. Evangelization is pure act of violence: the word of the Gospels distorted by hate to meat and pleasure calls for exclusivity, confiscating and stealing the word and others. The Christian doctrine propagated by the missionaries intended to mortification of the world.

hmmmm... :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sr: n consigo abrir a photo...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

vou colar a photo num post, pode ser?

Tiago r disse...

Como ñ sou nenhum musculado, só as faço admirar dp, e como estarias em festa, ñ ia haver tempo para te admirares... lol mas acredito q te divertirás na msm sem mim! :P (tb brinco)

Sr disse...

Mirror, mirror on the wall, who in the land is energetic of all?

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Dans le monde occidental, les Grecs et les Romains avaient construit des niches culturelles pour les sexualités différentes (Amy Richlin), mais avec l'adoption de Christianisme comme religion officielle de Rome par l'empereur Constantin le Grand, la situation a radicalement changé: la notion terrible de juifs du sexe à des fins de procréation remplacé la notion de Pagan sex-for-plaisir. Ce changement dans le concept de la sexualité a été déterminé par le polythéisme pour monothéisme. Le monothéisme est, par définition, Homophobie: un Dieu, une sexualité - hétérosexualité - mise à profit pour la poursuite de l'espèce humaine, un acte sexuel unique a permis - le pénis dans le vagin, enfin, la consécration du mariage hétérosexuel exclusif et de la famille hétéro

Sr disse...

por mim pode, lol
mas axo q os dizeres no fundo da pic sao relativos a um blog*

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

espelho meu, espelho meu, quem é mais energético do que eu?

Sr disse...

bahaahahah bem q a aveuglezinha o pica á moscardo a tda a hora :P

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

An event created some dark shadows in this debate: a global agency for quality tourism, withdrew from Lisbon, because it considers that the Portuguese capital does not meet the high standards of this type of tourism. However, the reasons for such disqualification of Lisbon not due to its architectural value undeniable, but perhaps another variable that deserves thought.

adeus adeus adeus lisbon

Tiago r disse...

Dionysus is the most of all :€

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Die Führer der nicht-westlichen Ländern, darunter auch Robert Mugabe, zu irrational Hingabe an den Prozess der Löschung der Geschichte der homosexuellen Kulturen, wirft dem Westen durch die Einführung und Entwicklung von Homosexualität unter der einheimischen Bevölkerung, aber die Wahrheit ist, dass die sexuelle Anziehung ist universell in der condition humaine. Europäische Siedlung kann mir nichts vorgeworfen werden, aber Sie haben den gleichen Geschlechts den Beziehungen zwischen kolonisierten Völker getreten: die Kolonisierung der Köpfe von den Missionaren durchgeführt wurde, die Völker Vorstellungen über Geschlecht, Sexualität und Gender, die nicht passen wollte im Wandel Jüdisch-christlichen Modelle Entwicklung in Westeuropa. Die Missionare aus, was schon in Westeuropa gemacht: unterdrücken und alle sexuellen Beziehungen, die nicht in den Dienst der Fortpflanzung zu verbieten. Die nicht-reproduktive Sexualität natürlich in diesen Kulturen in Afrika, Amerika und Asien gewachsen waren Gegenstand Christian Homophobie. Der Afrikanischen Gesellschaften vorkolonialen sind seit jeher in der Lage, eine tragfähige Raum für Menschen, die von der Mehrheit unterscheidet, das heißt, für Aufbau Erotik MinderheitenAber wenn die europäischen Kolonisation, dachte die christlichen Missionare und dem Westen hatten sie das ausschließliche Recht zur Homophobie in der Welt zu verbreiten erworben. Durch die Annahme der kolonisierten kulturelle Hegemonie und gender bias Westlichen Gesellschaften besiedelt waren gezwungen, die Tilgung der Beginn ihrer Erotik Nischen für sexuellen Dissidenten. In der westlichen Welt hatten die Griechen und die Römer kulturellen Nischen für die verschiedenen Sexualitäten (Amy Richlin) gebaut, aber mit der Annahme der Christentum als die offizielle Religion von Rom durch die Kaiser Konstantin der Große hat sich die Situation grundlegend geändert: Die schrecklichen Begriff der jüdischen sex-for-Zeugung ersetzen den Begriff der heidnischen sex-for-Vergnügen. Diese Änderung im Konzept der Sexualität von der ermittelten Polytheismus für Monotheismus. Der Monotheismus ist per definitionem Heterosexismus: ein Gott, der eine Sexualität - Heterosexualität - setzen, um für die Fortsetzung der menschlichen Spezies, einer einzigen sexuellen Akt zulässigen Nutzungen - der Penis in die Vagina, schließlich die Weihe der exklusiven heterosexuellen Ehe und Familie hetero. Im Jahre 342, Constans I (West) und Constantius II (Ost), Kinder der ersten christlichen Kaisers von Rom, schaffte die de-facto-Anerkennung der Homosexuell Ehe. Die kaiserliche Gesetz wurde nach und nach abgeschafft und Heidentum zum Christentum bekehrt. Die erste Strafe für Homosexualität in 390 aufgenommen, während der Herrschaft von Theodosius dem Großen. Obwohl die Literatur und Philosophie auch weiterhin den Charakter des raffiniert und zivilisiert zu verteidigen Liebe zwischen MännernDie frühen Kirchenväter, beginnend mit Hl. Justin, Johannes Chrysostomos und Augustinus, wurde eine schreckliche Assoziation zwischen homosexuellen Handlungen und sexueller MissbrauchUm das Geschlecht identifizieren sich mit Jugendlichen, da Pädophilie und nicht Missbrauch. Mit dem Siegeszug des Christentums, trat der Westen die Ära der Terrorismus Mono-sexuellen Entlassung berechtigten verbreitete sich in der Welt der Entdeckung und Kolonisation durch eine gesegnete Gott Homophobe. Die kolonisierten Gesellschaften durch die christliche Homophobie überrascht und zur Abdankung gezwungen Unschuld polissexualidade und ihre Nische erotischen gesellschaftlich anerkannt: Was ist der Westen durch Missionare homophober in den neuen Welten eingeführt entdeckte, war nicht Homosexualität, sondern Homophobie.

bye bye bye borboleta inflamada. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Geschlecht, sex, sexo... :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Der Väter, Darunter St. Justin, im Zusammenhang mit Homosexualität heidnische Religion und wie sie wollten, von ihren heidnischen Nachbarn anders sein, einen erbitterten Kampf gegen die sexuelle Promiskuität, Prostitution, Ehebruch, Homosexualität und Sex mit jungen Menschen. Zur Bekämpfung polissexualidade der heidnischen Welt, haben die Christen die umarmte Idee der unnatürlichenDie Angabe, dass der Zweck des Geschlechts Zeugung war. Jede andere Verwendung des Geschlechts wurde als unnatürlich. Jedoch, wie von Ovid zeigen, ist es sehr schwierig, die Natur zu nutzen, um die theologisch zu rechtfertigen SexualmoralWeil Natur nicht als beschämend, dass ein Kalb von seinem Vater, die Tochter eines Hengstes montiert wird, könnte Ihr Partner oder Paarung zwischen den Ziegenherden erzeugt, in der. Johannes Chrysostomos geliefert Regeln des Sexualverhaltens, Unter Verurteilung der heidnischen Sexualmoral im Allgemeinen und homosexuelle Handlungen im privaten. Der Angriff gegen Homosexualität basiert auf der Idee, dass diese Form der gleichgeschlechtlichen Sexualität produziert ein dritte Art von Sex nicht von Gott geschaffen wurde. Durch die passive Rolle einer homosexuellen Beziehung, der Mann, "wird" eine Frau, weil es seine Eigenschaft als einen Mann, ohne sich völlig zu verwandeln einen weiblichen Charakter bewahren. Wie ich bereits sagte der heilige Bernhard von Clairvaux, der Mann, der homosexuelle Handlungen ausgeübt "wurde, um ihre Männlichkeit Schande", wie eine Hyäne. Für Augustinus ist der Körper eines Menschen so überlegen, dass eine Frau wie die Seele den Körper. Ein Mann kann nicht davon ausgehen, die sexuelle Rolle einer Frau, weil Frauen den Männern unterlegen sind: a Homophobie Hand in Hand geht mit Frauenfeindlichkeit. Augustinus, Hieronymus, Tertullian, Ennodius, Methodius, Ambrosius und Arnóbio geglaubt, dass Sex unrein war, ekelhaft, schändlich, schmutzig und erniedrigend. Der aporcalhamento der sexuellen, Homophobie, Frauenfeindlichkeit und Verurteilung der Lust strukturellen Merkmale sind Merkmale, die mit der offiziellen Ideologie der katholischen Kirche in ihrer missionarischen Arbeit im Laufe der Geschichte kommen.

deus deus deus deus de Job...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Homophobie ist der Feind des homosocial Verhalten und in dieser Hinsicht als eine weibliche Strategie zur männliche sexuelle Verhalten zu kontrollieren gesehen werden. Durch die Distanz zu schaffen und Konflikte zwischen den Menschen, Homophobie Arbeiten, die für die Kontrolle der weiblichen Sexualität, so dass die Menschen anfällig für Frauen und einen Beitrag zu ihrer weibisch "Männer unter dem Einfluss der Frauen sind nur dumme Tiere. Das Christentum ist eine Religion im Herzen von Männern und Frauen für Frauen gemacht Männer.

Sr disse...

Imparavel este fluxo de portuguesitos destemidos e espirito cosmopolita, cheios de energia e motivação em direcção à europa civilizada

http://freepages.genealogy.rootsweb.ancestry.com/~jurjevic/_borders/Herman&Ernestine.jpg


les portugais sont toujours gais :P

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Nel commento, il Raul ha descritto una situazione che riflette bene l'ipotesi sostenuta in questo post: "In MozambicoQuando il soggetto di omosessualità viene in discussione, presto le voci di persone considerate come poco chiaro, dicendo che era una prassi introdotta dal cultura del colonizzatoreEuropea. Tuttavia, posso testimoniare la seguente prassi tra reclute, piazze, 2 °, vale a dire persone che non sapevano leggere o scrivere, in Scuola Militare Boane: Ogni volta che c'era nuove assunzioni, alcune piazze del 2, che aveva fatto il soldato (veterani), ha ricevuto nuove piazze (le matricole) e ho cercato di scegliere tra queste quale sarebbe la sua "donna" con cui ha cominciato a tenere rapporto sessuale. Dopo la sua reclute, "donne" stavano tornando alla loro condizione di uomini e ha scelto "donna" tra le nuove piazze. E 'stata una pratica accettata con facilità tra questo gruppo di individui, per lo più originari del sud del Mozambico. Ciò è accaduto negli anni Sessanta ".

Aveugle.Papillon disse...

Tiago, há amor/amizade para toda a gente! Por acaso soube q o restaurante para onde queria ir, o parrerinha do duque - uma boa tasca em Lx, mas claro de gente do Norte - , n tem mesas para nós. Diz-me aí uma boa tasca em Lx (bairro/bica) e baratinha.

Sr disse...

lol, o francisco descobriu os tradutores gratuitos online - uma nova era da Babel das trevas se aproxima enquanto ele prepara na sombra novos blogs multilingue




* medo *

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

n... tudo é babel... sou babel... e eles ja existem. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

n ha nada a fazer contra as megaempresas online... sou babel e a audiencia foi alargada a partir do porto city, a babel da babel...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

n é gratis, é um serviço prestado por uma dessas megaweb... o tradutor é muito caro.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

por ex, tenho posts traduzidos para holandes e ate em russo.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

e tenho posts em paginas de universidades americanas, uma das quais me apoia. globalização é isto - ser mundial e ingles.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

e corrigidos... :)

Tiago r disse...

Elsa, conheço uma porreira e com preços aceitáveis, mas esqueci-me do nome. Mas sabes certamente ir para lá, é assim: na estrada do elevador da Bica, logo a seguir à Bica, do lado direito da estrada, há uma tasca bem boa. É uma questão de estares atenta. É imediatamente uns passos a seguir ao elevador da bica, mas do outro lado da estrada ;) Espero ñ ter sido confuso.

Também há outra tasca ali junto ao largo de camões, onde servem o naco na pedra. Sou muito mau com nomes! Mas talvez até seja esse o nome, naco na pedra...

Ambos têm comida à la bairro, bom apetite!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

tontos são os que trabalham de borla, n sou tonto! :)))

Sr disse...

nice :)


but

love is dead in metropolis

http://www.youtube.com/watch?v=eDv3RzG0jpk


what a waste!! :(

Aveugle.Papillon disse...

Obg, Tiago, mas sem nome n dá para marcar. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

adoro a alemanha

um homófobo alemão nazi atacou-me usando a photo, foi banido - ja n tem blogue. viva o PS

Vota PS

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

se fosse a frau ia comer ao parque eduardo vii.

Aveugle.Papillon disse...

Porquê Francisco? Anda com fominha e os meninos do Porto não são tão bonitos, é?

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

The political vocabulary of the PSD is reduced to the privatization: Privatizing Social Security, privatize healthcare, privatize education, privatize the banks, privatize the media, in short, privatize everything. However, in a country dominated by inequalities and such shortage of places usurped by the same figures of the national oppression, privatize means to condemn the Portuguese to misery and poverty. Privatization means to prevent the Portuguese impoverished or in debt to have access to education, health care and justice. The socialists who think that the PSD of Manuela Ferreira Leite does not have a government program are wrong: the PSD leader promised dissatisfied with the reforms and tear them, as we saw, rip means privatizing. No wonder he said in an interview in SicNoticias treated the global economic crisis as an insignificant episode, continuing to combine the verb improperly privatized, as the global crisis was the result of government action of PS. The PCP and BE are complicit in this neo-liberal strategy social-democratic: the identification of PS and PSD made by Carlos Carvalhas is extremely unfair. The political culture of the PS is absolutely contrary to an irrational policy of privatization.

Vota PS

Tiago r disse...

Sorry, Else... :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

n conhece lisboa: mente suja a da frau. :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

a frau é mesmo porca de mente... n percebe nada...

Aveugle.Papillon disse...

aaaaaa... tá. N me diga q me aconselha o "Eleven", não? Para isso tinha q me prostituir primeiro.

Aveugle.Papillon disse...

Coitadinho do Francisquinho q é tão cândido de mente...

Aveugle.Papillon disse...

Não faz mal Tiago........ já arranjei no bairro!!! :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

então n peça recomendações, é um restaurante bom... :)

Aveugle.Papillon disse...

Eu n lhe pedi nada. Meteu-se.

É bom para quem tem dinheiro. Eu e os meus amigos temos muito amor, mas pouco dinheiro. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

... e aqui no porto recomendo o hotel da sonae, av da boavista, lá em cima: festa é festa.

Aveugle.Papillon disse...

Francisco, as pessoas do povo contentam-se com pouco e contentam-se muito com o pouco. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

então vote PS. :)

Aveugle.Papillon disse...

Por exemplo, como sou pobrezinha, vou agora ali à torre de Babel clandestina desbloquear um telemóvel, para n ter de comprar um no país do destino.

Aveugle.Papillon disse...

N vou votar, n estarei cá.

E Sócrates é muito pouco socialista.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

falou a mulher de muito alimento. :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

... faça sexo virtual com mulheres online: fica caro mas é seguro. :)

Sr disse...

RUI RIO = CHULO+MÁFIA, VOTA ELISA, VOTA PS, VOTA, MORRA!!

quote



messenger@rodrigues.net diz:
man, se quiseres vir jantar até ao Porto amanhã com duas gajas porreiras mais um gajo super kool especialista em net, aparece... digo aparece porque o Rui Rui fez o favor de rebocar o meu carro
is getting hot in herre! diz:
o rui rio?
is getting hot in herre! diz:
lol
messenger@rodrigues.net diz:
aquele programa de retirar veículos abandonados da rua
messenger@rodrigueS.net diz:
abandonado com seguro em dia
is getting hot in herre! diz:
podias ter aproveitado e deixado lá uma bomba, crl
messenger@rodrigues.net diz:
combustível
is getting hot in herre! diz:
tsc, pois
messenger@rodrigues.net diz:
em perfeitas condições, mas pronto, sabes q mais? nem o fui lá buscar
is getting hot in herre! diz:
mas e agora?
is getting hot in herre! diz:
n contestas whateva?
messenger@rodrigues.net diz:
nem nada... eles querem dinheiro - nem falo com eles
is getting hot in herre! diz:
ai
is getting hot in herre! diz:
fdx
is getting hot in herre! diz:
como pode?
messenger@rodrigues.net diz:
são mafia, man... a lei diz que ninguém pode ter o carro 48 horas estacionado
is getting hot in herre! diz:
e o teu tava'
is getting hot in herre! diz:
?
messenger@rodrigues.net diz:
sim, há bastantes dias... basta dizerem que parece abandonado que o levam e tomam posse dele
messenger@rodrigues.net diz:
dão um prazo mas eu não negoceio com a máfia
is getting hot in herre! diz:
pois
is getting hot in herre! diz:
fdx
messenger@rodrigues.net diz:
e com o desplante de me pedirem os documentos do carro e tudo
is getting hot in herre! diz:
mafia mesmo, fdp
is getting hot in herre! diz:
ate vou falar aqui no caso
is getting hot in herre! diz:
posso?
messenger@rodrigues.net diz:
claro
is getting hot in herre! diz:
sei identificar-te,claro
messenger@rodrigues.net diz:
mas eles pagam em triplo: mudei de vida de propósito para n precisar de carro. agora já não mamam impostos
is getting hot in herre! diz:
e em q rua deixaste? na tua, à porta de casa, what?
messenger@rodrigues.net diz:
vão ter q dar o cú nas esquinas
messenger@rodrigues.net diz:
pertinho, na ruazita ao lado. levaram o meu e outro, esse sim, abandonado com os pneus em baixo
is getting hot in herre! diz:
fdx
messenger@rodrigues.net diz:
eles rebocaram 500 carros
messenger@rodrigues.net diz:
$$$$
is getting hot in herre! diz:
é mesmo caça ao $
messenger@rodrigues.net diz:
tomam posse e vendem pra sucata
is getting hot in herre! diz:
pois
messenger@rodrigues.net diz:
vao ver nas próximas eleições. o ppl anda todo fodido e nem vai por os pés nas urnas
is getting hot in herre! diz:
ya!!
is getting hot in herre! diz:
vai tudo pro palacio ver pela ultima vez o jardim enquanto n vai abaix
is getting hot in herre! diz:

is getting hot in herre! diz:
tsc, mas é fodido
is getting hot in herre! diz:
olha se era um mais novo dass
messenger@rodrigues.net diz:
pela lei é assim e depois aquelas sumidades usam critérios estéticos retirados do intervalo das telenovelas
is getting hot in herre! diz:
lol
is getting hot in herre! diz:
enquanto o teu,esteticamente, é mais das fotonovelas
is getting hot in herre! diz:

messenger@rodrigues.net diz:
sim, dos anos 70 eheh

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

vamos ficar livres da frau durante muito tempo. :)

Aveugle.Papillon disse...

Esse conselho é para quem?

É que se for para mim, n dá, pq eu gosto da realidade. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

nice... abaixo rui rio.

vota ps e fica com o carro. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

vota elisa ferreira, meu. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

vamos acabar com os chulos da quadrilha do rui rio.

vota ps nas legislativas e vota elisa ferreira nas autarquicas.

vota ps, meu. vamos lá. decide ps

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

ou melhor -- e compra um carro novo.

vota ps

Sr disse...

Ja lhe tou a dar ideias pra fazer uns cartazes assim a denunciar o caso e espalha-los pelas lojas dos chineses da cidade http://www.channel4.com/4car/media/100-greatest/03-large/110-trabant.jpg

Jonas disse...

Lamento, mas essa de validar a homossexualidade circunstancial dos Bantos (ou outras concentracionárias ou prisionais) como algo de natural não lembra ao diabo. Tudo não passa de abuso sexual de menores ou de homens vulneráveis ou submissos, por parte de machões agressivos e dominantes, à procura de um buraco onde descarregar, à falta de fêmeas à mão.

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