quarta-feira, 12 de Agosto de 2009

Casais do mesmo sexo

«A relação entre os cônjuges é uma relação de igualdade da posse, tanto das pessoas que se possuem reciprocamente, como também dos bens patrimoniais, tendo porém os cônjuges relativamente a estes a possibilidade de renunciar ao uso de uma parte deles, se bem que somente mediante um contrato especial». (Immanuel Kant)
Os portugueses estão completamente viciados na emissão patética e doentia de opinião, revestida de papéis de embrulho caseiro pseudo-científico, sobre matérias que desconhecem. Opinam sem conhecimento de causa e, por isso, são naturalmente inclinados a debater os assuntos no plano dos valores, embora sejam incapazes de definir os valores e delimitar as suas problemáticas teóricas no caso de serem interpelados a esse propósito. Um exemplo típico desta ignorância activa (Lacan), agravada por um diagnóstico de homofobia assumida, é este texto de um indivíduo envolvido numa luta consigo mesmo e com os seus impulsos (homo)sexuais reprimidos. Para se defender do diagnóstico que assumiu noutra ocasião, o homófobo redefine a homofobia nestes termos dignos de uma "mente pequena" (Lily Allen: "Fuck You"): "A homofobia é a opinião moral segundo a qual a conduta [comportamento] homossexual não é consentânea com a lei natural, e portanto, para além de ser errada na medida em que se afasta da norma natural, não pode fundamentar o direito positivo naquilo em que esse comportamento possa ter influência. A homofobia não pode ser comparada ao preconceito étnico, racial ou religioso, que negam ― a priori e independentemente dos comportamentos do ser humano ― o valor e os direitos morais intrínsecos de outras pessoas." Mediante a criação de confusões conceptuais e a-críticas, o homófobo pretende negar aos outros homens homossexuais aquilo que nega a si mesmo: o valor e os direitos morais da sua própria homossexualidade e, por extensão movida pelo ódio, das pessoas homossexuais. A "lei natural" não o protegeu dos seus impulsos homossexuais condenados pela moral que incorporou durante o seu processo de socialização castradora: o homófobo nasceu naturalmente homossexual, a moral que incorporou ensinou-lhe que esse desejo erótico se afasta da "norma natural", e, em vez de questionar a falsidade dessa moral que pretende falar em nome de um princípio extraterrestre que transcende a própria natureza, fazendo-se passar por um princípio transcendental e a-histórico, rejeita a sua homossexualidade e, não satisfeito com a sua auto-castração e fustigado pelo sofrimento resultante do seu luto pela homossexualidade, entrega-se a uma cruzada imbuída de ódio patológico contra a homossexualidade e a humanidade dos indivíduos homossexuais. O "paneleiro envergonhado" torna-se homicida: recusa conceder aos homossexuais o estatuto de seres humanos, de modo a incentivar os crimes de ódio e a matança de homossexuais, mas, nesta recusa da humanidade do Outro, o homófobo veda a si próprio o status de ser humano. Os seus textos contra a homossexualidade, o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo e a adopção de crianças por parte de casais homossexuais, funcionam na sua pequena economia mental como actos de suicídio: a sua homofobia transformou-se em necrofilia.
O que as ciências naturais dizem a respeito dos casais do mesmo sexo? Com ou sem o reconhecimento legal, os homossexuais de ambos os sexos envolvem-se em relações estáveis. As sociedades que reprovam e proíbem a homossexualidade estão decididamente a favor da natalidade e tendem a condenar todas as formas de sexualidade que não levam à geração de filhos e à formação de famílias, enquanto as sociedades humanas que são marcadamente antinatalistas tendem a aceitar a homossexualidade e outras formas não-reprodutivas de sexo, incorporando a homossexualidade masculina no seu sistema de desenvolvimento da personalidade masculina (Werner, 1979; Ember, 1982; Herdt, 1984). O berdache ou homem efeminado dos índios crow concedia os seus favores sexuais aos grandes guerreiros da tribo sem diminuir o seu status; pelo contrário, ser satisfeito sexualmente por um berdache era prova de virilidade. Entre os azande do Sudão, os homens pertencentes ao grupo de idade dos guerreiros solteiros, que viviam separados das mulheres durante anos, tinham relações homossexuais com os rapazes pertencentes ao grupo de idade dos guerreiros-aprendizes. Estas experiências com os rapazes-esposas permitiam aos guerreiros ascender ao status de idade seguinte, casando-se e gerando filhos. Muitas sociedades da Nova-Guiné e da Melanésia ritualizaram alguma forma de homossexualidade masculina e a sua justificação ideológica contrasta com as noções ocidentais de sexualidade: a homossexualidade não era tratada como uma preferência pessoal, mas como uma obrigação social. Os homens não eram classificados como homossexuais, heterossexuais ou bissexuais, porque todos eram obrigados a ser bissexuais por dever sagrado e por necessidade prática. Entre os etoro da Papúa-Nova Guiné, a concepção da homossexualidade gira em torno da crença de que o sémen constitui não só a fonte donde procedem as crianças, mas também a vida do homem. Tal como os hindus, os etoro acreditavam que cada homem possui reservas limitadas de sémen e, quando estas acabam, morre. Para prevenir um descréscimo populacional excessivo, o coito com as esposas era necessário, mas a relação sexual entre marido e mulher constituía tabu durante duzentos dias por ano. As mulheres que desejavam quebrar esse tabu eram vistas pelos maridos como bruxas. Além disso, as reservas de sémen não são algo que nasce com o homem; elas só podem ser obtidas de outro homem: os rapazes adquirem as suas reservas de sémen através da prática de sexo oral com homens mais velhos. Os jovens não podem ter relações sexuais entre si e os rapazes mais ardentes ou excessivamente sexuais são vistos como bruxos e condenados por roubar as reservas de sémen dos seus companheiros. O facto de crescerem mais rapidamente do que os outros rapazes normais permite identificá-los como ladrões de sémen. A homossexualidade ritualizada destas sociedades amantes da guerra (Herdt, 1984) está fortemente associada a um elevado nível de antagonismo sexual entre homens e mulheres, ao temor do sangue menstrual, aos rituais masculinos de virilidade e às casas dos homens: a guerra está intimamente associada com a competição por recursos escassos e/ou esgotados e as ratios de sexo revelam um desiquilíbrio a favor dos homens (Herdt, 1984).
Infelizmente não temos estimativas seguras do número de casais homossexuais existentes em Portugal. Na amostra nacional de Laumann et al. (1,994), 4.9% dos homens (1,511) e 4.1% das mulheres (1,921) tiveram relações sexuais com pessoas do mesmo sexo desde os 18 anos de idade, 6.2% dos homens e 4.4% das mulheres sentiram atracção sexual por pessoas do mesmo sexo, e 2.8% dos homens e 1.4% das mulheres identificaram-se como sendo homossexuais. Dos 5.5 milhões de casais que viviam juntos sem serem casados recenseados em 2000, aproximadamente 1 em cada 9 eram casais do mesmo sexo: 301,026 desses casais eram casais homossexuais masculinos, e 293,365 eram casais homossexuais femininos (Simons & O'Connell, 2003). Crianças com idades inferiores a 18 anos residiam com 22% dos casais de homens e com 33% dos casais de mulheres. Apesar da escassez de dados relativos ao número de casais do mesmo sexo, existem estudos que nos permitem compreender alguns tópicos relevantes para os casais homossexuais quando comparados com os casais heterossexuais.
Trabalho doméstico. Cada um dos membros deve contribuir para o bem-estar do casal. Quando vivem juntos, os membros do casal confrontam-se com a questão: Quem faz o quê em casa?. Engels sublinhou que a primeira divisão do trabalho é aquela que existe entre os sexos: "O homem vai à guerra, incumbe-se da caça e da pesca, procura as matérias-primas para a alimentação, produz os instrumentos necessários para a consecução dos seus fins. A mulher cuida da casa, prepara a comida e confecciona as roupas: cozinha, fia e cose. Cada um manda no seu domínio: o homem na floresta, a mulher em casa". Desde os tempos mais remotos o sexo biológico tem sido o factor principal que determina quais os papéis que devem ser assumidos por cada um dos membros do casal heterossexual. Na maioria dos casais heterossexuais, as mulheres assumem a maior parte das tarefas caseiras, mesmo quando trabalham fora de casa (Artis & Pavalko, 2003). A divisão do trabalho nos casais homossexuais realiza-se de modo diferente desta que se verifica nos casais heterossexuais: os papéis atribuídos na relação não dependem do sexo biológico (Carrington, 1999). Nos casais do mesmo sexo, destacam-se três aspectos fundamentais. Em primeiro lugar, os membros destes casais não atribuem papéis para a divisão do trabalho caseiro, tais como um parceiro é o "marido" e o outro é a "esposa". Em segundo lugar, a maior parte dos casais do mesmo sexo divide o trabalho doméstico de um modo perfeitamente igual. E, em terceiro lugar, quando os casais se tornam mais estáveis, os membros tendem a especializar as tarefas caseiras que preferem realizar.
Conflito. O conflito é inevitável em todos os tipos de relações. Nos casais heterossexuais, o conflito ocorre por causa das diferenças sistemáticas que se revelam no modo como os homens e as mulheres percebem e compreendem os seus mundos. Porém, se essa fosse a única causa responsável pelo conflito, seria de esperar que os casais do mesmo sexo fossem avessos ao conflito, mas não é isso que os estudos mostram. Embora os parceiros homossexuais encarem as discussões de modo mais positivo do que os parceiros heterossexuais, procurando manter um tom positivo durante essas discussões, os conflitos atravessam as relações homossexuais e, em muitos casos, conduzem à violência doméstica (Pitt & Dolan-Soto, 2001; Pitt, 2000). O estudo de Gottman et al. (2003) mostrou que os parceiros de casais do mesmo sexo resolvem os conflitos de maneira mais positiva do que os cônjuges de casais heterossexuais. Esta capacidade de resolução positiva dos conflitos deve-se ao facto dos parceiros homossexuais realizarem avaliações igualitárias e de haver poucas diferenças de poder e de status entre eles. Kurdek (2004) descobriu que não existem diferenças significativas entre casais do mesmo sexo e do sexo oposto. Os casais avaliados identificaram as mesmas áreas como fontes da maior parte dos conflitos: finanças, afectos, sexo, ser abertamente crítico, estilo de conduzir e tarefas caseiras.
Apoio social percebido. O apoio social e psicológico prestado pelos membros da rede social de um casal afecta a saúde e a qualidade da sua própria relação (Huston, 2000). Um traço típico dos casais do mesmo sexo é a sua invisibilidade social: os homossexuais sabem que as suas relações, a sua qualidade e a sua duração, dependem de negociações permanentes entre os membros de cada um dos casais. Ao contrário dos cônjuges dos casais heterossexuais que contam com o apoio firme das respectivas famílias, os membros dos casais do mesmo sexo estão entregues a si próprios e aos amigos. Os estudos mostraram que os parceiros dos casais gay e lésbicos são menos propensos a nomear os membros da família como provedores de apoio e mais propensos a nomear os amigos como provedores de apoio (Kurdek, 2004). Os casais do mesmo sexo não só não contam com o apoio da família, como também carecem de outros apoios e suportes institucionais. Esta ausência total de apoios familiar, social, legal, económico, político e religioso é compensada pelo recurso aos amigos e aos membros da comunidade gay.
Satisfação. Os estudos indicam que os casais do mesmo sexo estão - em média - satisfeitos com as suas relações e este nível de satisfação é pelo menos igual aquele relatado pelos cônjuges de casais heterossexuais (Blumstein & Schwartz, 1983; Kurdek, 2001). Porém, os estudos longitudinais de casais do mesmo sexo e do sexo oposto revelaram que, em cada um dos tipos de casais, a qualidade da relação relatada é relativamente mais elevada no início da relação, diminuindo com o passar do tempo (Kurdek, 1998). O decréscimo da satisfação com a relação implica, nestes estudos, o declínio da frequência do sexo marital ou conjugal atribuído à perda da novidade (Call et al., 1995; James, 1981): o honeymoon effect significa que a frequência de sexo marital descresce porque a satisfação com o sexo conjugal declina com a duração da relação conjugal. No entanto, o estudo de Chien Lin (2003) desmente este efeito: a qualidade do sexo conjugal não decresce com a duração da relação, estando dependente de muitos outros factores, nomeadamente a diminuição da utilidade marginal e o investimento de capital humano no casamento. O casamento é visto como um investimento de capital humano numa relação a longo prazo (Becker, 1991; England & Farkas, 1986) e, como investem mais na relação, as mulheres casadas revelam estar menos satisfeitas com o sexo conjugal do que os homens casados (Edwards & Booth, 1994; Laumann et al., 1994). Segundo Laumann et al. (1994), o novo script sexual dá ênfase ao direito recíproco ao orgasmo e à igualdade entre homens e mulheres ao longo do processo sexual, o que produz uma expectativa sexual mais elevada nas mulheres do que nos homens. As mulheres imitam o comportamento sexual masculino e a sua exigência de orgasmos leva-as a inventar uma fisiologia feminina fictícia: as frustrações da vida diária devem ser compensadas por experiências sexuais. Se o orgasmo não estiver associado a esta atenção sexual recíproca e mútua imposta pelo novo script sexual, as mulheres tendem a encarar o seu investimento de capital humano na relação como um desperdício e a revelar insatisfação com o sexo marital.
Estabilidade. Embora sejam sexualmente mais promíscuos do que os heterossexuais (Laumann et al., 1994), os indivíduos homossexuais podem estabelecer e estabelecem efectivamente relações estáveis de longa duração: entre 8% e 21% dos casais lésbicos e entre 18% e 28% dos casais gay viveram juntos 10 ou mais anos (Kurdek, 2004). Em Portugal, a maior parte dos indivíduos homossexuais de ambos os sexos tende a formar relações, umas de curto prazo e outras de longo prazo. A duração das relações estáveis a longo prazo pode ser superior a 20 anos. No entanto, apesar desta tendência para a formação de casais estáveis, a sua dissolução é mais elevada entre os casais homossexuais do que entre os casais heterossexuais. Os casais gay e lésbicos dissolvem as suas relações mais facilmente do que os casais heterossexuais (Blumstein & Schwartz, 1983; Kurdek, 2004) e a dissolução das uniões estáveis é significativamente mais elevada nos casais lésbicos do que nos casais gay (Andersson et al., 2004), um padrão observado na Noruega e na Suécia que também caracteriza as dissoluções dos casais homossexuais portugueses. Porém, a comparação dos casais gay, lésbicos e heterossexuais que vivem em regime de coabitação mostra que a taxa de dissolução é similar nos três tipos de casais, porque na situação de coabitação não existem barreiras institucionais - sociais, religiosas e legais - que impeçam a dissolução das uniões. Além disso, a maioria dos casais do mesmo sexo não tem filhos, outro factor que facilita a dissolução (Simons & O'Connell, 2003). Todos estes estudos mostraram que os casais homossexuais não são menos estáveis do que os casais heterossexuais, embora as suas relações sejam negociadas e geridas sem o apoio de benefícios institucionais (Bryant & Demian, 1994; Bradford, Ryan & Rothblum, 1994; Falkner & Garber, 2002; Morris, Balsam & Rothblum, 2002).
Qualidade da relação. Huston (2000) inventou um procedimento que permite avaliar e prever a qualidade das relações, destacando quatro tipos de variáveis: os traços da personalidade, o nível de confiança, os estilos de comunicação e de resolução de conflitos e o nível de apoio social percebido. As ligações entre estes quatro tipos de variáveis e a qualidade da relação não diferem nos casais homossexuais e nos casais heterossexuais: ambos os tipos de casais funcionam de um modo muito similar e, apesar dos casais do mesmo sexo não contarem com o apoio institucional, são influenciados pelo mesmo conjunto de factores (Kurdek, 2004). Em 2004, a American Psychological Association declarou guerra contra a homofobia e a discriminação, defendendo que os casais do mesmo sexo devem ter acesso legal ao casamento civil e gozar dos mesmos benefícios, direitos e privilégios desfrutados pelos casais heterossexuais: o reconhecimento legal dos casais do mesmo sexo pode contribuir para o fortalecimento da estabilidade destas relações. Além disso, o casamento tem benefícios fisiológicos para os adultos, mas as relações perturbadas têm consequências negativas na saúde dos membros, elevando a sua actividade cardiovascular, alterando os níveis das hormonas ligadas ao stress (stress crónico) e desregulando a função imunitária (Robles & Kiecolt-Glaser, 2003). O casamento promove a saúde e o bem-estar e, no caso da mortalidade, protege mais os homens do que as mulheres. Negar o acesso legal dos indivíduos homossexuais ao casamento civil é contribuir activamente para o aumento da doença e da mortalidade.
Adopção e famílias homoparentais
. As famílias com filhos de pais gay ou mães lésbicas já existem na sociedade portuguesa, embora não se conheça o seu número. A maioria das crianças de lares homoparentais é fruto de relações heterossexuais anteriores, mas, com as novas técnicas de reprodução assistida e a possibilidade da adopção de crianças, o número de casais homossexuais que decidem ser pais conjuntamente - ou individualmente - começa a aumentar, sendo necessário conhecer melhor as famílias homoparentais e as famílias monoparentais. Largas centenas de estudos científicos demonstraram que as crianças adoptadas ou criadas por pais do mesmo sexo apresentam funcionamento emocional, cognitivo, social e sexual tão bom quanto as crianças criadas por pais heterossexuais (Perrin, 2002; Lambert, 2005; Navarro et al., 2004). A American Academy of Pediatrics reconheceu esse facto científico: os casais homossexuais são tão bons quanto os casais heterossexuais a amar as suas crianças e, por isso, podem adoptar e cuidar de crianças (Pawelski et al., 2006), porque o desenvolvimento saudável das crianças é mais influenciado pela qualidade e pela natureza das relações e das interacções dentro da família do que pela forma estrutural familiar. A parentalidade é um processo complexo que implica algo mais do que um pai e uma mãe: o papel de pai ou de mãe é proporcionar à criança um meio seguro e estável, garantir as suas necessidades nutricionais, oferecer amor e apoio e favorecer interacções de natureza positiva. A qualidade da parentalidade não depende do tipo de estrutura familiar onde a criança vive, mas sim dos comportamentos, interacções e ensinamentos dos pais. Os estudos (Patterson, 1997; Golombock et al., 1983; Green et al., 1986; Bailey et al., 1995; Golombock & Tasker, 1996) mostraram que os pais heterossexuais e os pais homossexuais criam os seus filhos de modo muito similar, o que levou a American Psychological Association (1976), a American Psychiatric Association (2000), a American Academy of Pediatrics (2002), e a American Psychoanalytic Association (2002), a apoiarem a adopção de crianças pelos indivíduos homossexuais, destacando a competência parental dos pais gay e das mães lésbicas.
J Francisco Saraiva de Sousa

198 comentários:

F. Dias disse...

Acho que o Francisco tem vindo a exprimir um pensamento correcto em relação a este assunto. Mas quanto a Freud, estou convencido que, se ele voltasse hoje, teria de reescrever muita coisa. Dou-lhe o benefício da dúvida e acredito que reescreveria. Das duas uma: ou não percebo nada de Freud, o que é mais provável, ou então não o podemos levar a sério no plano em que o Francisco coloca a problemática – “estudos credíveis que comparam os ‘dois mundos’ (hetero e homo)” –, que nos desmistifica muito pré-conceito. Muito do que Freud escreveu e teorizou, e muito do que está impregnado de tradição empedernida, é pura mistificação resultante de manipulação conveniente da mente alheia. Como diz Colin McGinnn no pequeno livro editado em Portugal pela Bizâncio com o título “Não me fodam o juízo”: é uma autêntica psicofoda.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Fernando Dias

Freud e psicanálise têm muita psicofoda e, de certo modo, seria necessário estudar essa manipulação da mente alheia, como diz e bem. E, se o entendi bem, concordo que não precisamos de estudos para deixar os outros serem o que são, de modo saudável e sem traumas. Porém, a homofobia tem raizes fundas, mas acredito que os homófobos radicais são uma minoria, o que implica outra reavaliação do assunto.

Agora ando lento a postar por causa do calor, mas vou tentar ser sintético e conciso neste post: um breve estudo de revisão da bibliografia dedicada aos casais do mesmo sexo que sempre existiram - com lei ou sem lei. Deixo a polémica para outro post. Detesto este mês de Agosto! :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, o post anterior implicava uma incursão pela memória do futuro que penso ser o conceito nuclear para uma nova prática política de esquerda que deve desistir da ideia de realização de uma sociedade plena: faz parte da condição humana sonhar acordado e lutar pela realização desses sonhos, mas a ideia de fim da história é terrível; só nos resta abandoná-la de vez e deixar o futuro aberto e livre!

Sr disse...

A pulsao de morte n tem sexo, é incondicionada.


http://www.youtube.com/watch?v=MWHEJJLYXjI

:))

F. Dias disse...

Também penso que a homofobia ‘radical’ está acantonada numa minoria. Por isso é que se devia encarar o problema dos direitos sexuais dos casais do mesmo sexo no contexto da dominação social e na perspectiva do respeito pela dignidade de cada indivíduo. Falo da dominação social que reprime em nome dos fundamentos da moral. No seio das famílias tradicionais e nas escolas, para não falar nas igrejas, prevalecem ainda concepções regressivas.
Não sei se o ‘radical ‘ que também existe no ‘movimento gay ‘ é minoritário ou não. Claro que o ‘radical’ neste sentido não tem interesse nenhum. Mas acredito que logo que a perspectiva em relação à diversidade dos casais deixe de ser manipulada por uma certa concepção de família, a radicalidade que se vê em certos gays e lésbicas acabará, bem como todos os excessos. Quando não se tiver que lutar pela eliminação de todas as formas de interdição e de discriminação, as provocações deixam de fazer sentido.

F. Dias disse...

Por que terão os homossexuais de ser os únicos a ficarem interditados de ter filhos, quando toda a gente se farta de ver muita besta heterossexual cometer as mais diversas barbaridades a filhos de sangue? Assim como há muita falsidade na ideia que há uma homogeneidade na maneira de ser pai e uma homogeneidade de ser mãe, e em relação à sexualidade ligada aos comportamentos da parentalidade, também parece falsa a ideia de haver uma certa homogeneidade entre os ‘homos’ e uma certa homogeneidade entre os ‘heteros’ . Tal falácia é poeira para os olhos lançada por toda uma série de interditos que ainda vigoram. À medida que melhorarem os processos de adopção plena por parte de casais do mesmo sexo e à medida dos progressos na fecundação artificial, se verificarão, aqui sim, homogeneidade nos laços de filiação.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, concordo e nas escolas ocorrem frequentemente casos de discriminação preocupantes. Essa ideia heterosexista do monopólio da família é muito tosca, até porque levada a letra excluia muitos casais heterossexuais. A família é um fenómeno natural e, como tal, está bem documentado. Além disso, noutras espécies animais formam-se pares do mesmo sexo: a biodiversidde é imensa, mas os homófobos são cegos.

A diversidade de casais do mesmo sexo também se observa nos casais de sexo oposto, mas vou tratar disso no post.

Sr: a pulsão da morte não tem sexo, mas - se pensar nela como tendencia para o suicídio - as mulheres são mais inclinadas do que os homens. Mas percebi a sua ideia. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, mas há muitos pais e mães gays e lésbicas e todos nós conhecemos casos no dia a dia.

Sim, os maiores atentados cometidos contra a humanidade são da autoria de homens hetero. E contra essa evidencia os homófobos deviam ficar calados. Aliás, os tratados de todos os tipos de patologias são hetero: tratam supostamente de gente hetero! Dava um bom post esse tema! :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E também não há um único tipo de homem heterossexual: a homo e a heterossexualidade são plurais. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

O desemprego é galopante em Portugal e tudo isso por causa da descarada incompetência das classes dirigentes sediadas em Lisboa: o país vive atrasado devido as loucuras de uma capital destituída de massa cinzenta. Se fosse possível isolar a capital e os seus dirigentes, é provável que Portugal encontrasse um rumo; assim não vamos lá... E, num momento de crise profunda, os candidatos não transmitem confiança: sempre os mesmos, os mesmos que afundam o país. Um carrasco não pode tornar-se salvador! :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Um país que não tem economia para garantir emprego aos seus habitantes e que, ainda por cima, os incentiva a ir procurar emprego fora de Portugal, esse país deve entrar em luta com os poderes estabelecidos e exilar os seus protagonistas, mas o povo português não tem infelizmente orgulho e dignidade para se revoltar contra os políticos e dirigentes nacionais! Enfim, um país com muito medo de arriscar e tentar serSerserSer... :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Actualizei a primeira barra de vídeo com temas relativos a este post, tendo como palavra de ordem o reconhecimento legal dos casamentos do mesmo sexo. A luta continua! Abaixo a homofobia! :)

Sr disse...

Viram ontem a entrevista do medina carreira à sic? LOL, ainda n entendi bem pq os gajos insistem em trazer um palhaço pra denunciar outros palhaços?
Whateva, hj n se fala noutra coisa. Como se o gajo tivesse vindo acordar as consciencias pra algo q nos era completamente desconhecido ahaha
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1333827



Francisco, ja se impunha um post sobre os medos e bloqueios da sociedade portuguesa*
A proposito até, os vds do a.barreto tão online http://www.youtube.com/watch?v=MIfPZeZreaI ^^


0/

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sr

O que Medina Carreira disse ontem na SIC tem sido dito por mim desde ue criei os meus blogues e no post anterior refiro muitos dos problemas nacionais, é certo que numa outra perspectiva, porque, como disse, ele também já esteve envolvido no nosso processo de declínio acelerado. Além disso, o nosso problema é económico, mas não é somente económico, porque a economia só arranca se outros problemas forem resolvidos - a educação, a justiça, o jornalismo medíocre, etc..

Fräulein Else disse...

Olá Francisco,

de todos os pontos que está a abordar os únicos dois que parecem ser interessantes, são o da "estabilidade" e o da "adopção", uma vez que são estes que provocam o preconceito: os homossexuais são "promíscuos", "tarados", etc., logo, não são aptos a ser educadores e "nurturers". :)

Fräulein Else disse...

Ser um casal, homossexual ou hetero, é sempre difícil, e constitui-se sob as mesmas relações de poder, que o grande Kant, na sua epígrafe, adianta.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, os temas são muito vastos e complexos, mas nada justifica o tal preconceito, até porque muitos progenitores são maus pais. :(

Fräulein Else disse...

Sim, é interessante perceber, a propósito da psicanálise e de Freud, que muitos psicólogos, por exemplo, saídos do ISPA, a faculdade de psicologia mais antiga do país, saiam a papaguear aberrações como: para uma criança ser saudável precisa de ter um pai e uma mãe, ou uma figura feminina e masculina e são, objectivamente, contra a adopção por parte de casais homossexuais. :(
Os traumas, penso, foram criados pela própria teoria freudiana, e devemos sentar-nos no divã para nos "curarmos" dos malefícios da psicanálise. ;)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Fraulein:

Já correu muita água no rio depois de Freud e há psicanalistas que pensam nestes temas de modo inteiramente novo, deixando o falocratismo = heterosexismo de Freud na prateleira do esquecimento. Adiciei um ou dois vídeos muito pertinentes sobre a adopção, um dos quais é longo mas merece ser visto e escutado. Os estudos que refiro debruçam-se sobre casais homossexuais que adoptaram crianças e num caso um deles já tem sete - se a memória não me trai - crianças. Os estudos longitudinais não revelam diferenças entre estas crianças e as crianças geradas e criadas por casais heterossexuais.

Ah, essa do pai e da mãe é ridícula, porque muitas crianças são criadas apenas por um dos pais e não são anormais. Além disso, a homossexualidade não é contagiosa. O facto de serem criadas por casais do mesmo sexo não faz delas homossexuais, embora fomente um espírito de compreensão da diferença sem preconceito e de tolerância no bom sentido do termo.

Fräulein Else disse...

"O facto de serem criadas por casais do mesmo sexo não faz delas homossexuais, embora fomente um espírito de compreensão da diferença sem preconceito e de tolerância no bom sentido do termo"

exacto. Por isso, sou a favor da mestiçagem. Tb seria o fim (utópico) do racismo.

Francisco De Sousa:

Muito obrigado por me alertar para o facto de que houve psicanalistas pós-Freud, uma delas, Melanie Klein, muito importante para essa desmistifcação do "falocratismo". O meu comentário era apenas delator do que o ISPA produz.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, e mais recentemente Richard A. Isay que assumiu a sua homossexualidade depois de ter sido casado com uma mulher... Pai gay gerador dos filhos! Aqui em Portugal uma das lésbicas pode engravidar de um homem descoberto numa discoteca e o casal cuida da cria! País hipócrita o nosso! :-)

Fräulein Else disse...

"Pai gay gerador dos filhos"
isso há muitos; um amigo meu gay é amante há anos d um homem casado e com filhas.

E temos uma lésbica grávida nas revistas cor-de-rosa, mas segundo o q ela diz, o homem foi escolhido com vagar, e nao subitamente numa disco. :)

Sr disse...

ahaha afinal o francisco tb anda a par das cor-de-rosa e do jet-set nacional :P

Frau, so uma perguntinha:
qd diz apoiar a mestiçagem, fa-lo a pensar, especialmente, nos negros ou nos asiaticos?



http://luciana-abreu.org/pt/wp-content/uploads/2009/07/tvguia.jpg


lolz, q must esta foto!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Revista cor-de-rosa é para a frau; eu pesquisei-as pessoalmente e até vivi com uma em Lisboa!

Fräulein Else disse...

Sim, Francisco eu consumo e como de tudo: desde revistas cor-de-rosa até blogues cizentões como o do F. Tenho esta voragem em mim...


Caro Sr.,
refiro-me a todas as raças, pretos, árabes, asiáticos, tudo.

Fräulein Else disse...

Sim, eu vi essa foto, imagine, ela antes de ser comida pelo Djaló, já andava com um nenuco preto... ahahah

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Tem uma atracção pelo negro!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Há mulheres que apreciam uma pilada negra: umas experimentam e não gostam; outras ficam vidradas para sempre no arfar transpirado das piladas negras.

Fräulein Else disse...

Ah, mas antes de ir embora, no outro dia falava sobre sexo com um amigo meu moçambicano (que é muito bonito e grosso, que é de resto muito assediado por homens) e que confirmava aquilo q o F. disse uma vez algures aqui, que os blacks n tinham muita técnica. Ele próprio me disse que no início da sua vida sexual ele n se importava muito com o prazer da mulher, e depois foi aprendendo. Ele diz q na terra dele, Moçambique, é assim - lol
Mas, pronto, entretanto, veio pra civilização. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Já agora revelo outros segredos de cama:

Os homossexuais tugas brancos são tendencialmente avessos a essa troca de fluídos com negros. No entanto, circula o mito do pénis grande dos negros. Por isso, alguns resolvem experimentar: uns não gostam porque, segundo dizem, o falo negro funcionam como pastilha-elástica - as erecções não são potentes do tipo tijolo; outros gostaram da experiência mas não apreciam as feições africanas. Curiosamente, quando os meus informantes me enviam sessões fotográficas dessas experiências há nelas uma espécie de racismo facial e, no fim, não há deglutição do sémen do parceiro negro. Porém, alguns dos homo passivos dependem desse nicho erótico para satisfazer os seus desejos sexuais.

Porém, nos últimos tempos ocorreu uma mudança particularmente evidente em Lisboa e nas discotecas gay: occorrem sessões de sexo com negros, de resto muito desejados. Outro aspecto é o facto dos cabo-verdianos e alguns angolanos alinharem em sexo gay, mesmo sem serem homossexuais, talvez porque isso lhes dê lgum estatuto numa sociedade de brancos. Geralmente, os indivíduos de raças "submetidas" fazem sexo numa direcção contrária a sua atracção sexual e tiram algum benefício disso. Este facto desmente a homofobia protagonizada por árabes, indianos e africanos, até porque as suas sociedades tradicionais sempre integraram alguma forma de homossexualidade institucionalizada!

Sr disse...

Ora cá está!
e agora, sr medina carreira, q tem a dizer a estas revelações do francisco uhhhhhh!?!
Pois...







Vou entao postar no meu forum os scans do bataille, check plz ;)

Sr disse...

tsc tsc o meu forum entrou em manutençao de servidor :)
bem, fica entao ja aqui antecipadamente e em estreia mundial

http://i204.photobucket.com/albums/bb106/iso101/bataille1.jpg

http://i204.photobucket.com/albums/bb106/iso101/bataille2.jpg

http://i204.photobucket.com/albums/bb106/iso101/bataille3.jpg


:)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, não consegui ver, diz que foi movida ou retirada. :(

Sr disse...

uh? mas n foi. Ainda ag testei e ta ok. Tente ate abrir noutro browser*

Fräulein Else disse...

"Os homossexuais tugas brancos são tendencialmente avessos a essa troca de fluídos com negros"

"e nas discotecas gay: occorrem sessões de sexo com negros, de resto muito desejados"

Entonces? Afinal são desejados ou não??? lol
Eu acho q são e muito...

Fräulein Else disse...

"Este facto desmente a homofobia protagonizada por árabes, indianos e africanos"

Sim, eles não são nada homofóbicos, até porque eles são muito seguros das suas "capacidades", logo n ficam melindrados com os gays... como os brancos. :)

Fräulein Else disse...

Ah e uma pergunta para o Francisco: se considera a homofobia uma patologia, o racismo e o sexismo também são doenças, ou é este tipo de discriminação revela-se de outro tipo?
:)

Jorge Salema disse...

Saudaçoes a todos!

Sobre o estudo de divisão de terefas domesticas (Carrington, 1999); n encontro esta referencia bibliografica. Podemos escreve-la à maneira continental? Com titulo e data? Não a acho e queria consultar para ver quais as classes sociais estudadas. A experiencia diz-me que mais do que diferenças entre casais heterossexuais e homossexuais, o que existe é forte contraste entre classes ABC1 e as C2C3 e D.
Obrigado

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

"Porém, nos últimos tempos ocorreu uma mudança particularmente evidente em Lisboa e nas discotecas gay: occorrem sessões de sexo com negros, de resto muito desejados."

A frau não leu tudo: antes e depois da mudança.

Para ser considerada uma perturbação, o racismo e o sexismo precisavam de ser acompanhados por outros sinais, mas as raizes biológicas de ambos dificulta esse tipo de diagnóstico.

Carrington não deve estar online... Seria necessário ter um acesso a essa revista.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Neste tipo de estudos, a classe social não é uma variável interessante. Os resultados podem ser diferenciados em função de outras variáveis importantes: o que interessa é o cabide e não as camisas que ele possa mostrar.

Se o conhecesse podia facultar-lhe o artigo, mas neste caso seria violar um princípio associativo!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Oh Frau como está enganada! Muito desejados? Né...

Fräulein Else disse...

A frau leu tudo e lê tudo muito bem: "são tendencialmente", presente do indicativo... ou a mudança é minoritária? Só em lx? É natural, pq no Porto e noutras cidades portuguesas n há quase pretos.
Bom, então quer dizer q a homofobia n é biológica? Então, se defende q a homofobia é homossexualidade reprimida, e se a homossexualidade é determinada biologicamente...

Fräulein Else disse...

Querido F., é o q observo. "Enganada" ou não, é a minha visão, a sua tb é uma opinião. Porque o q disse, no fim de contas, n revelou nada: n comem o sémen deles e depois? n significa q n sejam desejados. O belo tem sempre lugar, e depois é um fetiche claramente... :)

Fräulein Else disse...

Ah, ok já percebi se esses homossexuais reprimidos, vivessem numa sociedade que aceite os homossexuais, n seriam homofóbicos, então significa, que no caso do sexismo e racismo, só alteração do ADN é criaria uma sociedade igualitária??

Fräulein Else disse...

Pois, por isso a mestiçagem resolve o racismo! O sexismo é q ainda n sei como poderia ser...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ui... a frau baralha tudo e confunde conhecimento com opinião! A opinião pensa mal, como já devia saber. A homofobia foi explicada, a homossexualidade tb e o comentário que fiz é claro: o problema reside na sua leitura e vontade de resolver as coisas com manipulações de linguagem. Mas o primado do objecto paralisa as suas brincadeiras linguísticas, uma das quais é tratar os negros como animais selvagens ou autómatos.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Não estou seguro desse resultado da mestiçagem, até porque para ocorrer essa mestiçagem seria necessários que as pessoas alinhassem nessa mistura e não é isto que acontece: experimentar é uma coisa, outra diferente é querer um compromisso sério.

O sexismo resulta da diferenciação sexual e da determinação sexual: pode ser limado mas não abolido, a menos que se anule a diferenciação sexual, mas não vejo ninguém interessado nisso.

Fräulein Else disse...

Ahaha o paternalismo francisquino que dá a papa aos bebés opinativos... já cá faltava a "novela" do costume! :D

Sim, mas o sexismo e o racismo tb são discriminações e que ocorrem em maior número na nossa sociedade, uma vez que os afectados são em maior número. Por isso, quis pô-los ao lado, uma vez que a homofobia é tema recorrente nesta casa...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Além disso, não nego a existência de um mecanismo biológico no caso da homofobia, porque pode haver um factor social ou psicossocial biologicamente activo capaz de moldar alguma estrutura neural e o seu funcionamento, mas não há evidência nesse sentido.

A xenofobia produz ansiedade e pode estar ligada ao medo do estrangeiro visto sempre como um bárbaro. Neste sentido, os estudoos etológicos fornecem apoio.

O sexismo é diferente e envolve mecanismos biológicos e genéticos incontornáveis.

Bem, quanto ao seu conceito de minoria, acho abusivo aplicá-lo aos homossexuais, porque estes não são estranhos a sociedade dominante que os gera.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, a frau já devia saber que não aprecio truques de linguagem, sobretudo em matéria de conhecimento científico e filosófico. Para desmentir um estudo, precisa realizar outro estudo: é básico!

Fräulein Else disse...

Mas xenofobia n é racismo... ou melhor um xenófobo deverá ser sempre racista, mas um racista não é necessariamente xenófobo.
Se é sentimento de ansiedade pela sensação de invasão, a globalização, a diluição de fronteiras e estados-nação, poderá ser o caminho para uma comunidade total, sem discriminação racial ou xenófoba.
No caso do sexismo, compreendo q seja mais complicado...

E eu n faço "truques" de linguagem, nem manipulo, o seu português n está claro: primeiro n gostam de pretos, depois gostam - é por ser moda? Sim, eu admiti q os pretos são fetiche de cidade cosmopolita. E eles sabem q o são e aproveitam-se disso, tal como o F, na sua cientificidade, o disse. O francisco estuda, eu vejo. ;)

Fräulein Else disse...

Ah, por isso as leis proteccionistas contra imigrantes devem ser contestadas! Como na Inglaterra, e agora na Itália!

Fräulein Else disse...

"Bem, a frau já devia saber que não aprecio truques de linguagem, sobretudo em matéria de conhecimento científico e filosófico. Para desmentir um estudo, precisa realizar outro estudo: é básico!"

Ah e n se leve tão a sério. Eu já lhe disse que n venho aqui "brincar", nem "persegui-lo"... parece q leva tudo tão a peito! Relaxe, gosto tanto de conhecer o mundo como o F., mas n sofro da doença dos brancos - stress. ;)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Três observações:

1ª. Eu omiti a minha opinião pessoal ou a minha visão particular do mundo, porque não interessa para o caso; tem apenas peso nas minhas decisões pessoais, mas não as imponho aos outros.

2ª. Referi um dado importante e de peso: as sessões sexuais que os meus informantes me enviam. Ora, nessas imagens em movimento há algo mais do que pilas erectas e sexo. Foi isso que interpretei de modo tiangular, porque uso mais de uma metodologia de trabalho.

3ª. Quanto ao Porto, já vi que não conhece a city.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, não leve a letra a globalização, porque esta está envenenada.

Era triangular...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, fez bem assumir que não é branca! Nunca critiquei o orgulho... :)

Fräulein Else disse...

Resposta a três observações:

1. Sim, tb n quero saber da sua opinião pessoal. Quero conhecer o ponto de vista de uma pessoa versada no assunto.

2. Ok

3. Nunca disse q conhecia bem o Porto! Mas a mancha negra aqui é maior... :)

Fräulein Else disse...

Sim, eu sou branca de fora, mas sou multicolor por dentro. Sou do mundo! ;)

Fräulein Else disse...

"Ah, não leve a letra a globalização, porque esta está envenenada"

Sim, concordo! É viciada... é capitalista, e submetida a interesses oligárquicos.

Fräulein Else disse...

E ocidentais.

Fräulein Else disse...

É uma europeização.

Fräulein Else disse...

Oh F. mas eu sou branca... lol
N tenho orgulho em ser branca, mas digamos q sou, e bem branca! Mas como cresci com pessoas de todas as raças e cores, fiquei malhada. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Eu sou como os lírios brancos dos Salmos! Branco por dentro e branco por fora e orgulho-me do meu bibranquismo.

Sim, aí há mais negros que já começam a vir para aqui. Em compensação, temos muitos nórdicos e brasileiros que já tomaram conta de grandes áreas residenciais. :)

Tenho o cão a chamar a minha atenção! :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Até estou a rir - malhada como a hiena malhada! :)))

Fräulein Else disse...

Boa! O francisco ri-se!
Tb me ri qd disse q eu me tinha assumido como não-branca. Eu tenho negritude no coração, n na pele q é hiper-branca. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Tenho estado a ensinar o cão a ser cão, porque ele "pensa" que não é cão mas talvez humano. Agora quer dormir mas como estou aqui chama-me. Baaahhhhh... muito chato! Bye

Fräulein Else disse...

Tem de ser autoritário com ele; as matilhas de cães têm sempre líder, senão ficará muito mimado...

Bons treinos!

Sr disse...

uma frau assim tão fascinada e excitada pela ideia de pertença a um rebanho de carneirada negra nunca poderá pertencer à comunidade nietzscheana.
Qd mt, poderá aspirar é a uma comunidade de mouros... :)
Nisso concordo com o francisco, ta ainda demasiado presa ao util e à produção esquizofrenica global. Reveja esse problema urgentemente, talvez passando a frequentar discotecas budistas ou até aquela cristoteca de Fatima :P


summer breezzzeeeee

http://www.youtube.com/watch?v=hb_Y8j8MtvY


0/

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, além de ser moura - porque nasceu em Lisboa descosmopolita - mas transmontana por origem paternal, a frau é uma mulher hormonal com inclinação para a mestiçagem cosmopolita (sic). Enfim, é um cocktail malhado! Ela vai reagir com brutalidade malhada, porque, ao contrário do que diz, carece de sentido de humor e, por isso, não sabe brincar! :-)

Ainda vamos ser obrigados a organizar uma nova cruzada contra os mouros sediados em Lisboa! :)

Fräulein Else disse...

"uma frau assim tão fascinada e excitada pela ideia de pertença a um rebanho de carneirada negra nunca poderá pertencer à comunidade nietzscheana."

Eu não pertenço à comunidade nietzscheana, pertenço à comunidade mundial. Sou cidadã do mundo. ;)



Oh Francisco, escuse-se lá dos seus pseudo-diagnósticos, reserva-os para si próprio, q deve já dar estudo de caso. As suas tentativas de humor são risíveis por serem tão comezinhas... vá passear o cão, q hj tá uma noite espectacular, pelo menos aqui na Mouraria... :D

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, a frau é um estudo de caso previsível: a cidadã de Belém!

Leia as suas palavras:

"Eu não pertenço à comunidade nietzscheana, pertenço à comunidade mundial. Sou cidadã do mundo."

Isto é coisa tonta!

Fräulein Else disse...

n é nada tonta, sou uma cidadã do mundo! Antes q ser bairrista como o F.!

Adeus, meus senhores!

Fräulein Else disse...

Ah, Sr Paulo aquilo da discoteca em Fátima é no gozo ou é a sério???
Nem me admiraria q fosse, a Igreja para arranjar fiéis já faz de tudo!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A frau parece um programa de computador: demasiado previsível e incapaz de inovar o vocabulário. Bye

Fräulein Else disse...

googlei agora e n é q é verdade??? Aaaaaaaaah! :D

«Proporcionar aos jovens uma "diversão santa" durante a noite é o objectivo da «Cristoteca», espaço de dança que não esquece a oração e a evangelização.»

Fräulein Else disse...

Ahahah... o Francisco n me atinge, mas "descarregue" que faz-lhe bem!

Bye bye!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Claro, só as pessoas com cabeça podem ser atingidas! :D

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A cidadã do mundo não conhece Fátima: esse mundo é muito pequeno! :P

Tiago r disse...

A Cristoteca existe?! Ahahah! Talvez agora é que os cordeirinhos vão conseguir encontrar Deus - pois tb já devem distribuir por lá santas trips (em forma de pequenas hóstias)! Uh-uh!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Olá Tiago

Fátima envolve muitos tipos de peregrinação para além da sagrada, dois dos quais são a prostituição - um serviço muito procurado pelos homens do interior que organizam viagens com esse objectivo de descarga - e o sexo casual gay, no qual estão envolvidos padres. Os WC's eram muito animados e ainda são, embora actualmente tenham vigilância. Aliás, os padres gay - e seminaristas - usam certos indicadores que não vou especificar para transmitir informação identitária a outros padres. Deste modo, eles ficam a saber quem é gay e se está disponível para sexo que pode ser realizado nas "casas das irmãs"!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah Frau

As suas provocações deixam-me indiferente, porque tudo aquilo que atribiu aos outros serve-lhe a si. "Bairristas" são os seus comentários! Aliás, se fosse atenta, detectava que quem faz aqui comentários bairristas é a frau que julga viver num mundo cosmopolita quando na verdade tudo isso é puro delírio. Sim, as suas "tentativas de humor são risíveis por serem tão comezinhas" e delirantes! Ganhe juízo e ponha os neurónios a funcionar de modo saudável! Excesso de vulgaridade e de clichês cansa e cansa muito! :(

Tiago r disse...

Q grandes enredos! Nem a sua sexualidade conseguem assumir!

Bem, aqui vou eu para umas mini-férias, e ver o Olaf, graças à Frau! ;)

Fiquem bem, todos!

Sr disse...

Blogger J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Tenho estado a ensinar o cão a ser cão, porque ele "pensa" que não é cão mas talvez humano. Agora quer dormir mas como estou aqui chama-me.


LOL, so ag visto isto, francisco personal trainer eheh
aproveite e treine-o como bicha :))

Sr disse...

Blogger Fräulein Else disse...

Eu não pertenço à comunidade nietzscheana, pertenço à comunidade mundial. Sou cidadã do mundo. ;)



yeah, pertence a uma ONU do pensamento e do sentimento ONG. Não chega, portanto :D

Mas, foi imensamente produtiva esta troca de galhardetes! É q, a proposito desta questão da "comunidade" em nietzsche( a qual, aliás, já o bataille deu sobeja importancia, como sabem) , fui reler uns textitos e nem sei como não retive esta excelente observação do Maurice de Gandillac( bigado, mauricio, és grande, meu!)
quote:
«(...) un beau jour de douce mélancolie, Nietzsche, dans une rue de Turin, se jeta au d'un misérable cheval de fiacre pour l'embrasser - comme sur la montagne le lion et les colombes caressent le prophète.
Conséquence sans doute d'une aussi réele «maladie cérébrale» que celle de son pére, le pasteur Karl-Ludwig, mais témoignage aussi d'une tendre et virile «sympathie»(au sens fort) avec tous les fréres vivantes de l'homme.»

Sacou, frauzinha?? este BRANCO naum veio pra rua armado de martelo, zarabatana ou catana e pronto pra destruir e matar tudo à volta conforme a paranoia tribal. Naoooo, mesmo na loucura, ele ABRAÇOU TERNA E SIMPÁTICAMENTE! ^^


Por isso, fode-te bertrand!! \m/
http://www.youtube.com/watch?v=oHk3_NwH-WM



;P

Sr disse...

se jeta au COU d'un misérable cheval de fiacre pour l'embrasser*



;)

Fräulein Else disse...

Olá Sr,

Conhecia bem essa peripécia, e há mais q n conta: Nietzsche viu o tratador do cavalo a chicoteá-lo, e, por isso, dirigiu-se a ele para o proteger de forma veemente, abraçando-o e beijando-o.

Sim, e então? Simpatia universal, é o q nutro por todos os seres humanos, de todas as cores e raças. Os pretos não são seres tribais e primitivos, e mesmo q fossem, n quer dizer que sejam mais burros ou indignos de serem amados e queridos. São meus irmãos. :)

Fräulein Else disse...

Boas férias, Tiago! :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, vejo que se vive aqui um momento de zoofilia! Beijar cavalos ou treinar cães bichas não faz parte das minhas competências ou interesses! Retiro-me com nojo... :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E quem trata desse modo os animais como iguais só pode ter perdido a humanidade: animais entre animais!

Boas férias, Tiago! :)

Sr disse...

Blogger Fräulein Else disse...

Olá Sr,

Conhecia bem essa peripécia, e há mais q n conta: Nietzsche viu o tratador do cavalo a chicoteá-lo, e, por isso, dirigiu-se a ele para o proteger de forma veemente, abraçando-o e beijando-o.



Sim, o episodio é super-conhecido, claro, nunca vi é alguém usar esse episodio para indiciar o seu verdadeiro caracter(pq liberto do cinto-de-forças fil e da racionalidade em geral)o.O
Por outro lado, um episodio como este tb so dá razao a alguem como o deleuze qd ele inscreve o delirio e outras disfuncionalidades psic num quadro intuitivo e de representação bem mais dispersivo(ex schreber)*


"Sim, e então? Simpatia universal, é o q nutro por todos os seres humanos, de todas as cores e raças. Os pretos não são seres tribais e primitivos, e mesmo q fossem, n quer dizer que sejam mais burros ou indignos de serem amados e queridos"

Se se lembrar do Jung e até de alguma histª e sociolog das religioes certamente concordará q n somos assim tão díspares quanto aos arquetipos culturais mais básicos. Problema, quanto a mim, é quando nos esquecemos disso e tendemos a ver isso sob a perspectiva, tb ela delirante, de um qq exotismo perdido e estimulante magico - coisa a q os negros se parecem prestar no seu caso.
Engraçado ate q, ainda noutro dia, lia uma entrevista do cesariny a falar sobre essa faceta do picasso q acabou por ser massivamente admirada, mas que, quanto a ele, nao foi mais q um mero aproveitamento duma arte essencialmente funcionalista, logo primitiva:), como é a arte africana.

Claro q, por sua vez, o cesariny qd disse isto, nao se lembrou ou até desconhecia, coisinhas mais pra frente como esta http://www.arts-creation-gallery.com/fiche_artiste.php?lng=en&id=49

^^

Fräulein Else disse...

"Se se lembrar do Jung e até de alguma histª e sociolog das religioes certamente concordará q n somos assim tão díspares quanto aos arquetipos culturais mais básicos"

Não não somos.

"Problema, quanto a mim, é quando nos esquecemos disso e tendemos a ver isso sob a perspectiva, tb ela delirante, de um qq exotismo perdido e estimulante magico - coisa a q os negros se parecem prestar no seu caso."

Então, lamento, mas entendeu mal o meu "caso" - erro de diagnóstico! Porque eu vejo os pretos e outras raças e culturas diferentes das minhas, não com esse exotismo de exploradora colonial, mas com respeito (e tb curiosidade) pelas diferenças. Sou ocidental, conheço bem a minha cultura, greco-judaica, e sinto o dever de a proteger, mas este dever n é incompatível com respeito e admiração por outras culturas, e que, no fundo, talvez por implicação filosófica e cristã (logo, ocidental) somos todos iguais na humanidade. "Nada do que é humano me é estranho." Disse Terêncio.


"duma arte essencialmente funcionalista, logo primitiva:), como é a arte africana."

A arte primitiva africana, tal como qq arte primitiva, era funcional, não no sentido em que era decorativa (aliás esta funcionalidade é muito recente na história da arte), mas tem a ver com o poder emanado da imagem esculpida ou pintada, a fim de exorcizar os espíritos malévolos e de evocar os espíritos dos antepassados. Tem a ver com aquela consciência mágica que o seu (nosso) Nietzsche falava e que ele próprio demonstrava que ainda resiste em nós, modernos.
A arte primitiva é admirável, se conhecermos o que está por detrás dela: as intenções e até mesmo a habilidade técnica. A história de arte n é evolutiva ou progressista, eu n a entendo assim; aliás o próprio Picasso que refere disse em entrevista que n gostava que os críticos entendessem as suas fases primeiras (azul e rosa) como inferiores ao cubismo, por exemplo. Para ele isso n fazia sentido e para mim tb n faz. :)

Sr disse...

Ahhh a frau deixou cair a mascara e aparece agora como uma apetitosa sereia. :))
Just kidding :P
Xit, so ag cheguei da rua e so ag vou almoçar :S Mas antes tb ainda deixo aqui pra vcs um bom piteu

Dias de Nietzsche em Turim,
de Júlio Bressane



Sinopse:A recriação do período entre abril de 1888 e janeiro de 1889, em que o filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900) viveu na cidade de Turim, na Itália. Foi lá que Nietzsche escreveu alguns de seus textos mais conhecidos, como "Ecce Homo", "Crepúsculo dos Ídolos" e "Os Ditirambos" e entregou-se totalmente às suas próprias idéias, envolvendo-se com a arte, a ciência e sua própria vida.


Gênero: Drama
Origem/Ano: BRA/2001
Direção: Júlio Bressane
Roteiro: Júlio Bressane e Rosa Dias

Formato: rmvb
Áudio: Português
Duração: 84 min
Tamanho: 281 MB
Partes: 3


Elenco:
Fernando Eiras...Friedrich Nietzsche
Tina Novelli...Cândida Fino
Paulo José...David Fino
Leandra Leal...Irene Fino
Mariana Ximenes...Julia Fino
Paschoal Vilaboin…Alfaiate

Crítica:
http://www.contracampo.com.br/31/diasdenietzsche.htm








Links:
http://rapidshare.com/files/72378088/Cinema_Nacional_-_Dias_de_Nietzsche_em_Turim.part1.rar
http://rapidshare.com/files/72386437/Cinema_Nacional_-_Dias_de_Nietzsche_em_Turim.part2.rar
http://rapidshare.com/files/72394956/Cinema_Nacional_-_Dias_de_Nietzsche_em_Turim.part3.rar



Quem é fixe quem é, hein! ;D

Fräulein Else disse...

Sim, Sr. Paulo, mas eu sou "querida", gosto é de me fazer de difícil. :P

Obg! Nunca vi esse filme!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

O homem homofóbico - Orlando Braga - continua a pronunciar disparates sobre o casamento gay, além de redifinir a homofobia nestes termos absurdos dignos de uma "mente pequena":

"A homofobia é a opinião moral segundo a qual a conduta [comportamento] homossexual não é consentânea com a lei natural, e portanto, para além de ser errada na medida em que se afasta da norma natural, não pode fundamentar o direito positivo naquilo em que esse comportamento possa ter influência.
A homofobia não pode ser comparada ao preconceito étnico, racial ou religioso, que negam ― a priori e independentemente dos comportamentos do ser humano ― o valor e os direitos morais intrínsecos de outras pessoas."

A lei natural? O homofóbico refere-se à lei social construída por homófobos que atribui à natureza que de resto a rejeita. Mente badalhoca! :O

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Homófobo: Consulte um psiquiatra e um neurocirurgião, porque o seu cérebro-mente está deveras danificado e cheio de cagalhões!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Senhor homófobo: corte a sua pila, porque não precisa dela para odiar, mas - lembre-se - ninguém quer a sua opinião. Além disso, se o casamento é para si uma instituição que visa a reprodução, isto é, a feitura de uns filhos resultantes de quecas contrariadas, não precisa dos testículos e da pila: castre-os e talvez assim reduza o seu desejo secreto. Quando escreveu o post "Sou homofóbico, com orgulho", a boca fugiu-lhe para a verdade e, confrontado com ela, quer redefinir o termo, dizendo que a homofobia é uma opinião moral. Mas quem lhe pediu a opinião? Tenha alguma coragem e assuma o "panasca" - como lhe chama - que o habita... Devia estudar mais e cultivar a mente, tomando conhecimento da homofobia interiorizada e da sua dinâmica. Ah, e uma opinião moral é apenas uma opinião entre muitas outras opiniões: não goza de estatuto privilegiado! Se soubesse alguma coisa sobre ética filosófica, não tinha feito as confusões que fez nesse seu post... Que figura triste! :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, homem homófobo: a deficiência de que fala está no seu cromossoma X e o marxismo cultural não defende esses tipos de deficiência - homofobia = homossexulidde frustrada = vida sexual danificada, porque entre o homófobo e a mulher está um homossexual. Sabe que a ciência dispõe de meios para o confrontar com a sua homossexualidade: submeta-se aos testes e depois partilhe os resultados aqui na blogosfera! Não tem cabeça honesta para detectar que inventa coisas que atribui a filosofia para depois as combater! Além de ser perturbado, revela falta de honestidade intelectual! Afinal, quem quer convencer: os outros ou a si mesmo?

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Porém, se teima em ser mentiroso patológico, então tente mostrar o que defende citando textos comprovativos dos autores que acusa de serem gayzistas! Diga onde Marx fala da homossexualidade!

Ah, falsário, o texto de Marx que citou noutro post não se encontra nos Manuscritos de 1844! E sabe porquê? Não sabe, claro, porque vc é uma mentira!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

O Orlando Braga - o homófobo - faz censura, tem a caixa de comentários desactivada e altera o conteúdo dos posts que edita.

Sr disse...

Yow, francisco, va ver o nietzsche e esqueça o homunculo o.O




Pequena Sereia, ja viu o filme?? Comecei ha pouco a ver mas ja tou farto de me rir huehue
Por ex, no teatro depois de tds aqueles travellings sobre as cadeiras estofadas, então n é q, qd foca os cortinados junto à saída, do lado esq, aparece um.... EXTINTOR!!!! rotflllllllllllll
O nietzsche tb ta um cado mais pro mr hulot q pra aquele tipo de figura delicada e concentrada q a Lou descreve... Mas, ok, tem o gr merito de nos mostrar os locais e cenarios por onde ele passou, sendo q isso permite, simultaneamente, tb passar a visualiza-lo com mais colorido ;P

Bora ver o resto, q ainda tenho q sair \0/

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

O homófobo sofre mesmo de retardamento mental. Eis umas frases dele só pensáveis por alguém muito doente:

"Definição

"Um homófobo é um ser humano que repele “a priori” qualquer tipo de possibilidade de um relacionamento sexual entre si próprio e outro indivíduo do mesmo sexo. Essa “possibilidade” inclui os relacionamentos privados que tacitamente aprovem, sob o ponto de vista cultural, esse tipo de relacionamento sexual.

(Relacionamentos privados? Onde foi o homófobo buscar o termo "relacionamentos"? Às revistas gay, nomeadamente à secção dos anúncios íntimos?)

"Argumentação

"Um homófobo é uma pessoa que racionalizou (utilizou a Razão) e compreendeu que a alternativa à homofobia é a homofilia ― a “homofilia” não é só uma questão de “tolerância” em relação aos gays; é essencialmente a aceitação consciente do acto homossexual.

(O homófobo racionalizou - o temor da sua própria homossexualidade! A alternativa é a homofilia, mas esta conduz aos contactos homossexuais em relacionamentos privados!)

"Por isso, um homófilo é um indivíduo que, mesmo que se diga heterossexual, à partida não rejeita a possibilidade de vir a ter um relacionamento sexual homossexual, isto é, não descarta totalmente essa “possibilidade” ― consciente ou inconscientemente ―, nem essa possibilidade o repugna o suficiente para que possa ser homófobo. Um homófilo ou é um homossexual, ou é um bissexual assumido ou não-confesso (o que vai dar no mesmo).

"O heterossexual pode sê-lo somente num determinado período da sua vida, em função de uma bissexualidade latente; o homófobo é sempre heterossexual, por uma razão que se liga à sua natureza. O “negócio” do homófobo é só e sempre com o sexo oposto."

(Bem, agora a homofilia já não é alternativa à homofobia, por causa da bissexualidade latente! O homófobo é heterossexual por uma razão natural! Esta argumentação é infantil e ridícula; no fundo, é uma confissão pública! O homófobo é "panasca" que teme os relacionamentos privados com outros homens porque não confia em si mesmo. Este homem é um caso clínico clássico! Talvez tenha sido abusado sexualmente por algum padre ou colega mais velho!)

Oi Sr

Eu sou empenhado em causas políticas!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Mas se foi enrabado na infância e continuamente abusado tenha cuidado porque pode ter inclinação para abusar sexualmente de menores! Ninguém lhe pode confiar uma criança!

Ah, e, por favor, não faça essa identificação entre homens heterossexuais e homofobia, porque a maior parte dos homens hetero não sofre desta perturbação. Já viu como seria o mundo se todos os hetero fossem homófobos? Sim, esse seria um "mundo de panascas", para usar a sua palavra predilecta, talvez usada para o insultar quando foi supostamente "enrabado" (outro termo seu) na infância! Ah, e outra coisa curiosa: porque razão reduz a actividade homossexual ao acto de enrabar? É muito redutor: mais outro indicador?

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E não escreva que as teorias são gayzistas: neste confronto ideológico só há um "panasca", vc e mais nenhum! :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Até compreendo a sua revolta: um vida a enganar os outros, a família, os amigos que talvez não saibam que é um perigo ficar consigo, e sobretudo a si mesmo. Não sei a sua idade mas talvez esteja ainda no intervalo que, de repente, converte um pseudo-hetero num transexual! Consulte um bom psiquiatra! Não faça mais estragos na sua e na vida dos outros! :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Enfim, palavras sintomáticas as do homem homofóbico. Eis as palavras:

"O “negócio” do homófobo é só e sempre com o sexo oposto."

Toda a sua linguagem aponta para a sua homossexualidade já consciente: fazer sexo com uma mulher é, para ele, um "negócio" ou talvez um chorado a la hiena malhada, mas com muita fantasia. Um homófobo tem um conhecimento íntimo e directo da homossexualidade; coisa que não sucede com os heterossexuais sem medos!

Sr disse...

Gostei!




Vou agora pro sol do meio-dia :)


0/

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E tenha cuidado com a maçonaria, porque ainda pode ser atacado pelo seu braço armado e secreto! Não brinque com coisas sérias! Ninguém o quer na maçonaria! Já viu o perigo que representava nos relacionamentos privados da maçonaria? Assaltava as partes íntimas dos colegas! Vc é um "panasca" (o seu termo preferido) à solta - homem com h pequeno! :)

Aveugle.Papillon disse...

Sr.,

Não vi o filme, por obstáculo de inaptidão técnica (minha). Fiz download, mas depois os meus leitores não reconheciam aquele tipo de ficheiro. Acha q me poderia ajudar? :)

Sr disse...

aiaiai little mermaid...
So apanhou a mira tecnica, é? :))
Deve ter falta de codecs... Experimente este http://smplayer.sourceforge.net/downloads.php?tr_lang=en Mas, qd for pra visualizar o filme, abra-o a partir do programa e n directamente executando o file ;)

Depois conte se resultou, q eu hj tou bery buzy*

Fräulein Else disse...

Sr.,

Fiz o que me sugeriu, mas continua sem ler o ficheiro .rar
:(

Sr disse...

RAR?? será q nao descomprimiu o ficheiro antes?? Tem q unzip o ficheiro, depois ele fica com formato .rmbv, e aí é q o tenta abrir por dentro do SMPLAYER ;P

Aveugle.Papillon disse...

ah, thanks. eu sou mui analfabeta :)

Sr disse...

:)

mas conseguiu?
talvez poste alguns filmezitos do genero lá no meu forum.
Va fazendo habituar o seu HD à ideia ^^

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A imprensa diz que o PR Cavaco Silva e seus colaboradores estão a fazer o programa do PSD: uma vergonha, como se ele tivesse governado bem o país. Portugal é uma vergonha! :OOOOO

Sr disse...

entao, e q tal a lista da e.ferreira aqui pro Porto? parece estar a fugir um pouco à bicharada do aparelhometro :)
Cromo cromo ainda so sei do abrunhosa, mas tb quase so tenho lido os titulos dos media :

Fräulein Else disse...

Não, não consegui! :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A E. Ferreira não vai longe com a sua lista! :(

Sr disse...

Nao? mas olhe que, pelo menos o quintanilha, era capaz de arranjar un subsidiozito pro seu blog :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Conheço o Quintanilha, mas não me referia a ele: eu gosto do ex-presidente da CMPorto, que é um homem ousado e moderno. A Lages é simpática mas não foi bem sucedida na Capital da Cultura: o que foi feito na altura está destruído! Precisamos de homens com garras e dentes! :)

Sr disse...

Fräulein Else disse...

Não, não consegui! :(



Xiii tarefa herculea, nao? LOL
Mas, como é nietzsche, atão vamo lah :)
Descreva os passos pra ver se tá a fazer algo mal.
1º baixou, sucessivamente, 3 links rapidshit, certo?
2º uma vez o file no seu desktop, foi descomprimir o 1º link, aparecendo uma msg a perg "PROCESS ALL VOLUMES"(algo assim)? tem q fazer ok e o file fica entao no amb de trab com o formato rmbv.
3º - abre o SMPLAYER, faz abrir ficheiro e tunga, já tá, tem q começar a dar o filme :P

Sr disse...

Ah! tb esperemos q do link SMPLAYER q dei atras, q tb tenha baixado a versao apropriada pro seu pc eheh

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Eu defendo um Porto Cidade-Estado: moderno, unido, autónomo, ousado, guerreiro, rico e absolutamente não dependente da corrupção lisboeta. O Porto precisa reconquistar o poder que perdeu nestas últimas décadas e relançar-se no mundo, com imprensa e TV autónomas. A cidade deve ser requalificada e a área metropolitana deve ser cada vez mais unida e harmoniosa. Precisamos de políticos portuenses fortes e guerreiros!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A Universidade precisa de reforma e a cultura portuense deve recuperar a sua energia perdida. Nada de editoras lisboetas corruptas!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

O que nos interessa o que ocorre em Lisboa? Nada... Lisboa é um atraso! Imprensa corrompida e medíocre! Cultura de la merde! Políticos corruptos e medíocres! TVs de la merde! La merde do Benfica! etc....

Sr disse...

Hmm ja eu, e dado o exiguo tamanho do país, axo q a mentalidade pro-regionalista reinante tem tendencia e enferma ela mesma os mesmos vicios e esquemas partidarios.
Qt a mim, o ideal é, sim, o fomento das energias locais e autonomas, mas sempre enquadrados por uma visão supra-nacional, ie, socio-cultural mesmo. O exemplo mais aproximado disso q aqui vi foi, precisamente, qd o Porto foi capital europeia da cultura*

Sr disse...

Fraumermaid

na duvida, remova o smplayer q instalou, e instale directamente por este link http://sourceforge.net/projects/smplayer/files/SMPlayer/0.6.7/smplayer_0.6.7_websetup.exe/download

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

O que nos vale é o facto de estarmos unidos na cruzada de recuperar os escassos adeptos encarnados para a azulidade do azul, abrindo-lhes os olhos. A city pertence aos portistas e, se eles pretendem cá viver, devem defender o desenvolvimento da cidade, esquecendo o encarnado.

Fräulein Else disse...

Caro Sr.,

O passo nº 2 n acontece. Faço download em .rar, e é o q tennho em desktop, abro em smplayer (fiz download sem prob) mas n lê. :(

Fräulein Else disse...

Vou fazer o almoço. Isto dos computadores deve requerer doses de testosterona q n consigo produzir. :)

Sr disse...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

O que nos vale é o facto de estarmos unidos na cruzada de recuperar os escassos adeptos encarnados para a azulidade do azul, abrindo-lhes os olhos. A city pertence aos portistas e, se eles pretendem cá viver, devem defender o desenvolvimento da cidade, esquecendo o encarnado.



_________


Talvez ajude propor pra socio postumo o Y.Klein

:)

Fräulein Else disse...

Ahahahah...

Excelente resposta...! ;)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Sim, Y Klein é um excelente ecólogo e ecologista!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Além disso, o que traz prestígio ao Porto é, neste momento, o FCPorto, mais nada!

Sr disse...

Fräulein Else disse...

Caro Sr.,

O passo nº 2 n acontece. Faço download em .rar, e é o q tennho em desktop, abro em smplayer (fiz download sem prob) mas n lê. :(



Estranho...
mas confirme se lhe aparecem as 3 partes no WINRAR pra descomprimir e se extraiu pro amb trab* A questao q tem q ver é: onde se encontra o file depois de baixar e em q formato está.
Usa algum prog pra torrent?

Tiago r disse...

Olá

Eu tb sou um e-nabo :D pelo que procurei um torrents (aliás, o meu primo procurou-o...) e agora estou a descarregar o filme por lá, q vai demorar anos... eheh

Obrigado, Sr! Foi uma excelente partilha ;) Muito grato e curioso

O Erwin Olaf valeu a pena, Elsa e demais interessados, os retratos (não mtos) recuperavam pinturas antigas, dando através da foto um tom semelhante ao quadro pintado, mas com acessórios semi-escondidos dos tempos actuais, como a marca quase impercptível do logo da adidas, nos sapatos de um dos retratados, ou uns fones, ou uma ponta de cigarro e um maço noutros, etc., sempre imperceptivelmente, muito porreiro :)

E, claro, valeu pelo céu nocturno alentejano. O melhor ainda foi, no convento da exposição, dp, termo-nos enfiado por uma pequena abertura numa parede e ido dar ao cimo de um telhado, de onde se via a via láctea e a paz estrelar no seu auge ;) Há muito q ñ fazia isto, eu, ser urbano.

Sr disse...

Blogger Tiago r disse...

Olá

Eu tb sou um e-nabo :D pelo que procurei um torrents (aliás, o meu primo procurou-o...) e agora estou a descarregar o filme por lá, q vai demorar anos... eheh

Obrigado, Sr! Foi uma excelente partilha ;) Muito grato e curioso
_________


hallo! de nada :)
Mas é q é mt mais facil e pratico baixar filmes atraves de servers tipo o rapidshare(ainda por cima este q nem sequer precisa de legendas)!! o processo é exactamente igual ao de baixar mp3, so depois o player muda. Alias, e a este proposito, qd o player n consegue abrir, tentem ate abri-lo com recurso ao windows media player. Isso pq, obviamente, estando nós sempre a receber actualizaçoes de sistema operativo, tb esse player recebe actualizações pra novos formatos de ficheiros media etc*

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

De facto, Y Klein pode ser um símbolo de inteligência usado para denunciar a burrice de alguns portuenses que andam a aporcalhar a cidade com a sua mente pequena. Um Porto forte dispensa esses burrecos!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Aliás, esses burrecos devem ir para Lisboa!

Fräulein Else disse...

Ainda bem q gostaste Tiago! Espero ir no prox. sábado, senão for ao Algarve. :)

Sr disse...

Olhem, encontrei este player q lê o formato rmbv http://www.free-codecs.com/download/real_Alternative.htm


tentem este se n conseguirem com o smplayer ;)


gotta lunch 0/

Tiago r disse...

Ah, gostei, apesar de os retratos estarem um pouco mal emoldurados e o revestimento (acrílico, acho) criar muitos reflexos e ondulações, além de q, segundo me disseram, a sala estava tb estava mal iluminada, o que ñ ajudava... Perde aqui, mas pronto.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, apesar da monarquia, da homofobia e do conservadorismo, vou assinar um tratado de paz com o Orlando Braga, porque nalgumas questões importantes ele até defende ideias firmes susceptíveis de gerar consensos. A crítica da media - merda é uma delas!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E já agora lanço-lhe um desafio: desenvolver a sua crítica da cultura lisboeta de la merde!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E, nesse caso, considero justificado o uso do termo "panasca", se demonstrar que é uma cultura de panascas, claro! :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, o caso da andaluzia "socialista" é mesmo bizarro! Só que isso não tem nada a ver com o socialismo! :(

Ah, isso de ver tudo amarelo é sinal de outra velha doença... :)

Fräulein Else disse...

Eu tb sou a favor que as mulheres se masturbem, porque como vimos pelas "tecnologias do orgasmo" (vide livro de Rachel Maines), os homens são incapazes de as satisfazer sexualmente, mas tornar isso campanha política é realmente deesepero programático da esquerda... :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Senhor homófobo, não tenha medo do novo prec, porque se continuar a dizer asneiras sobre a cultura já está metido numa guerra! Não a sua guerra particular e pessoal, mas uma grande guerra! A "maçonaria" dá-nos armas para lutar contra os inimigos! Aliás, anda a ler muita ficção... e fica amarelo! :O

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Bem, conclui o post e deixo a questão da adopção para um novo post. Não fiz uma revisão exaustiva da bibliografia, mas penso ter dito o essencial. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Alexandre do Brasil

Gostei muito do seu programa musical de dança e agradeço o seu convite, mas não encontrei o endereço do seu blogue. :)

Sr disse...

Francisco, se quiser usar pra remate do post, esteja à vontade:


http://www.dailymotion.com/video/x3mmol_jesus-christ-i-will-survive-fun








:)

Tiago r disse...

ahahahahahah! :D (o vídeo do cristo)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Estou verdadeiramente fascinado pelo projecto do meu amigo Alexandre: a música e a dança são temas fascinantes. Adorei ler as 48 páginas desse projecto brasileiro magnífico. :)

Sr disse...

Dança tb gosto bastante, afinal, eu sou um deus :D
Qual o link?
LOL, caso n saiba, mt do trafego br q aporta por aqui, tem a minha mão...
Ainda ontem dei o seu ciber-psic a uma amga br pornografa :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Só tenho o email e o programa, mas ainda não tenho o blogue! Aguardo a resposta do alex. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ontem passei-me com um pornografo americano negro: estava a fazer exibições fálicas na ambulância, mas isso não é por via do blogue! :O

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E logo num hospital de New York onde conheço muita gente! Ele pode ser despedido! :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ahahahahah... deve ter visto o seu vídeo do pornocristo atropelado! :P

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Pk o P Abrunhosa é cromo? Afinal, as figuras tristes e palermas que Portugal faz no mundo são figuras lisboetas: os palermas fazem tristes figuras mas a má-fama é nacional. :Y

Fräulein Else disse...

Sr.,

Tentei fazer download pelo Emule, mas demoraria a eternidade, e o mundo me espera.
Por isso, desisti de ver Nietzsche em brasileiro, a menos que o Sr Paulo tenha a generosidade de me explicar muito devagarinho e por passos (for dummy) como o poderei fazer. :)

Fräulein Else disse...

Ah, mas entretanto explico-lhe pq é q com rapidshare n dá:
1. sigo o link http://rapidshare.com/files/72378088/Cinema_Nacional_-_Dias_de_Nietzsche_em_Turim.part1.rar
2. escolho "free user"
3. countdown em segundos
3. aparece um quadro a dizer se quero abrir/guardar ficheiro (em .rar)
4. eu selecciono guardar em desktop
5. ele descarrega, aparece-me em desktop
6. n abre no SMplayer, nem em qq outro player


Ou seja, n percebo em que altura posso descomprimir, ou converter noutro tipo de ficheiro!

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Estou a pensar dedicar o próximo post aos bantos e aos seus rapazes ncontchana. :)

Sr disse...

Frau



LOL, parece entao q n esteve suficientemente atenta aos passos necessarios q descrevi. É q, pelo q diz, tá tentar abrir o file ainda em rar através do player, quando eu indiquei q o descomprimisse ANTES de o tentar abrir com o player! Ie, qd vai por dentro do SMPLAYER e procura o file no amb de trab, tem q o ver, NECESSARIAMENTE, em RMBV.......................
Se depois disto n conseguir, peço demissão!


cutxi cutxi
http://i255.photobucket.com/albums/hh151/kluteqwerty/1249113455903-1.gif


:P

Sr disse...

http://www.youtube.com/watch?v=xCA4ZHg991I


Tugas, so q em Pt quase ng conhece o.O
Logo à tarde posto no meu forum ;)

Fräulein Else disse...

Sr., percebi, mas como se faz descompressão, se n pede para descomprimir??

Fräulein Else disse...

Aliás, nas propriedades só dá para comprimir n o contrário. Por isso, tenho de ter um programa para descomprimir, certo?

Sr disse...

LOL.... obvio q tem q ter prog pra descomp!
baixe o WINRAR


C YA LATER 0/

Fräulein Else disse...

N é óbvio! Só conhecia winzip.
:)
Obrigada!

Fräulein Else disse...

Consegui! Yupiiiiiiiiiii

:D

Sr disse...

Yupi? ainda agora começou e ja se sente nova-rica =)



Logo à noite ate vai ter pesadelos coaquele bigode :P

Sr disse...

ai!, tou tao contente pela frauleinzinta ^^

Fräulein Else disse...

Ahah!
Vou ver depois do jantar, espreitei um bocadinho pq queria ver o intérprete do Friedrich! Achei cómico passarem algum sambinha brazuca de fundo!

Fräulein Else disse...

O bigode dele parece uma pente**eira.

Tiago r disse...

Tb consegui! Afinal ñ sou assim tão nabo :D
Tb acabei por espreitar, para ver se tinha dado e - mas o bigode de Nietzsche serve-lhe de edredon à noite?! :D Até aposto q ñ há cenas de ele a comer... eheh

Fräulein Else disse...

Aparece, Tiago!
Aos 35', comendo um maravilhoso gelado italiano, mas o ângulo é de cima... lol

Fräulein Else disse...

Bem, o Nietzsche nu a dançar, qual bacante, aconteceu de verdade?? (vide 1:15)

Fräulein Else disse...

Há várias versões sobre a sua manifestação de loucura antes da catatonia, n é? Uma delas, q pensava ser a real, é a que ele tocou 24h (ou mais) de piano seguidas sem parar até pifar de vez.

Fräulein Else disse...

Só tenho a biografia do Hollingdale, e n me apetece levantar o rabo para a ir buscar.

Tiago r disse...

Ahahah, então ñ dá para o ver a comer gelado com bigode :D

Eu não te sei responder. Ainda ñ li nenhum biografia dele.
Ainda ñ sei se é hoje q vou ver o filme, tenho de ver o Harry Potter e o Cálice de Fogo por motivos profissionais... :P Talvez a seguir. Com um uísque, devo aguentar :)

O Nietzsche dança nu? Tenho de ver isto: espero q como um verdadeiro mini-diónisos! Podiam era fazer um filme do Diógenes o Cínico, para vermos ele a bater canholas na ágora :D

Tiago r disse...

Já agora, que biografia dele me recomendam? Há uma (q ñ sei bem se o é) q vem no mesmo livro q a do Höldering, «Demónios qq coisa...», da Antígona.

Fräulein Else disse...

Eu aconselho-te essa do Hollingdale que com Kaufmann, foram os melhores tradutores e estudiosos de Nietzsche em língua inglesa (o primeiro inglês o segundo americano).

Fräulein Else disse...

Que eu saiba n há trad em pt.

Fräulein Else disse...

http://www.amazon.com/Nietzsche-Philosophy-R-J-Hollingdale/dp/0521640911

Fräulein Else disse...

http://www.brianleiternietzsche.blogspot.com/

e aconselho-vos este blog, tb tradutor e estudioso de Nietzsche, americano. Mto bom.

Fräulein Else disse...

Quanto ao filme... achei muito fraquinho..., mas para os amantes de Nietzsche, qq coisinha sobre ele sabe sempre bem. :)

Sr disse...

ai é fraquinho...
suponho entao q este tb n lhe interessará e por isso nem vale a pena disponibilizar aqui link
http://2.bp.blogspot.com/_3qBU5oPdXm4/SfvlTWYLL4I/AAAAAAAAA9M/DriftfxUxBE/s1600-h/al_di_la_del_bene_e_del_male.jpg


http://www.youtube.com/watch?v=V2fGkbUrMCU











^^

Sr disse...

Post repetido, mas not my fault.
Desta x nem vou apagar, pq axo este server mt incompetente e blasé.

Fräulein Else disse...

"Keep the River on Your Right: A Modern Cannibal Tale "

Tem este filme Sr. Paulo? Porque gostaria de ver e vem a propósito do último post do F.

:)

Fräulein Else disse...

Sim, quero ver esse filme! Tem sem ser com legendas?

Tiago r disse...

Obrigado pelas dicas bibliográficas, Else!

Vale a pena vale, Sr, deixar aqui o link, q ñ encontrei em torrents :)

Se tiveres torrents, Else: http://www.mininova.org/tor/2717249

Tb estou a sacar um outro de Nietzsche, q é baseado no livro Quando Nietzsche Chorou, q nunca li - um encontro ficcional entre Breuer e Nietzsche, q deve ter a intenções de pôr Nietzsche a redimir-se de qq coisa... Sempre desconfiei desse livro, tal como sempre q se metem a remontar a história...

Sr disse...

Tiago, pá, ler nietzsche é, sobretudo, ler os franceses e heidegger :)
Depois, e por causa do debate na contemporaneidade, ir pela via pragmatica com os americanos e.. voilá, tá fechado o essencial do circulo! :)

Sr disse...

Fräulein Else disse...

Sim, quero ver esse filme! Tem sem ser com legendas?




nope. axo q é exactamente a copia q se ve no youtube. :)
Quanto ao filme anterior q pergunta, connais pas, eu é mais musica, filmes quase n baixo ;)
Mas, ok, postarei os links interessantes q tenha la no meu forum. Ainda hoje. axo.

o.Ô

Tiago r disse...

Sr disse

Tiago, pá, ler nietzsche é, sobretudo, ler os franceses e heidegger :)


Sem dúvida. Mas referia-me mais especificamente a dados biográficos. Mas obrigado :)

Ah, e q fórum é esse seu?

Sr disse...

O IP Sons, forum de musica - mas tb serve como aterro geral de cenas q axo interessante divulgar... :)

Sobre biografias, axo q as mais referidas e completas sao mesmo as do Mazzino Montinari e os 3vol do Curt Paul Janz*






_________________

Fraulein,
a proposito do filme da Liliana Cavani, posso já antecipar q se trata duma abordagem mt baseada na temática sexual. :)
Por isso mesmo, lembrei ate duma entrevista do Malraux... (axo q é dele)q vou ag procurar e que, tenho certeza, vai axar tb importantissima. ;P

Sr disse...

Eis entao a parte q interessa da tal entrevista do A.Malraux:


(...) J'ai rencontré à la fin de sa vie la seule femme que Nietzsche ait véritablement aimée. Alors, moi j'étais assez jeune, c'était une vieille femme vêtue d'une sorte de sac, une espèce de sorciére. Cela se passait chez Daniel Halevy. Mme Halevy, fort courtoise, lui proposa: «Thé ou porto?» et l'autre repondit en excelent français: « Croyez-vous que je suis venue ici pour m'occuper de ça?»
J'étais obsédé de regarder dans ce visage de sorcière le visage que Nietzsche avai aimé, et je la prends à part et lui parle de Nietzsche, et elle me dit:« Voyez-vous, jeune homme, ce que je voudrais savoir, c'ést si oui ou non j'ai embrassé Nietzsche sur le chemin du lac de Côme, là, du côté de l'Ermitage?» C'était une femme inteligente et elle avait écrit le prémier livre sur Nietzsche, et cinquante ans plus tard, une seule chose l'obsédait: est-ce qu'il m'a embrassée ou pas?










olala olala olala!!! ;P

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

The choice of Marcus Aurelius is unfortunate, because the philosopher lived hot sex adventuresBut idea of the promontory acquires in the eyes of the homophobic phallic significance of resistance against gayzismo (derived from his homophobia), the feminism (derived from its misogyny) and the Multiculturalism (derived from its xenophobia and its racism). Paradoxically, the scribe is very homophobic little creative, using the so-called weapons Cultural Marxism to combat their culture (Marxist) resistance against fascism And Nazi totalitarianism. However, the homophobic culture of resistance involves element phallocratic - The promontory erected plumb, Its repressed sexual fantasy -- retrograde of violence that is not exceeded in the direction of future human: Incitement to killing of homosexuals, The misogyny and xenophobia. Violence retrograde for resisting the draft building a better world - The concrete utopia (Bloch) and not negative utopia that wrongly attributes to Marxism - by blocking future freed of humanity in a global world. A experience of the Holocaust and deaths in camps Nazi strongly marked Western Marxism and Philosophy: the question of meaning of life was discredited by the brutal horror death planned those who dared to confront and combat totalitarian system. Bruno Bettelheim described experience of prisoners - A condition that

Al-david disse...

- Hipócrita. Fala de ter conhecimento sobre uma matéria/assunto, mas solta que aqueles que são contra a homossexofilia (no texto, chamados de 'quem tem MEDO do igual') são homossexófilos. Apresente, então, sua monografia e ganhe o prêmio Nobel. Simples!

Prof° André disse...

A homossexualidade é uma questão que já vem desde o ventre? Se for quais as evidências genéticas a luz da ciência que comprove concretamente que o ser humano nasce homossexual desde o processo embrionário? Com a palavra vocês!

Prof° André disse...

A homossexualidade é uma questão que já vem desde o ventre? Se for quais as evidências genéticas a luz da ciência que comprove concretamente que o ser humano nasce homossexual desde o processo embrionário? Com a palavra vocês!