quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Friedrich Nietzsche vota em José Sócrates

«Para atingir uma finalidade dessas era preciso um outro género de espíritos, diferentes dos que são possíveis neste nosso tempo: espíritos fortalecidos pela guerra e pela vitória, para quem a conquista, a aventura, o perigo e a dor se tivessem tornado mesmo uma necessidade; e para isso seria preciso uma habituação aos ares limpos das grandes altitudes, aos percursos a pé em plena invernia, ao gelo e às montanhas, em sentido real e figurado; seria inclusivamente necessária uma espécie de maldade sublime, uma suprema malícia do conhecimento, consciente de si própria, que é parte integrante da grande saúde; seria necessária - para dizer em poucas palavras e de forma terrível - precisamente essa grande saúde...! E será que ela ainda é possível?... Mas um dia, numa época mais forte do que este nosso presente podre e incapaz de acreditar em si próprio, terá que vir até nós o homem redentor do grande amor e do grande desprezo, o espírito criador cuja força impulsionadora o arrancará constantemente aos desvios e aos aléns, cuja solidão será mal compreendida pelo povo, como se fosse uma fuga para diante em relação à realidade..., quando de facto é apenas a sua maneira de mergulhar, de se introduzir profundamente dentro da realidade, para mais tarde, ao sair dela, ao voltar à luz, trazer consigo a redenção dessa realidade: a redenção dessa realidade face à maldição que o ideal até hoje reinante lançou sobre ela. Este homem do futuro, que nos salvará não só desse ideal, mas de tudo aquilo que dele tinha que nascer, da grande náusea, da vontade do nada, do niilismo (essa badalada do meio-dia e da hora da grande decisão), que voltará a libertar a vontade, que devolverá à Terra o seu objectivo e ao homem a sua esperança, este anticristo e antiniilista, este homem que triunfará sobre Deus e sobre o nada... virá necessariamente um dia...». (Nietzsche)
J Francisco Saraiva de Sousa

4 comentários:

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Manuela Ferreira Leite comporta-se como um zombie asfixiante que quer privatizar o ar que respiramos livremente.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A luta do PSD não é a luta pela construção de um mundo melhor, mas sim a luta pela manutenção do controle e da concentração dos escassos recursos nacionais por parte de uma família ideológica alargada de clones. O PSD trama conspirações fantásticas para eliminar os seus adversários políticos que têm um projecto verdadeiramente nacional. O PSD gerou quase toda a corrupção nacional que bloqueia o futuro de Portugal. Lutar contra o PSD constitui um imperativo nacional: o nosso futuro depende da derrota eleitoral do PSD de Manuela Ferreira Leite, a assombração de um regime musculado de Direita.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Nietzsche não suporta Francisco Louçã! E Pascal vê nele um caniço inútil e perigoso para a economia nacional! Vota PS! :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

O Bloco de Esquerda odeia as empresas que criam emprego! :(

VOTA PS! :)