segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Manuela Ferreira Leite: o Discurso contra a Renovatio

«E o que há para
conquistar,
Por força e obediência, já antes foi descoberto
Uma vez ou duas, ou várias vezes, por homens que não
podemos ter esperança
De emular - mas não se trata de competição -
Trata-se apenas da luta para recuperar o que se perdeu
E achou e perdeu outra e outra vez: e agora, sob condições
Que parecem desfavoráveis». (T.S. Eliot)
Eric Voegelin descreveu a sua obra filosófica como uma aventura anamnética, isto é, como um exercício de recuperação do que foi descoberto e que corre o perigo constante de ser esquecido. Voegelin define a ciência política como "a interpretação noética do homem, da sociedade e da história", que emerge do background de interpretações não-noéticas e com as quais entra em colisão. A ciência política elabora símbolos que ajudam o homem a adquirir uma compreensão mais diferenciada e autocrítica da realidade política. A ciência política é filosofia política entendida como filosofia da ordem, mediante a qual os homens descobrem a ordem da nossa existência na ordem da consciência. O filósofo político é politicamente tão activo quanto o candidato a um cargo electivo. A viabilidade das instituições políticas depende da auto-interpretação subjacente às sociedades. Quando estas interpretações desabam, como sucede nos períodos de crise, as instituições ameaçam ruir. A compreensão da política deve expandir-se para integrar, além do interesse pela participação dos candidatos e dos eleitores nos actos eleitorais, a preocupação com o envolvimento e a participação do homem no drama da história. Cabe ao filósofo traçar e definir os contornos do esquema amplo das coisas sobre a tela da experiência total do homem. Apesar de criticar a gnose especulativa de Schelling e de Hegel e a gnose volitiva de Marx, Voegelin conserva a noção de que a teoria política é uma teoria da história, permanecendo assim prisioneiro da tradição do pensamento político ocidental que começa com Platão e termina em Marx (Arendt) e que pretende superar com a sua crítica ultraconservadora da modernidade vista como revolução gnóstica.
O Compromisso com a Verdade - o lema da campanha eleitoral de Manuela Ferreira Leite - encobre intencionalmente a sua verdade: a restauração do regime cavaquista. A interpretação voegeliana da modernidade como algo gnóstico pode ser devolvida à Direita ultraconservadora protagonizada, nas circunstâncias presentes, por Manuela Ferreira Leite: o cavaquismo leitista opera a substituição da realidade política por construções espúrias de uma segunda realidade que reverte completamente a sequência da autêntica filosofia política, subordinando o homem, a sociedade e a história à economia. O resultado deste processo de deformação ideológica da realidade conduz inexoravelmente ao eclipse da realidade política, ao fim da história e à abolição do homem (C.S. Lewis). O cavaquismo leitista é, na sua essência, gnosticismo economicista de cunho fatalista: o homem é reduzido a um mero instrumento da economia concebida como uma realidade superior à pessoa humana. O gnosticismo economicista colonizou toda a realidade globalizante, incluindo o homem, a sociedade, a cultura e o mundo da vida, impondo-lhe uma gestão económica que a priva da sua autonomia relativa. Os gnósticos economicistas são indiferentes aos sofrimentos das pessoas que os ajudam a adquirir riquezas, arvorando-se em "fatalistas indiferentes que, do alto da sua posição, lançam um soberbo olhar de desdém sobre os homens locomotivas que fabricam as riquezas" (Marx).
Com Cavaco Silva, o PSD rompeu com o estilo de Francisco Sá Carneiro de fazer política, introduzindo um novo estilo - o estilo antipolítico de fazer política retomado por Manuela Ferreira Leite nesta campanha eleitoral. Os antipolíticos cavaquistas não só descaracterizaram ideologicamente o PSD, secando-o completamente, como também contribuíram para o descrédito da política e da democracia em Portugal, agravado pelo fenómeno da corrupção generalizada que deriva desse estilo antipolítico de governar. A política subjugada pela economia transforma-se em algo estranho à vida humana qualitativa: as pessoas que não dominam a linguagem dos números afastam-se da política e os políticos economicamente orientados ajudam a descredibilizar a política quando se apresentam como não-políticos que sacrificam a sua vida profissional e pessoal ao serviço da coisa pública, assumindo essa pesada tarefa de governar. A política economicamente orientada - aquela que é ensinada nas escolas portuguesas de economia - é uma política de classe, que sacrifica sistematicamente o futuro dos portugueses e o interesse nacional para conservar e garantir os privilégios das elites dirigentes e dos grandes grupos económicos. A economia e o Estado não estão ao serviço do homem; pelo contrário, os portugueses é que estão ao serviço do luso-sistema gerador de pobreza, miséria, assimetrias regionais, desigualdades sociais e corrupção generalizada. Convertida em ciência do roubo, a economia é usada pelas elites instaladas não para promover o desenvolvimento económico nacional, mas para facilitar o enriquecimento dos membros dessa família alargada de clones ideológicos que, sob a liderança de Manuela Ferreira Leite, querem continuar a jogar o destino dos portugueses - as suas reformas, a sua saúde, a sua educação - nas roletas dos casinos.
Tal como o mundo inteiro, Portugal está mergulhado numa crise profunda. A filosofia mergulha na profundeza da psique sempre que ocorrem crises como esta que vivemos. As crises acontecem quando os símbolos tradicionais perdem aceleradamente a sua credibilidade e quando os símbolos articulados mais recentes transmitem um sentido de realidade distorcido ou deformado. O cavaquismo clonado de Manuela Ferreira Leite não seduz o pensamento filosófico, porque, em vez de se abrir à novidade e ao pensamento, liquida o pensamento e bloqueia o acesso à verdade sobre a realidade. Enquanto Sócrates encara a luta política entre o PS e o PSD como um confronto entre duas cosmovisões diferentes, Manuela Ferreira Leite prefere ver na política um confronto entre duas personalidades e entre dois currículos. Além de ser arrogante, o seu discurso da seriedade e da competência é um discurso antipolítico. O silêncio dos políticos orientados economicamente não só encobre as suas deficiências cognitivas e linguísticas, como também intimida os cidadãos, levando-os a acreditar que a política é uma actividade que exige treino económico, financeiro e técnico, inacessível à compreensão do senso comum. O regime do silêncio é contrário ao regime da palavra aberta e recíproca que caracteriza a democracia: só os pretendentes a tiranos são mudos. Os políticos antipolíticos profissionais dizem sempre que não precisam da política para ganhar a vida; no entanto, toda a sua carreira profissional foi e continua a ser política: eles não dizem o que pensam e não pensam o que dizem. Aliás, Manuela Ferreira Leite só diz o que deveras pensa e pensa o que deveras diz quando comete as suas habituais gafes: a ditadura dos seis meses, o discurso contra os imigrantes, o não-reconhecimento legal dos casais do mesmo sexo, a guerra contra a Espanha na questão do TGV, enfim o elogio do regime autoritário e democraticamente sufocante de A. João Jardim.
A negação da crise mundial é, no caso de Manuela Ferreira Leite, motivada pelo desejo de manter o mesmo sistema neoliberal que conduziu à crise financeira e económica. Nos períodos de crise, a filosofia política precisa descer às profundezas da psique humana e voltar à noite da profundidade que a verdade ilumina para o homem disposto à procurá-la. Manuela Ferreira Leite não está disposta a procurar a verdade, porque, ao negar a existência da crise mundial e dos seus efeitos negativos sobre a economia nacional, diz NÃO à renovação e ao desenvolvimento económico, olhando para o passado com saudade. Manuela Ferreira Leite não sabe - ela própria o disse no debate com José Sócrates - o que fazer para responder com imaginação política à crise internacional que não poupou Portugal: a sua reacção imediata é parar, RASGAR e suspender os grandes projectos, incluindo a democracia, alegando que não quer endividar as gerações vindouras. Com esta paralisia da imaginação política, Manuela Ferreira Leite abdica do futuro. A ausência de propostas positivas no programa eleitoral do PSD evidencia os apagões políticos (José Sócrates) da sua líder: o PSD está mais interessado na manutenção do status quo do que na sua mudança social qualitativa. O PSD é um partido ultraconservador da Direita amedrontada com o futuro. A geriatria decadente e pútrida apoderou-se do partido laranja, convertendo-o com a bênção de Pacheco Pereira em aparelho produtor de fantasmas e de mentiras. O PSD é um partido fantasmagórico que gera lençóis brancos para bloquear a acção daqueles que acreditam no futuro de Portugal: a palavra renovação não faz parte do seu vocabulário político. A demência política deste PSD ultraconservador atraí o voto dos fascistas e dos neo-nazis portugueses que afirmam - sem corar de vergonha - que as polícias são controladas pela maçonaria (Vasco Graça Moura) e que o PS tem uma agenda gayzista (Alberto João Jardim).
Renovação da verdade. As crises exigem um novo pensamento capaz de as superar e de incorporar um avanço na auto-interpretação do homem. Ora, o cavaquismo clonado de Manuela Ferreira Leite nega a própria existência da crise, atribuindo todos os males que vivemos em Portugal e no mundo à mente perversa de José Sócrates que, sob a orientação dos espanhóis, conspira contra a independência nacional. Em vez de apresentar propostas positivas para Portugal, o discurso de Manuela Ferreira Leite gera fantasmas e conspirações contra José Sócrates, os ministros, os socialistas, os imigrantes, os homossexuais, os espanhóis, as obras públicas e o investimento público. Manuela Ferreira Leite e os seus clones ideológicos querem conquistar a confiança dos portugueses, não através do mérito do seu programa, mas sim através de mentiras e de difamações. O Compromisso com a verdade do PSD é, como disse José Sócrates no frente-a-frente com Manuela Ferreira Leite, puro oportunismo político: a caça imoral ao voto dos portugueses. O gnosticismo economicista de Manuela Ferreira Leite é inimigo da verdade sobre a realidade: o seu objectivo oculto é a abolição da realidade, de modo a conservar e a perpetuar o domínio de uma classe dirigente degradada e corrupta que reduz a política a um mero instrumento dos seus próprios interesses particulares e dos interesses corporativos de determinados grupos profissionais. Os fantasmas gerados pelas mentes ideológica e magicamente deformadas dos clones cavaquistas eclipsam a realidade, criando uma falsa realidade que induz medo do futuro. Sentindo-se ameaçada pelo ritmo da mudança e do desenvolvimento tecnológico, Manuela Ferreira Leite procura a todo o custo asfixiar o futuro, mergulhando magicamente o país num passado mitificado e, como tal, avesso à verdade. O PSD ultraconservador de Manuela Ferreira Leite está comprometido não com a verdade e a busca cooperativa de uma nova verdade, mas com a mentira de um passado deformado pelos interesses de uma geração maldita (Baudelaire) que nada fez para libertar Portugal do atraso estrutural que lhe foi imposto pelo salazarismo. O leitismo é pensamento gordo, isto é, uma "filosofia do porco" (Guerra Junqueiro) que procura legitimar "a sociedade organizada para o mal", o deus-milhão das bolsas dos bancos laranjas (Guerra Junqueiro), que elimina os refractários internos e difama os refractários externos: "Quem sobre a terra portuguesa defender a justiça, pugnar pelo direito ou batalhar pela verdade, granjeia em prémio a calúnia, o cárcere, o desterro, a miséria e a morte. Mas, uma ordem social, que eleva criminosos - os corruptos - e martiriza justos, é a negação das leis humanas e divinas, e cumpre-nos arrasá-la de alto a baixo, a ferro e a fogo, até aos alicerces!" (Guerra Junqueiro). Lutar contra o PSD reaccionário de Manuela Ferreira Leite é libertar Portugal do regime da escassez (Pacheco Pereira) dominado por "um bando de interesses guardados por polícia".
Renovação do homem. Nesta campanha eleitoral, Manuela Ferreira Leite revela a face oculta da ideologia subjacente à política economicamente orientada: a ideologia inumana da política do poder - Realpolitik - que conduz os homens para um mundo de quimeras bolsistas, substituindo a realidade pela ideia neoliberal enquanto mero produto da mente economicista, sem levar em conta a sua adequação com a coisa, segundo a definição clássica da verdade. As figuras humanas que recusam encaixar-se nessa ideia que Manuela Ferreira Leite quer impor - o seu verbo preferido, como observou com ironia Paulo Portas - a Portugal, contra a vontade geral dos portugueses e o sentido universal da sua história, são estigmatizadas e excluídas. Do alto da sua posição arrogante, donde julga poder reclamar o exclusivo da verdade e da moral, Manuela Ferreira Leite lança um olhar de desdém sobre todos os homens que escapam aos moldes estreitos da sua visão do mundo. Manuela Ferreira Leite não suporta a oposição, interna e externa: ela odeia os imigrantes que procuram ganhar a vida em Portugal, José Sócrates que julga ser um homem destituído de princípios éticos, os homossexuais que desejam sair da clandestinidade, a democracia que acusa de impedir a implementação das reformas, os espanhóis por tentarem roubar a independência nacional, a alta velocidade e as novas tecnologias que sulcam a globalização, o pensamento negativo que transcende os estreitos horizontes da sua visão anémica do mundo, os intelectuais e os artistas que se indignam com as suas ideias passadistas, enfim todas as figuras humanas que lutam contra as trevas e o eixo do mal em nome da busca cooperativa da verdade. Xenofobia, racismo, nacionalismo medíocre, isolamento geopolítico e económico ou mesmo homofobia constituem indicadores de que o discurso de Manuela Ferreira Leite se dirige contra a modernização, optando claramente por um modelo de sociedade fechada. Manuela Ferreira Leite é uma inimiga pública da sociedade aberta tal como a vislumbrou Henri Bergson: a sua frase salazarenta - "Portugal não é uma província de Espanha" (Mas quem disse o contrário?) - significa o desejo de isolar os portugueses da humanidade inteira, inclusive dos restantes europeus. O isolacionismo económico defendido pela líder do PSD constitui outra reminiscência do salazarismo. A abolição do homem - reduzido a uma cifra económica e, no caso de ser uma figura inconformista e rebelde, a um estigma entregue aos crimes de ódio - e da sua participação no drama da história universal revela o carácter antidemocrático e salazarento do pensamento político de Manuela Ferreira Leite. O homem existe para servir o governo: eis o resultado da ideologização anti-humana da política orientada economicamente. A ideologia desta política de Manuela Ferreira Leite que deforma e distorce a realidade do homem é a existência em revolta contra o homem e o mundo: o gnosticismo economicista de Manuela Ferreira Leite retira da sociedade civil a tarefa de criar uma nova ordem capaz de dotar a existência histórica dos portugueses com um sentido em termos de fins humanos.
J Francisco Saraiva de Sousa

17 comentários:

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Porto/Norte não deve votar no PSD de Manuela Ferreira Leite, porque os eleitores do Norte, se pensarem bem com o cérebro-mente, chegarão à conclusão que a crise que se vive no Norte se deve ao PSD e à sua política de centralização que nos empobreceu. Além disso, esta polémica do TGV vai prejudicar o Norte, porque precisamos da linha Porto-Vigo para desenvolver a nossa economia e a nossa cultura - uma ligação directa para o Europa desenvolvida sem a mediação de Lisboa.

O fascismo mostra o seu rosto velho e feio. Não queiras regressar ao fascismo que atrasou e oprimiu Portugal durante quase 50 anos. O Homem-do-leme é Sócrates; não há outra escolha. A Manuela é um perigo e já nos meteu num conflito com Espanha e ainda não venceu nada. Imagina como seria se ela fosse vencedora - um atraso completo. Não desperdices o teu voto em forças políticas irresponsáveis de esquerda. Vota PS! :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Manuela Ferreira Leite é uma mulher já muito idosa que foi má ministra da educação e das finanças; o seu curriculum vitae não abona a seu favor, porque foi preciso fazer reformas na educação e resolver o défice: precisamos de renovação antropológica e de gente nova. Os velhos afundaram Portugal. :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

E se és jovem acorda desse pesadelo em que vives e começa a pensar que não tens a vida garantida, porque, se a Manuela vencer, ela vai continuar a privatizar a segurança - adeus às reformas, a educação e a saúde - adeus aos cuidados de saúde. Terás de pagar se quiseres ter educação, saúde e reforma... A direita governa para os grandes grupos económicos e sacrifica o povo para satisfazer os grandes interesses centralizados em Lisboa.

Votar no PSD da Manuela é votar na morte antecipada! Tem juízo e pensa, votando no PS. :(

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A Manuela já está a ser arrogante e autoritária e ainda não venceu nada - ela deseja governar o continente tal como A.J. Jardim governa a Madeira: um regime autoritário que asfixiou a democracia.

Negar a crise mundial, como faz a Manuela, é o mesmo que não querer fazer nada: o seu objectivo é levar Portugal ao endividamento total. Sim, o endividamente é uma herança dos governos do PSD - a política irracional dos bancos. A Manuela quer conservá-la, entregando-nos à especulação bolsista. Isto significa crise, catástrofe, perigo total.

Foge desse apocalipse e vota PS! :)

Denise disse...

Manuela Ferreira Leite à parte, fico a aguardar a sua habitual leitura do P&C, hoje muito importante por dar voz aos "pequenos" partidos.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Olá Denise

Não comentei os dois últimos Prós e Contras: o primeiro com os cinco partidos presentes no parlamento, e hoje os dos outros 10 partidos. Vi os dois debates, o primeiro dos quais não me fascinou mesmo nada. Este de hoje teve os seus momentos curiosos, mas de um modo geral todos falam em gastar - os grandes e os pequenos - mas quase nenhum arrica apresentar novas ideias sobre como produzir riqueza. Alguém disse que em 2012 Portugal estará economicamente falido. A crise é profunda e penso que isso deveria ser debatido, mas a lógica da caça aos votos impõe outra agenda.

Sinceramente, aquilo que todos gostaríamos de ouvir a ser debatido - um projecto nacional de desenvolvimento - ficou fora da agenda política. Neste último debate, fiquei impressionado com o facto de haver partidos que defendem perspectivas muito extremistas e este facto não os beneficia em termos de votos. O sistema partidário português precisa urgentemente de ser formulado - os partidos estão degradados.

Outra ideia lançada foi a de que os 3 partidos de esquerda deviam entender-se e gover à esquerda. Concordo mas não vejo a possibilidade desse entendimento devido ao radicalismo do PCP e do BE. E a Manuela não é alternativa devido à sua cegueira perante a crise mundial - recusa aprender com esta crise.

Na minha perspectiva, devemos dar outra oportunidade a Sócrates e exigir-lhe uma mudança para melhor - uma viragem realista à esquerda moderada, apresentando um governo substancialmente novo, sem a presença de certos ministros. Reformas sim, mas bem pensadas e bem feitas.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Ah, Denise, a Manuela dos limões salazarentos não diz

"pequenos partidos", mas sim

"piiiquenos partidos". :)

Sr disse...

portanto, já tá a avançar para uma explicação freudiana da velha senhora.
Entao e q tal o socrates na entrevista dos Gato F? Do resumo q vi pareceu safar-se a contento, mas, lá tá, mais uma vez foi mais q sintomático o tom de respeitinho(medo?) ao chefe tsc tsc
Incrivel como toda a gente tá a deixar-se ir na campanha personalista, qd havia tanto lixo pra incinerar ao longo da carreira de qq deles LOL

Sr disse...

ah! e volto a relembrar: crie um grupo no facebook o.O

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Não percebo nada do facebook! :(

Hoje joga o FCPorto contra o Chelsea. Vamos ver se tudo corre bem para nós portistas. :)

Sr disse...

lol, o facebook é extremamente facil! É so preciso dar um email e escolher um nome de utilizador de perfil. Depois preenche-o a seu gosto, mas isso é mais ou menos irrelevante, visto q o q eu acho q seria de interesse era criar um grupo de referencia/discussao relativo a estes seus blogs.
A vantagem é q estão lá uns 300 milhoes de users ou la qts são ;P

http://www.allfacebook.com/facebook-tutorials/facebook-profile-tutorial/



VER O FCP NOW 0/

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

É sempre bom criticar o PSD retrógrado e a Direita, mas, como já está longo, o post está concluído. Vota PS! :)

Sr disse...

Vai ser canja!

http://photos-a.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc1/hs236.snc1/8335_1136129891123_1463628890_30426920_3809470_n.jpg



:P

Sr disse...

xiii, fui sabotado!

again

http://photos-a.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc1/hs236.snc1/8335_1136129891123_1463628890_30426920_3809470_n.jpg

Sr disse...

lol, parece q o blog tem mesmo uma restrição a este url...
complete-se o link anterior com isto


n.jpg

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

SR

Não consegui abrir esse ficheiro, mas, se é contra o PSD reaccionário, deve ser superfixe!

Ah, o tal homófobo diz que gosta do CDS, mas não vota nele porque Paulo Portas é o termo - p... - que ele usa para designar os supostos defensores da agenda gayzista. Apesar de ser antifeminista e misógino, vai votar na Manuela Ferreira Leite, não no PSD que detesta. Enfim, é tarado da cuca... :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

A nossa constituição não permite a existência de grupos fascistas e deve ser cumprida, porque o ódio fascista começa a ser preocupante. :(